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terça-feira, 10 de julho de 2018

DIONISO - GRAPHIC NOVEL



Dioniso por R$ 33,00 com frete grátis!

Ou encomende o PDF por apenas R$ 7,00 (link para download pelo e-mail).

Suspense sobrenatural erótico, Dioniso é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D.

Eddy Venino, do site SOBRE CAFÉ E CIGARRO

"Dioniso é uma HQ extremamente interessante não apenas pela temática abordada, mas pelo seu pioneirismo: sua arte é bastante diferente da que estamos acostumados, abrindo mão dos desenhos feitos à mão e utilizando modelos e cenários tridimensionais e tratamento artístico completamente digital para compor as ilustrações. Essa decisão artística contribuiu para compor cenas muito bonitas e bem coloridas, tornando esta a primeira publicação em quadrinhos feita completamente em 3D no Brasil."

Capa dura, tamanho 21 x 28 cm, fino acabamento e 114 páginas em papel couchet.

 Encomendas pelo e-mail:  jerridias@hotmail.com


quinta-feira, 28 de junho de 2018

domingo, 24 de junho de 2018

THE MAGIC ORDER - Comics trailer



A NETFLIX agora está lançando quadrinhos.
E coube a Mark Millar a honra de estrear esta nova editora no mercado.

Provavelmente é uma forma de já garantir direitos de adaptação de obras que sejam sucesso de público ou crítica. Que estúdio não quer ter sua própria franquia de quadrinhos hoje em dia?

sexta-feira, 22 de junho de 2018

INVENCÍVEL - Comics

 Ryan Ottley cria painéis dinâmicos como poucos.
Clique nas imagens para ampliar.


O personagem


Mark Grayson é filho de Nolan Grayson, secretamente Omni-Man, o maior super-herói da Terra. Ao desenvolver os poderes de seu pai no final da adolescência, Mark (Invencível), tentará seguir os passos do lendário Omni-Man.

Os autores


Robert Kirkman

A série The Walking Dead tornou Kirkman um dos roteiristas de quadrinhos mais ricos da atualidade.


Mais conhecido por ser o criador da série The Walking Dead, que ele mesmo adaptou para a TV, Kirkman escreveu diversas outras séries independentes assim como da Marvel, sendo essas Ultimate X-Men, Homem-Formiga e Zumbis Marvel. Além de ser um dos cinco sócios da Image Comics, Kirkman tem dividido seu tempo com produções e roteiros de séries e longas para o cinema.

Cory Walker

Cory Walker em seu melhor momento.


Co-criador de Invencível, seu traço estilo linha clara chamou a atenção de outras editoras e da Marvel. Para esta última ilustrou capas e histórias do Homem-Formiga, Justiceiro, Homem-Aranha e outros. Depois de ilustrar os primeiros números de Invencível, Walker retornou nos últimos números com um traço mais evoluído e interessante.

Ryan Ottley

Ei, eu também tenho uma parede com tijolos expostos e uma estátua do Darth Vader do meu lado.
Mas as semelhanças acabam por aí.


Reconhecido como o ilustrador que sedimentou Invencível aos olhos dos leitores, Ottley tinha sido despedido de uma loja de ferramentas quando decidiu que precisava divulgar intensamente seu trabalho. E deu certo. Kirkman viu seus trabalhos no site Penciljack.com e o chamou para ilustrar Invencível. Ottley entrou para substituir Walker, que não conseguia cumprir os prazos da editora à tempo. Ottley ilustrou quase todos, quando então revezou com Walker os últimos números, para fechar esteticamente a série. Com apenas 2 ilustradores durante 144 edições, esse foi um feito raro em um mercado editorial onde ilustradores de séries longas costumam ser trocados a cada ano. Depois do final da série, Ottley passou a ilustrar o Homem-Aranha para a Marvel.


Os quadrinhos 



Atenção: contém alguns poucos spoilers, mas diante da enormidade de surpresas e reviravoltas na série, essa crítica contém no máximo 1% de spoilers.

Arte de Freddie Williams II.
Artistas convidados produziam miniposters internos para as edições.
Esse é uma clara homenagem ao poster de Superman II de Richard Donner.


