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terça-feira, 10 de julho de 2018

DIONISO - GRAPHIC NOVEL



Dioniso por R$ 33,00 com frete grátis!

Ou encomende o PDF por apenas R$ 7,00 (link para download pelo e-mail).

Suspense sobrenatural erótico, Dioniso é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D.

Eddy Venino, do site SOBRE CAFÉ E CIGARRO

"Dioniso é uma HQ extremamente interessante não apenas pela temática abordada, mas pelo seu pioneirismo: sua arte é bastante diferente da que estamos acostumados, abrindo mão dos desenhos feitos à mão e utilizando modelos e cenários tridimensionais e tratamento artístico completamente digital para compor as ilustrações. Essa decisão artística contribuiu para compor cenas muito bonitas e bem coloridas, tornando esta a primeira publicação em quadrinhos feita completamente em 3D no Brasil."

Capa dura, tamanho 21 x 28 cm, fino acabamento e 114 páginas em papel couchet.

 Encomendas pelo e-mail:  jerridias@hotmail.com


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O HOMEM - Quadrinhos

No ínicio dos anos 90, inspirado pelas leituras do Sandman de Neil Gaiman e por contos e poemas de Edgar Alan Poe, escrevi uma pequena homenagem aos dois, que Walter Pax e Jack Kaminski ilustraram maravilhosamente.

Publicada na Made in Brazil 3, a arte, que já era escura e em tons de azul, acabou sofrendo com a impressão offset em PB. Vivendo e aprendendo.






Clique para ampliar.


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

DIONISO - Trailer


 
Suspense sobrenatural erótico, "Dioniso" é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D. Com capa dura, tamanho 21 x 28 cm, fino acabamento e 114 páginas em papel couchet, a obra é uma edição da editora AVEC.
 
Sinopse
 
Adriano Ferri, um detetive particular e sua amiga Marcela envolvem-se em uma trama onde rituais pagãos e mitos antigos provam que ainda não estão mortos.
 
Os autores
 
Jerri Dias é escritor, roteirista e diretor. Escreveu a graphic novel de ficção científica Zarathustra (Ed Via Lettera, 2002) em parceria com Daniel Moraes. Autor do livro de humor  Assunto de Inimiga (Ed. Nobel, 2005). Publicou HQs nas revistas Made in Brasil, A3 Quadrinhos, Dum-Dum e outras. Também dirigiu os premiados curtas de horror Estrada, o thriller sobrenatural Desaparecido e a premiadíssima comédia inspirada no expressionismo alemão, A Vingança de Kali Gara.
 
Pedro Zimmerman é roteirista, diretor e ilustrador. Em seu currículo, além de um kikito de melhor roteirista pelo longa Diário de um Novo Mundo, ele tem o premiado curta de ficção científica Mapa-Múndi e finaliza agora mais um curta no mesmo gênero, Eco de Longa Distância. Também dirigiu a primeira minissérie de ficção científica veiculada pela TV brasileira, Oxigênio (Panda Filmes, 2014).

Aproveite o desconto promocional de DIONISO na FNAC!

De R$ 65,00 por apenas R$ 39,00.

Clique AQUI!

Ou compre direto com o autor pelo mesmo valor pelo e-mail: jerridias@hotmail.com

Também disponível em versão PDF para download por apenas R$ 12,00




quinta-feira, 11 de junho de 2015

DIONISO - PROMOÇÃO



Ganhe um exemplar de DIONISO autografado ou um PDF da obra.

Para participar acesse a página DIONÍSIO - GRAPHIC NOVEL, curta a página e compartilhe a postagem DIONISO - Graphic Novel em modo público.

Quanto mais curtidas a postagem tiver em seu mural, mais chances você tem de ganhar.

O compartilhamento com mais curtidas leva um exemplar da obra autografado com frete grátis. Quem ficar em segundo lugar ganha o PDF da obra para ler no seu computador.

Essa promoção tem validade até a meia-noite do dia 18 de junho de 2015.

Os ganhadores serão revelados na página DIONÍSIO - GRAPHIC NOVEL no dia 19 de junho.

Evoé!


sábado, 10 de janeiro de 2015

DIONÍSIO ESTÁ CHEGANDO! - Comics


Estudo para a capa.

Arte de Pedro Zimmermann.


Olá, caros leitores e financiadores da obra.

Finalmente temos algumas novidades concretas para vocês todos.

O ilustrador Pedro Zimmerman está cada vez mais imerso na produção de painéis cada vez mais incríveis e explorando as infinitas possibilidades da arte digital utilizando dois computadores e três monitores.  Por conta disso a obra, que está ficando com uma qualidade que está superando de longe nossas expectativas iniciais, só será lançada em fevereiro ou março e não em dezembro como previsto originalmente. Estamos correndo para que seja em fevereiro, pois garantimos que estamos mais ávidos para ver a graphic novel do que vocês ;-)  Isso também vai gerar um pequenos atraso com as outras recompensas, já que nossa prioridade agora é fechar a impressão e o lançamento, para então começar a entrega das recompensas.

Outra boa notícia é que vamos assinar contrato com uma editora ainda neste mês e ela também lançara versões em e-book em inglês e espanhol :-)

E a melhor notícia para todos os que investiram na obra física, é que todos vão ganhar exemplares em capa dura! E quem investiu na versão capa dura, irá ganhar dois exemplares em capa dura.

E com a diagramação chegando ao fim, podemos afirmar que a obra terá entre 100 e 116 páginas (incluindo capa).

Bom, por hoje era isso.

Devo voltar com novidades e um novo book-trailer no início de fevereiro.

E chequem alguns dos fabulosos painéis que o Pedro Zimmerman andou produzindo. Eu queria até mostrar mais, mas muitos quadros entregam spoilers e quero manter mais algum suspense.

Evoé!

*****

DIONÍSIO é uma publicação produzida com financiamento do Fumproarte - Secretaria da Cultura de Porto Alegre e financiamento coletivo pelo Catarse.


 
Amostra de uma das páginas finalizadas.













Clique para ampliar.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

JERRI DIAS de A – Z - A Autobiografia

Foto de comercial de margarina (ou de Nescau).
Meu irmão Jacques rezando pela alma da despudorada da minha irmã Jacqueline, eu brincado de Ultraman e usando o pão de cápsula Beta e minha avó Maria não fala nada, só observa. 
Foto tirada entre 1975 e 1977.


H de HERÓI

Desde pequeno sempre fui ousado e destemido quando se tratava de arriscar minha integridade física. Machucados, cicatrizes, torções, ossos quebrados, nada me impedia de escalar uma árvore pra brincar de Tarzan, pular um muro e roubar os doces da vizinha pra brincar de ladrão, provocar um rotweiller pra sair correndo... Ah, a adrenalina daqueles dias... E minhas façanhas não passavam despercebidas pela vizinhança e nem pelos meus pais, que volta e meia me colocavam de castigo ou me davam chineladas mesmo.

Mas eis que os dias de glória vieram quando uma vizinha esqueceu a chave do lado de fora da casa dela. Nossas casas tinham dois andares, eram grudadas uma na outra e dividiam a mesma sacada, separadas por um muro impossível de atravessar... a não ser pendurado por uma grade. Vendo o desespero da vizinha, eu me ofereci para atravessar a grade de um lado para o outro a uma altura de 5 metros, o que, para uma criança de 11 anos era bastante alto. Até hoje fico imaginando como meus pais deixaram eu me arriscar desse jeito. Fico meio desconfiado...

Depois desse bem sucedido feito heróico, outros vizinhos começaram a me chamar para subir escadas pelo lado de fora do prédio até o 3° andar para entrar pela janela, subir árvores para pular pro outro lado do muro... Vou te contar, meus vizinhos economizaram uma fortuna em chaveiros e nunca me pagaram um sorvete sequer. Bando de mão-de-vaca! 

A seguir... I de IDIOTA


sábado, 19 de julho de 2014

PROCESSO CRIATIVO - Ensaio



Bom, falar sobre processo criativo é algo que pode tomar um livro inteiro e já tem alguns livros bacanas sobre o assunto por aí. Então, para dar uma visão mais pessoal sobre isso, vou falar um pouco sobre como funciona o meu processo criativo.

Bom, ele funciona na base do caos e da organização, como acho que é o processo da maioria das pessoas ditas criativas.

Acho que pra começar, é bom me referir as minhas principais fontes de criatividade:
imagens de revistas, música instrumental (erudita e trilhas sonoras de filmes), matérias sobre os mais diversos assuntos, conversas aleatórias com pessoas de qualquer idade, quadrinhos, teatro, livros e filmes. Ah, elas também vem de sonhos, sonhos são sempre uma fonte riquíssima para mim e já produzi uma graphic novel e um curta com base neles.


 

Como qualquer profissional da cultura diria, sem ter uma boa (de preferência, vasta) bagagem cultural, fica difícil ser criativo de uma forma original, pois o que se espera de um verdadeiro artista não é que ele fale ou mostre coisas nunca antes ditas ou exibidas, já que isso é praticamente impossível nessa altura da história humana, mas que ele dê sua visão pessoal e procure novos meios de contar ou mostrar uma narrativa.
Essa é a parte caótica do meu processo, não tenho muito controle sobre ela e as ideias simplesmente surgem quando alguma sinapse dá certo no meu cérebro.