Lançada em 2003 e encerrada em 2018, Kirkman e Walker esperavam que a série pudesse durar alguns poucos anos, mas graças ao excelente roteiro e traços elegantes e dinâmicos dos dois ilustradores, a série durou 15 anos distribuídos em 144 edições e mais alguns spin-offs em formatos de minisséries. E o melhor de tudo é que foram os próprios autores que decidiram que era melhor finalizar tudo do que viver para ler seus heróis em aventuras medíocres. Que é o que acontece com todos os heróis que tem séries sem data para acabar ou sequer dão pausa. 

Toda a premissa e mesmo as aventuras de Invencível, de forma genérica, já foram vistas em diversas outras séries de heróis. Se assim é, onde está a novidade e porquê os próprios autores colocaram na capa, em certo ponto, a chamada "o melhor quadrinho de super-herói do universo"?  Para começar a entender isso, comece a ler a revista e tente parar de ler depois da edição nº7.

No universo de Invencível, quando super batalhas acontecem, centenas, às vezes milhares de civis, costumam morrer. 
O traço cartunesco de Cory Walker cria um belo contraponto com a violência.


Bom, me parece que a grande sacada de Kirkman e parceiros foi pegar tudo o que de mais interessante a Marvel, DC e alguns autores como Moore, Millar e Ellis já haviam produzido e sintetizar isso em um número limitado de edições (124 números + minis), com foco no personagem Invencível. Assim, você tem a imaturidade e entusiasmo de um jovem Homem-Aranha, a mitologia de um Super-Homem, as excelentes conversas banais de quadrinhos independentes, a violência de um Authority em um traço que lembra animação, questões políticas que remetem à Miracleman, o amadurecimento de um Ken Parker e o principal, alegrias e tragédias marcantes. Para falar a verdade, esse foi o único quadrinho que me fez literalmente aplaudir algumas cenas.

Tudo isso, é claro, só acontece porquê os personagens vão se tornando cada vez mais tridimensionais, repletos de nuances e ambiguidades à medida que a trama se desenvolve e eles amadurecem ou são transformados pelos acontecimentos. Diferente da maioria das revistas do gênero, os personagens envelheceram mais ou menos no mesmo tempo que seus leitores. Vilões podem se tornar heróis e vice versa, pois mudanças de caráter e opinião é algo que acontece tanto na vida real quanto no universo criado por Kirkman, Walker e Ottley. 

Apesar de ser da editora Image, Kirkman conseguiu um acordo com a Marvel e incorporou uma visita ao universo Marvel dentro da narrativa cronológica de Invencível. 
E ele aproveita para se divertir. 


Kirkman, sempre que pode, brinca, manipula e subverte com maestria todos os clichês do gênero e surpreende o leitor continuamente desconstruindo de forma inteligente tanto cenas de ação quanto diálogos. Assim, vilões controladores de mente que em histórias convencionais demoram dias ou horas para serem derrotados, são incapacitados com uma mera pedra jogada de uma distância segura.
Ou alguns crimes de vilões desesperados são resolvidos com conversa e sem violência alguma. Ou quando um personagem se revela gay e a reação dos amigos é completamente natural.

É óbvio que Invencível não é só conversa, sobra ação o tempo todo, mas a questão é que quase sempre a ação tem um fundo emocional ou perigo real, sendo muitas vezes inevitável de acordo com o antagonista. Assim, quando Invencível enfrenta um sociopata de outro planeta, a batalha dura 3 edições completas e é uma das mais sangrentas e catárticas lutas que já tive a oportunidade de ler. E já faz 45 anos que leio quadrinhos. Aliás, esse é dos grandes problemas de muitas histórias de super-heróis. Os leitores compram esperando grandes cenas de ação, mas no geral elas são curtas, duram entre 1 e 3 páginas, não são bem coreografadas/editadas e tem excesso de conversa. Isso não acontece em Invencível. As conversas são reduzidas nas cenas de ação, as cenas de lutas importantes são estendidas para garantir um impacto emocional e são bem planejadas e coreografadas. Ou seja, existe um cuidado para imergir o leitor dentro da batalha e não apenas fazê-lo folhear as páginas entediado com brigas pífias e previsíveis.


No filme Homem de Aço, de Zack Snyder, a inspiração para o uso da supervelocidade nas lutas parece ter sido tirada diretamente das ilustrações de Ottley.
Nesse arco chamado Conquista, a adrenalina provocada no leitor é equivalente à violência da batalha.