Agora, a parte organizada dele, que pode ser tão chata quanto excitante.
Como muitos aqui, sou uma pessoa eclética, me interesso por todo tipo de assunto (ok, confesso que fofocas de celebridades não me interessam) e um pretenso escritor ou roteirista que tenha pouco interesse ou curiosidade pelo mundo e não pesquise sobre tudo o que pretende escrever está na área errada.

Então, ás vezes pode parece chato ter que pesquisar sobre algum assunto técnico do qual entendo pouco ou nada, mas à medida que vou entendendo, começo a vislumbrar novas possibilidades de usar aquilo de outra forma na narrativa, geralmente melhor do que a pensada originalmente.




Uma boa pesquisa resolve bem a parte técnica e dá segurança para escrever sobre os assuntos de que a obra vai tratar, mas não os problemas com personagens ou encruzilhadas em que me coloco quando estou escrevendo e não sei em que direção vou. Ou pior, me vejo em um beco narrativo sem saída.

Quando isso acontece, uso os seguintes métodos:

1) Converso com um ou mais colegas que considero inteligentes e criativos para me ajudarem, assim como ocasionalmente ajudo eles.

2) Fico pensando nos problemas enquanto caminho para fazer às coisas do dia-a-dia. E é impressionante como isso ajuda. Aquele papo de sair de casa para arejar a cabeça realmente funciona.

3) Ao acordar, nossa mente está fresquinha de uma boa noite com o inconsciente correndo livremente e a melhor coisa antes de sair da cama e poluir ela com a rotina do dia é pensar em soluções para conflitos narrativos. Já resolvi muita coisa assim. Ah, também serve para problemas pessoais ;-)

4) Pago um escritor fantasma para escrever no meu lugar. Hehe, este é brincadeirinha. Não tenho dinheiro para isso... :-( 

E também tem aquele processo criativo super especial, que ocorre quando estão me pagando para criar em um curto espaço de tempo. Nessas ocasiões em que alguns se entregam ao pânico e pensam em suicídio, eu geralmente fico calmo, pois um cérebro acostumado a criar é como um atleta bem treinado: na hora em que você precisa mostrar serviço, ele funciona. Claro, nem sempre esse tipo de trabalho fica como eu gostaria, mas todo mundo sabe que pouco prazo e alta qualidade não são os melhores parceiros.
Também entra aí a questão de orçamento, quando se trata de curtas, onde tenho que procurar soluções narrativas e visuais para filmar algo da forma mais econômica e criativa possível. No roteiro pode até parecer ser viável, mas às vezes surgem complicações e tenho que criar toda uma cena nova em poucos minutos, pois a máxima “tempo é dinheiro” nunca foi tão verdadeira como num set de filmagem profissional. E nessas horas ajuda muito ter prestado atenção no que os roteiristas e diretores talentosos fizeram em seu filmes, pois tem sempre algo que dá pra adaptar para o meu curta.

 


Pra finalizar, vou comentar sobre como foi o processo criativo de dois trabalhos meus que curto bastante.

ZARATHUSTRA – Graphic Novel

Gosto muito de escutar trilhas sonoras e música clássica. São muito inspiradoras. E foi escutando a trilha de Powaqaatsi, de Philip Glass, meu compositor erudito contemporâneo preferido (e que tive o prazer de ser cicerone alguns anos trás) que imaginei a premissa para essa graphic novel de FC. A música começava com um som de avião e comecei a me imaginar flutuando entre as nuvens e um Boeing passando pelo local e me avistando. Fiquei imaginando qual seria a reação do piloto e dos passageiros ao ver uma pessoa flutuando entre as nuvens. Em questão de segundos me substituí por uma entidade humanóide não-identificada e comecei a imaginar qual seria a reação do mundo ao descobrir isso. E se a criatura simplesmente ficasse parada lá, sem se comunicar nem fazer absolutamente nada?

Corri para escrever um microconto de uma página sobre o que havia imaginado.
Acabei transformando em um roteiro de HQ de 7 páginas onde, apenas através de imagens eu mostrava um mundo em convulsão social, política, religiosa e científica pelos simples fato de uma entidade humanóide sem rosto pairar nos céus. Um amigo desenhista ilustrou na época, de forma amadora.

Anos depois, encontrei um outro ilustrador, Daniel Moraes, que gostou muito da história e propus a ele que produzíssemos uma graphic novel a partir daquela HQ curta.

Eu já tinha todos os acontecimentos alinhados, só me faltava criar um elo mais humano para contar a história. Decidi que seria o piloto do avião, a primeira pessoa a ver a entidade, e que seguiríamos sua história, de sua irmã e de um padre amigo dele.

Com esses personagens eu poderia falar de perda, fé, religião e esperança sem cair em discursos vazios demais ou cheios de clichê. Entrevistei um iman muito simpático duas vezes na minha pesquisa e tentei entrevistar um bispo, mas tinha que passar por trâmites burocráticos e minha carta sequer foi respondida. Tive que me contentar com entrevistas do clero em revistas, sites e livros.

E como cineasta, prezo muito o valor de uma imagem e evito dizer aquilo que não precisa ser dito, pois acho que o leitor pode muito bem preencher os o que se passa na cabeça dos personagens se ela der pistas suficientes.

Ou mesmo deixar o leitor livre para imaginar o que quiser de determinada cena.
No caso de ZARAHUSTRA, existem muitas páginas sem texto algum e uma seqüência completa de 8 páginas seguidas sem uma linha sequer.

Creio que demorei 5 meses para finalizar o roteiro de 90 páginas. Claro, eu tinha outros trabalhos em andamento, se tivesse me dedicado integralmente teria conseguido completá-lo em metade do tempo.

O resultado foi bastante satisfatório em vários aspectos e a obra recebeu boas críticas, especialmente em relação ao roteiro, mas eu me ressinto de não ter conseguido deixar um final mais claro. Na minha cabeça estava tudo muito bem, mas quando percebi, a maioria dos leitores acreditava em um final que não era o que tinha em mente.


 A seqüência de 8 páginas sem diálogos.

  Arte de Daniel Moraes.

 Clique para ampliá-las.






  
DESAPARECIDO – Curta

Assim como outras de minhas criações, essa surgiu a partir de um pesadelo onde minha ex-mulher morria. Não lembro se era atropelada ou o quê, mas a sensação de angústia e medo da perda permaneceu comigo por tempo suficiente para que eu escrevesse um roteiro sobre isso. Mas ele tinha que ser um roteiro do gênero fantástico, pois dramas comuns sobre pessoas perdendo entes queridos ou superando a morte dos mesmos existem muitos.

Me veio a ideia de que a pessoa não necessariamente precisaria morrer, mas sim desaparecer da vida outra. Mas teria que ser como se estivesse morta. Lembrei de desaparecidos políticos e em como as famílias, apesar de os saberem mortos, continuam com esperanças, pois uma pessoa desaparecida não dá a pessoa que fica uma resolução, um final, tudo fica suspenso, uma espera eterna.

Então a pessoa desapareceria no meu curta. E seria procurada. E nenhuma pista seria encontrada. Como não seria encontrada? Fazendo parecer com que ela jamais tivesse existido. Acho que essa idéia eu peguei ou busquei no meu inconsciente do filme CIDADE DAS SOMBRAS, onde a memória e a vida das pessoas eram alteradas. E assim como no filme de Proyas, no meu só a esposa do marido desaparecido lembraria de sua existência, mas as provas de sua vida teriam desaparecido física e mentalmente.

Ok, ângulo similar ao longa, mas como trabalhar isso de forma diferente? Cavando mais fundo e fazendo disso um drama fantástico sobre o luto, utilizando as 5 fases do luto descritas pela psicóloga suíça Elisabeth Kubler-Ross. Acabei utilizando apenas quatro, mas elas estão lá, na estrutura do roteiro, o que me facilitou bastante em como dar o ritmo correto para o filme.
Para ajudar ainda mais, decidi criar todo um storyboard fotográfico com as atrizes principais. Isso facilitou a visualização da história por todos os membros da equipe, que conseguiram assim sentir o clima da história antes de vê-la pronta.

No fim das contas, acho que consegui um curta razoavelmente denso e até hoje foi o que mais me deu satisfação em termos de criatividade.



DESAPARECIDO from Jerri Dias on Vimeo.


quarta-feira, 21 de maio de 2014

O LUTADOR - conto




    O velho havia lutado durante toda a sua vida. Lutou para nascer, para crescer, para sobreviver. Muitas alegrias ele havia sentido ao longo dos dias, muitas dores ao longo dos anos. Até que, certo dia, o de sua morte, ele resolvera também lutar contra a própria.
     A Morte, estranhando sua reação, perguntou o porquê de tanta batalha, para o que lhe havia servido, afinal, tanto sofrimento. O velho, sem saber o que responder, baixou momentaneamente sua guarda e nesse instante, uma mortalha caiu sobre ele.


Março, 1990
 
 

terça-feira, 20 de maio de 2014

DIONÍSO - Comics


Dionisio - Apresentação from Jerri Dias on Vimeo.