Além de subverter e brincar com os diversos heróis que fazem parte deste universo, Kirkman usa e abusa criativamente de conceitos como realidades paralelas, viagens no tempo, invasões alienígenas, origens de heróis, consequências realistas da existência de heróis no mundo e até mesmo cria um reboot dentro da própria série que afeta a cronologia da série regular. Coisa fina. E falando em reboots, o personagem de Grayson é fã de quadrinhos e volta e meia tem discussões sobre quadrinhos na sua comics store preferida e lá Kirkman aproveita para criticar e debochar da indústria dos quadrinhos e até mesmo de suas decisões narrativas com o personagem.

Sobre o planejamento geral da série, apesar do claro talento de Kirkman e companhia, as primeiras dezenas de números contém uma ou outra cena interessante ou que parecia importante que acabou sendo deixada de lado (ou convenientemente esquecida) devido a novas reviravoltas e acontecimentos na narrativa. Por um lado, isso é bastante perdoável, pois a série tem dez vezes mais acertos do que erros no que concerne a respeitar a ordem cronológica e consequências dos atos de cada personagem. Tamanha complexidade e entrelaçamento de personagens só lembro de ter visto em Watchmen, para ficar apenas no gênero.


Um dos grandes trunfos de Invencível, é que personagens importantes podem morrer a qualquer momento. Invencível é o Game of Thrones dos super-heróis.


As consequências dos atos de vilões e heróis são fatos que nunca são esquecidos, sejam elas pequenas ou enormes e essa atenção a esse tipo de detalhe torna a leitura rica e são sempre um elogio de Kirkman à inteligência do leitor, mantendo sempre um ótimo nível tanto na escrita quanto evitando superexposição de fatos passados, recurso muito utilizado por quadrinhos voltados para adolescentes, onde personagens repetem a cada edição coisas que todo leitor já cansou de ler já na terceira edição. 

Já o final de uma série tão longa deve ter sido algo que atormentou Kirkman e seus associados por muito tempo, pois como finalizar com chave de ouro uma série de super-heróis com contornos tão humanos quanto galácticos? Optando por se deixar influenciar por grandes obras como Superman:Identidade Secreta, a série de TV À 7 Palmos e ao filme de Spike Lee, A Última Noite.
Quem leu ou viu todas essas referências, deve ter uma ideia do que estou falando.

E Depois de 15 anos e mais de 170 edições no universo de Mark Grayson, Invencível me convenceu de que é o melhor quadrinho de super-herói (em série) do universo.


A obra, que começa em um tom juvenil e um tanto bem-humorada na maior parte, vai se tornando mais complexa e trágica à medida que o personagem cresce.
   

Depois de Invencível


Em 2005 a Paramount comprou os direitos da obra e Kirkman escreveu um roteiro. Mas ficou por isso.  Para você ter uma ideia, mesmo uma trilogia longa como a do Senhor dos Anéis não daria conta da duração necessária para abarcar todos os personagens e cenas essenciais da série. O ideal mesmo seria 12 filmes de 3 horas casa. Mas como isso é impossível, talvez 6 filmes de 2 horas cada deixando apenas o essencial e cortando metade dos personagens. Mas como o personagem é praticamente desconhecido até mesmo entre fãs de super-heróis, as chances são bem pequenas. Então o quê?

Bem, a Amazon acaba de anunciar neste mês de junho, que fará 8 episódios em animação de Invencível, cada um com 1 hora de duração. Com possibilidade para uma segunda temporada caso a série tenha uma boa audiência. A questão é se vão manter o nível adulto e violento dos quadrinhos.


Contra oponentes sociopatas muito mais poderosos, Mark Grayson vai descobrir que não pode haver trégua nem clemência (repare na fratura exposta no cotovelo do herói). 
Arte de Ryan Ottley


Por outro lado, desde o ano passado que Seth Rogen (Besouro Verde), ator, roteirista e produtor está tentando fazer um filme de Invencível e saiu uma grande matéria sobre isso em fevereiro deste ano sobre como ele e Evan Goldberg estão trabalhando o roteiro do filme com a benção de Kirkman. Provavelmente irão trabalhar o primeiro arco dos quadrinhos. Espero que sim, ou o filme pode ficar bastante confuso se introduzirem aventuras espaciais antes de fincarem o pé no chão. Mais ou menos como fez a Marvel, que começou em uns poucos lugares do planeta e com o tempo, expandiu para todo o universo.

Àqueles que acham que o gênero de super-herói está ficando repetitivo na tela grande, podem esperar grandes surpresas se o tom, dinâmica e complexidade de Invencível forem mantidos no cinema. Para mim, que passei a adolescência vendo apenas um filme decente baseado em quadrinhos a cada 2 ou 3 anos, a época cinematográfica atual são meus maiores sonhos nerds se tornando realidade.