Apoie DIONÍSIO e ganhe, além da obra, recompensas incríveis!

Conheça as recompensas, financie (a partir de R$ 10,00) e ajude a divulgar clicando em DIONÍSIO - Novela Gráfica.

O Trailer


DIONÍSIO - Trailer oficial from Jerri Dias on Vimeo.


O que é o financiamento coletivo?

São amigos, amigos de amigos e completos desconhecidos que decidem financiar coletivamente um projeto para que ele seja produzido. Em geral todos que financiam, seja com pouco ou muito dinheiro, tem direito a obra produzida e outras recompensas.

Saiba mais clicando aqui.

O projeto

Deuses gregos utilizados como personagens nos quadrinhos contemporâneos podem ser vistos nas histórias de autores consagrados como Neil Gaiman (Sandman) e até mesmo em quadrinhos de super-heróis (Hércules e Mulher-Maravilha). Seguindo na linha Vertigo, Dionísio vai abordar a mitologia clássica de uma forma que os deuses gregos aprovariam: com muito erotismo, aventura e sobrenatural.

Dionísio, o deus, nasceu da coxa de Zeus. Já o roteiro do álbum de quadrinhos Dionísio nasceu de um pesadelo que tive muitos anos atrás. O pesadelo eu não vou contar aqui, isso é comigo e com meu terapeuta. Mas desse pesadelo nasceu também a necessidade de saber mais sobre o mito e foi quando tomei conhecimento de As Bacantes de Eurípides, tragédia grega onde a divindade grega citada reina soberana. Lida a peça, sabia que tinha encontrado ali todos os elementos necessários para criar uma narrativa de aventura envolvendo Dionísio e suas devotas no mundo contemporâneo (com suspense, erotismo e algumas doses de terror).


 Arte de Pedro Zimmermann.


Em Dioníso (cuidado, parágrafo com spoilers), o detetive Adriano Ferri e sua amiga Alexandra envolvem-se com um grupo de dança composto somente por mulheres que veio da Grécia se apresentar em um festival internacional de teatro. Estranhas mortes começam a ocorrer na cidade e Adriano descobre que as dançarinas estão possuídas pelo deus grego Dionísio, que as coloca em um frenesi sobrenatural de sexo e fúria. Poderá um mortal vencer uma batalha contra um deus?

Para diferenciar a obra dos demais quadrinhos, ela será produzida totalmente em 3D digital, feito raro mesmo em obras americanas ou européias. Como podem ver pelas amostras no vídeo e nesta página, o visual está ficando espetacular.

 
     
O processo de criação de um álbum de quadrinhos é um trabalho colaborativo e exige uma parceria entre roteirista e ilustrador para eles não matarem um ao outro ao longo do processo. E para a realização de um trabalho do nível que está sendo proposto aqui, é necessário tempo e dedicação, por se tratar de uma obra autoral.

A obra terá cerca de 100 páginas, em cores, miolo em papel couchet, dimensões de 28 x 22 cm e serão impressos 1.000 exemplares com capa em brochura e 50 com capa dura para os patrocinadores mais generosos. O número de exemplares a serem impressos (brochura e capa dura) pode aumentar de acordo com o número de apoiadores.



Eu, Jerri Dias sou escritor, roteirista e diretor e um apaixonado por quadrinhos, especialmente pelo gênero fantástico, e já publiquei a graphic novel de ficção científica Zarathustra (2002) em parceira com Daniel Moraes. Também dirigi os premiados curtas de horror Estrada, o thriller sobrenatural Desaparecido e a premiadíssima comédia inspirada no expressionismo alemão, A Vingança de Kali Gara. Ah, eu também tenho dois blogs: um cultural (onde você encontra a maioria de meus curtas) o www.jerridias.blogspot.com e outro de humor, o www.humorphyna.blogspot.com, caso você queira dar umas risadas depois de fazer um ótimo investimento no nosso projeto.  

Pedro Zimmerman é roteirista, diretor e ilustrador e essa é sua primeira incursão nos quadrinhos profissionais. Em seu currículo, além de um kikito de melhor longa-metragem como roteirista, ele tem o premiado curta de ficção-científica Mapa-Múndi e finaliza agora mais um curta no mesmo gênero, Eco de Longa Distância. Também acabou de dririgir a primeira minissérie de ficção-científica a ser veiculada pela TV brasileira, Oxigênio. É, Pedro dedica boa parte de sua vida e carreira para a ficção científica, mas não mora no porão da casa dos pais.



Eu e o Pedro somos amigos há 33 anos e dedicamos alguns anos de nossa adolescência editando o fanzine Millennium, dedicado ao cinema e literatura fantástica. Pelo nosso currículo, você pode ver que nossa dedicação e paixão ao gênero Fantástico está conosco desde a infância. Dionísio é uma tentativa de retornar a bem sucedida pareceria de três décadas atrás e estabelecer um novo marco em nossas carreiras com uma obra empolgante e singular nos quadrinhos nacionais.


O valor do projeto (R$ 14.175,00) será, resumidamente, investido da seguinte forma:
R$ 11.200 – Custos de impressão.
R$ 1.700,00 – Custos com recompensas e correio.
R$ 1.677,00 – Os 13% do Catarse.




O software usado é pago, pois muitos dos gráficos usados tem que ser comprados, para daí então serem remodelados, colorizados e iluminados (é quase como fazer um filme). Esses custos, assim como os do software, serão bancados pelos autores.
A previsão de lançamento da graphic novel é cerca de seis (6) meses após o projeto ter recebido o financiamento do Catarse. No blog PROJETO DIONYSIUS e na página do Facebook você poderá acompanhar o progresso da obra e trocar mensagens com os autores.

Bom, a sinopse e o clima da graphic novel você já viu e sentiu no trailer e nas ilustrações expostas aqui e se tiver qualquer dúvida fale conosco pelo e-mail junto à foto da coluna ao lado e não deixe de conferir os fantásticos brindes que você pode ganhar ao financiar nosso projeto dionisíaco.

Que os deuses te abençoem!

Agora vai lá no DIONÍSIO - Novela Gráfica, vai! ;-)



sábado, 10 de maio de 2014

CAPRICHO 1100 - Humor

 
 
Ei, a vida não é feita só de profissões chatas! Conheça aqui como é...

UM DIA DE... HUMORISTA!


Marcella Tekila, 16 anos, acompanhou nosso colunista Jerri Dias e conheceu um pouco do dia-a-dia da “profissão”.

09:05 – Cheguei na redação super-nervosa, atrasada e nada do Jerri. Aí me falaram que ele dorme até o meio-dia. Acho que li umas 8734287894 CAPRICHOs na sala de espera até ele resolver dar o ar da graça. Aff!

13:16 – O Jerri chegou e me apresentaram ele. Fiquei com muito medo que ele me zoasse, mas ele foi super simpático e querido e fomos caminhando até a sala dele, quando então, ele me deu um passa pé e me derrubou por cima da moça do cafézinho. Caiu até café dentro de um PC e um jornalista ficou desesperado porque perdeu todos os arquivos dele! Um King Kong! E o Jerri dava risada...

14:27 – Naquele dia o Jerri tinha que fazer a coluna para a revista e postar no blog dele no site. Eu estava super animada para ver ele inventar piadas e comentar os micos. Ele abriu a caixa de e-mail dele e me mostrou que tinha 12.482 micos para ler e que ele ia me deixar escolher os micos para a revista e o blog. Eu só tinha que selecionar eles entre 1.000 micos, nem precisaria ler todos os 12.482... O Jerri saiu e me deixou na responsa. Me achei, né?!

18:31 – Eu já estava vesga de tanto ler mico quando o Jerri ligou e perguntou se eu já tinha acabado. Eu disse que estava quase no fim e ele me disse que chegaria logo, que o filme estava quase no fim e perguntou se eu queria pipoca ou refri do cinema. Eu disse que sim, não tinha comido nada o dia todo...

19:48 -  Ele finalmente chegou. Devorei a pipoca  e o refri! Aí ele foi pro PC e eu pensei que ele fosse escrever e ele ficou só visitando sites de humor. “Tem que ficar de olho na concorrência”, ele disse.

21:02 – Já fazia 12 horas que eu estava lá e até agora não tinha visto o Jerri fazer nadica de nada. Pelo menos ele chamou uma pizza pra nós. Mas me fez pagar a metade.

22:13 – Eu fui no banheiro e quando voltei o Jerri já tinha escrito a coluna, comentado todos os micos e postado no blog. Não vi ele fazer nada! Bom, pelo menos eu pude ler tudo antes das outras leitoras. Depois dessa experiência eu decidi que quero ser camelô. #Fail

Raio X da profissão

O que faz: piadas! Também zoa com os outros.
Quanto ganha: desde trocados em mesas de bar até surras de quem não entendeu a piada.
Duração do curso: a vida toda.
Você vai adorar se: não quiser fazer nada da vida, gostar de zoar os outros e ficar na internet o dia inteiro.