Um filme de Invencível que chegasse ao ponto de abarcar os arcos cósmicos que se iniciam na metade da série, necessitaria do mesmo tipo de orçamento e qualidade de produção de um Star Wars ou Vingadores:Guerra Infinita. 



sexta-feira, 18 de maio de 2018

CRIMES E CASTIGOS - Quadrinhos




Projeto super bacana no CATARSE.

Vou deixar alguns dados sobre essa ótima obra que você pode apoiar e adquirir lá no site.

O projeto

Como é possível que os quadrinhos de Carlos Nine – um artista único, premiado e adorado como um mestre nos quatro cantos do planeta – tenha passado em branco por todos esses anos aos olhos do meio editorial brasileiro? Como?!

Mas finalmente nós estamos aqui juntos para dar fim a esse absurdo! A Figura Editora, delirante de orgulho, convida você para participar do financiamento coletivo/pré-venda do primeiro álbum de HQ do incomparável Carlos Nine a ser publicado no Brasil: CRIMES E CASTIGOS.

Assim, você não só terá seu nome impresso nessa linda edição, más também nos ajudará a seguir trazendo grandes autores ao país.


O LIVRO

Crimes e Castigos será uma edição de luxo, formato 21,5 x 30 cm, capa dura, miolo com 64 páginas coloridas, em papel couchê fosco de 115 g.

Nas livrarias, o livro custará R$52,90. Aqui você pode comprar com até 40% de desconto, e colaborar decisivamente para a realização dessa edição.

Quer saber mais? Clica aqui!


segunda-feira, 9 de abril de 2018

THE BOYS - Série

 Um dos quadrinhos mais debochados e ultra violentos sobre super-heróis vai chegar às telas em 2019.


Já faz muito tempo que estão tentando adaptar a série em quadrinhos THE BOYS para a tela grande.  Adam Mckay (A Grande Aposta) ficou envolvido no projeto durante muito tempo, mas por diversos motivos acabou desistindo.

Mas eis que entre os muitos fãs dessa pequena obra-prima do aclamado roteirista Garth Ennis e do ilustrador Darrick Robertson, estava o ator e produtor Seth Rogen (É o Fim), ator responsável por muitas das comédias mais divertidas do últimos anos. Como a obra de Ennis e Robertson é uma sátira mordaz ao universo dos super-heróis, existe uma boa chance de Rogen acertar se o orçamento e a produção forem criativos o suficiente para realizar uma boa adaptação.

Junto com os produtores Evan Goldberg (Besouro Verde) e Eric Krioke (Supernatural), o trio conseguiu convencer a AMAZON (concorrente da Netflix) a investir na produção. Depois da frustrada adaptação de POWERS, espera-se que a produtora invista mais na qualidade da produção, diretores a atores. Uma pena que Simon Pegg não fará o papel de Hughie, já que ele serviu de modelo para o personagem. O fator principal pode ter sido a atual idade do ator, que poderia ser um impedimento para a credibilidade do personagem. E questões de orçamento, claro.

A contratação do versátil Karl Urban (Juiz Dredd, Thor:Ragnarok, Star Trek) para o papel de Billy Butcher, o chefe dos The Boys, é um bom sinal. 

Para quem não conhece THE BOYS, ela é uma série fechada de 72 edições que foi publicada no EUA entre 2006 e 2012. A DEVIR lançou 6 volumes, mas ainda não finalizou a série por aqui. A obra é meio que um manifesto de desprezo e ódios pelos super-heróis e a chamada de apresentação lançada pela AMAZON é a seguinte:

Em um mundo onde super-heróis vivem no lado negro da fama, THE BOYS foca em um grupo de vigilantes conhecidos informalmente como "The Boys", pessoas da classe operária selecionadas para acabar com super-heróis corruptos com nada além de força bruta e sem medo de praticarem golpes baixos.

A gravação dos 8 episódios da primeira temporada já estão em andamento e a estreia está programada para 2019. A dúvida é se irão manter toda a carga de violência e perversões sexuais contidas nos quadrinhos. Minha aposta é que vão omitir quase tudo para não chocar o espectador médio. Afinal, THE BOYS está para histórias convencionais de supers como GAME OF THRONES está para A CRUZADA de Ridley Scott.   

   A violência extrema sobreviverá à censura da Amazon? 
Quem sobreviver, verá.