Jerri Dias é humorista mas queria ser vendedor de cachorro-quente de esquina.
 

sábado, 3 de maio de 2014

JERRI DIAS de A – Z – A Autobiografia

Copacabana, janeiro de 1974.
Meu irmão Jacques, eu, minha irmã Jacqueline e nossa mãe Geni.
Na época da Ditadura, mulheres não podiam andar expostas e tinham que se cobrir com toalhas. Até mesmo minha irmã de 4 anos tinha que se dar ao respeito para não ser chamada de vadia.


F de FÉRIAS FRUSTRADAS

As primeiras férias de que me lembro foi uma vez que foi toda a minha família para o Rio de Janeiro. Eu já tinha quase 7 anos, mas todas as minhas “férias” anteriores eu tinha passado na praia vendendo pãezinhos feitos pela minha mãe. Os pãezinhos vendiam tão bem, que eu nunca parava de trabalhar, pois alguém tinha que pagar o aluguel da casinha que meus pais alugavam na praia. Mas lá na cidade maravilhosa minha mãe ia passear e não ficar fazendo pãezinhos pra eu vender. Ficamos na casa de um amigo do meu pai, que nos recebeu com o almoço pronto: Bife de fígado! Arghhh! Quase vomitei! E a comida não melhorou muito depois disso, minha única folga era quando a gente comia um pastel de vento num boteco, aquele que você morde e vêm uma brisa de ar quente e o cheiro da carne moída que deveria estar lá. Mas fizemos o tour completo, andamos de bondinho... quer dizer, meu pai e minha mãe andaram. Como era muito caro eles me deixaram cuidando dos meus dois irmãos lá embaixo. Eles até bateram uma foto nossa da gente chorando enquanto o bondinho subia... Mas o ponto máximo dessas férias foi quando eles nos levaram pra ver um show proibido pra menores! Eram “Os Secos e Molhados”, a antiga banda do Ney Matogrosso. Eu não tinha a menor idéia de quem eram aquelas criaturas pintadas e cantando com voz em falsete. Mas chegando lá não nos deixaram entrar, era época da ditadura militar e a censura era rigorosa. Malditos militares! Naquela hora deu vontade de entrar para a resistência armada junto com a futura presidenta Dilma. A gente acabou olhando o show por baixo da fresta da porta do teatro, enquanto meus pais assistiam do lado de dentro. Depois meu pai usou a gente pra conseguir entrar nos bastidores pra pedir um autógrafo. Até hoje ele guarda esse autógrafo e conta emocionado como o Ney Matogrosso deu em cima dele. Minha mãe que não gostou.


No próximo capítulo: G de GALÃ (ah, acharam que ia ser de G de Gay, né?)


sábado, 22 de março de 2014

DEUS - Quadrinhos



Clique para ampliar.

Escrevi e criei esta narrativa gráfica simples de duas páginas utilizando fotos de filmes e reportagens para evitar o desgaste de depender de um ilustrador que pudesse realizá-la em tempo hábil de publicar na primeira edição da revista Made In Brasil, editada pelo meu amigo e parceiro Rodinério da Rosa. Estava com 23 anos e apesar de ma época me considerar espírita e tentar genuinamente acreditar na existência de uma entidade sobrenatural supostamente bondosa, tinha um lado meu que já batalhava contra toda essa superstição.

Infelizmente esta publicação independente, financiada quase que completamente do bolso do editor por seu amor aos quadrinhos, durou apenas 4 números publicados muito espaçadamente ao longo de alguns anos, mas acompanhar e participar do processo todo foi bastante educativo e enriquecedor.  


sexta-feira, 7 de março de 2014

JERRI DIAS de A – Z – A Autobiografia

1975, algum aniversário lá em casa, não sei de quem.
Na frente, da esquerda para a direita: Xande, meu irmão Jacques, minha irmã Jacqueline e eu (mostrando a capa do livro).
Atrás: Uma guria que não lembro, Carla, outra guria que não lembro e Ricardo Maia, o guri com cara de safado.


E de ENCICLOPÉDIA HUMANA

Alfabeto e um vocabulário mínimo decifrado, comecei a devorar todo gibi ou livro que me aparecia na frente, até o que não devia. Meu tio, que uma época foi morar lá em casa, trouxe com ele raras jóias literárias, como os quadrinhos pornôs de Carlos Zéfiro, que eram vendidos secretamente nas bancas de jornais em uma época em que revistas pornôs era proibidas pela Ditadura.

Meus pais não tinham controle algum sobre o que eu pegava pra ler e assim, além dos catequismos (como eram conhecidos) de Zéfiro, acabei lendo muitos livros para adultos antes de completar 13 anos e até enciclopédias eu lia, o que me valeu o apelido de intelectual na minha família quando eu era criança. Claro, depois dos 13, passei a ser chamado de louco pela minha família, mas isso é outra história.

Data dessa época o meu interesse por dinossauros e hoje tenho como certo que fui um T-Rex na minha reencarnação passada. Na época meus pais até comentaram em me colocar num concurso do Sílvio Santos para crianças metidas a sabichonas (hoje chamamos nerd) pra ganhar um dinheiro, mas não rolou. Ainda bem, pois nessa de virar criança-prodígio eu podia acabar que nem o Michael Jackson ou a Britney Spears! E hoje eu seria um pouco mais louco. 

Mas de tanto as pessoas ficarem elogiando a minha inteligência, eu acabei acreditando que era muito esperto mesmo e passei a chamar todo mundo de burro (já treinando para quando fosse ditador). Claro que tinha sempre uns burros que não gostavam que eu chamasse eles de burros e em sua burrice eles zurravam e me coiceavam. Tudo bem, eu sei que era pura inveja da minha sapiência suprema!

Continua em F de FÉRIAS FRUSTRADAS!

   

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

DIONÍSIO – A graphic novel

Dionísio - Graphic Novel - Trailer e Intro from Jerri Dias on Vimeo.




Sobre o projeto

Deuses gregos utilizados como personagens nos quadrinhos contemporâneos podem ser vistos nas histórias de autores consagrados como Neil Gaiman (SANDMAN) e até mesmo em quadrinhos de super-heróis (HÉRCULES e MULHER-MARAVILHA). Seguindo na linha Vertigo, DIONÍSIO vai abordar a mitologia clássica de uma forma que os deuses gregos aprovariam: com muito erotismo, aventura e sobrenatural.

Sobre os criadores

Jerri Dias é escritor, roteirista e diretor dos curtas premiados A VINGANÇA DE KALI GARA, comédia expressionista, ESTRADA, horror e DESAPARECIDO, suspense sobrenatural; a graphic novel de ficção-científica ZARATHUSTRA (Ed. Via Lettera) e o livro de humor ASSUNTO DE INIMIGA (Ed. Nobel).

Pedro Zimmermann é publicitário com vasto currículo em agências e produtoras de vídeo. Roteirista e diretor de curtas como MAPA MUNDI, ECO DE LONGA DISTÃNCIA, recebeu o Kikito de melhor roteiro no Festival de Cinema de Gramado pelo longa metragem DIÁRIO DE UM NOVO MUNDO (2005). Atualmente roteiriza a minissérie de ficção-científica OXIGÊNIO em parceria com Jerri Dias e Carlos Ferreira, com financiamento do Fundo Setorial do Audiovisual.

Sobre o Catarse

É um site de financiamento coletivo, onde diversos projetos culturais são financiados pelas próprias pessoas que deles usufruirão. Neste caso, os leitores ajudarão a obra a ser publicada e no processo recebem a obra (pela metade do preço que pagariam em uma livraria) e diversas outras recompensas especiais que de outra forma, nem sequer existiriam.

Sobre como fazer para saber mais

Para ver o trailer da obra, a apresentação dos criadores, conferir as recompensas e apoiar o projeto, acesse o link abaixo:

Dionísio - Catarse


Ah, assista o trailer em tela cheia e com volume alto ;-)

Para mais detalhes sobre a obra, visite o blog e nossa página no Facebook:
Projeto Dionysius

Dionísio - Graphic Novel



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

DIONÍSIO - Divulgação

Arte de Pedro Zimmermann


O projeto Dionísio - Graphic Novel, criação minha e de Pedro Zimmermann, saiu na seção Quadrinhos do site do Jornal do Brasil.

Seja um dos financiadores e um dos felizes proprietários de uma obra pioneira no quadrinho nacional.

Descubra como lendo a matéria.

Quadrinhos JB.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

DIONÍSIO - Graphic Novel



Chegou a hora da verdade!

Meu projeto DIONÍSIO, em parceria com Pedro Zimmermann, acaba de entrar no Catarse.

Para ser patrocinador do projeto e receber a graphic novel e diversas recompensas bem legais, clique no link logo abaixo, assista o trailer da obra, nossa apresentação do projeto e leia sobre ele.

Se mesmo depois de conferir tudo você não se sentir seduzido(a) por Dionísio a investir nesse projeto inebriante, você pode super ajudar compartilhando no seu mural e avisando os seu amigos que curtem quadrinhos e que certamente vão pirar com essa obra dos deuses... gregos!

A partir de R$ 10,00 você já recebe a graphic novel em PDF e outros brindes!

E os primeiros 10 dias são essenciais para fazer o projeto decolar!

Qualquer dúvida, basta perguntar aqui ou lá na página do projeto!

Conheça DIONÍSIO!

Ah, coloque o trailer em tela cheia e com volume alto ;-)