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

DIONISO - GRAPHIC NOVEL



DIONISO por R$ 33,00 com frete grátis!

Ou encomende o PDF por apenas R$ 7,00 (link para download pelo e-mail).

Suspense sobrenatural erótico, "Dioniso" é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D.

Capa dura, tamanho 21 x 28 cm, fino acabamento e 114 páginas em papel couchet.

 Encomendas pelo e-mail:  jerridias@hotmail.com


sábado, 21 de outubro de 2017

SIDEKICK - Curta



Curta-metragem interessante que remete a série INVENCÍVEL e a história curta O GAROTO QUE COLECIONAVA HOMEM-ARANHA. Apesar de uma concepção um tanto machista de mundo, o curta comove pela simplicidade, pela boa produção e boas atuações. Destaque para as participações de Emily Bett Rickards (Arrow) e Tom Cavanagh (The Flash). 



sexta-feira, 4 de agosto de 2017

DIONISO - GRAPHIC NOVEL



DIONISO por apenas R$ 32,00 com frete grátis!

PDF por R$ 7,00. Envio de link para baixar por e-mail.

Encomendas pelo e-mail jerridias@hotmail.com

A obra

Suspense sobrenatural erótico, "Dioniso" é a primeira publicação nacional totalmente produzida em arte digital 3D. Edição da Editora AVEC om fino acabamento em capa dura, tamanho 21 x 28 cm, e 114 páginas em papel couchet.



Sinopse

Adriano Ferri, um detetive particular e sua amiga Marcela envolvem-se em uma trama onde rituais pagãos e mitos antigos provam que ainda não estão mortos.

Os autores

Jerri Dias já publicou a graphic novel “Zarathustra” e escreveu para revistas como a “Made in Brazil”, “A3 Quadrinhos”, “Dum-Dum” e outras. No campo do audiovisual, reúne prêmios com os curtas de horror “Estrada”, “Desaparecido” e a comédia “A Vingança de Kali Gara”.

Também é premiado no cinema o roteirista, diretor e ilustrador Pedro Zimmermann. Consta em seu currículo um Kikito de Gramado como melhor roteirista pelo longa “Diário de um Novo Mundo” e premiações pelos curtas de ficção científica “Mapa-Múndi” e “Eco de Longa Distância”. Seu trabalho mais recente é a minissérie de TV nacional de ficção científica, “Oxigênio”.



Trechos de Críticas

"Olha, devo lhes admitir que essa parte da Graphic é muito bacana, e obviamente que instiga a mente nerd de qualquer um que tenha um parco conhecimento de mitologias diversas, fazendo-nos imaginar que essa história pode render muitas e ótimas continuações explorando justamente essa treta entre Deuses diversos, mesmo que qualquer leitor iniciado no mundo Vertigo já tenha visto algo similar… O assunto ainda rende, e é praticamente inesgotável dada a imensa gama de divindades e culturas mitológicas do nosso mundo."
Hell - site Melhores do Mundo

"DIONISO nos traz deuses, figuras mitológicas, belas mulheres, terror e muito sangue. Com um roteiro que prioriza a estrutura e o background onde foi construída e com ilustrações que interagem bem com o que é contado. DIONISO é uma história com gostinho de quero mais."
Eddy Venino, site Sobre Café e Cigarro

"Já vou adiantar: a HQ tem sangue, esquartejamento, putaria, mulheres peladas e quem espera ver os “lábios da rata” das meninas… chegou ao lugar certo! Combinando mitologia grega, ocultismo e as mais avançadas técnicas de edições de imagens, DIONISO foi planejado por quatro mãos que já possuem ampla experiência na arte de contar histórias.
Site Dínamo Estúdio



sexta-feira, 26 de maio de 2017

SUPERGIRL (EUA, 2015 - ) - 1ª Temporada

Você vai acreditar que uma mulher pode voar.
A Personagem

Nos quadrinhos, Supergirl fez parte da leva da família de kryptonianos que viviam surgindo na Era de Prata, incluindo até mesmo um Super-Cavalo. Criada em 1958, ela é certamente a melhor e mais duradoura personagem dessa fase um tanto sem noção.  Embora ela tenha tido diversas variações e nomes diferentes ao longo das décadas, Kara Zor-El é o mais popular. Nos quadrinhos, sua melhor fase foi a escrita por Peter David e ilustrada por Gray Frank (foi publicada pela editora Abril).


 Capa original da primeira aparição de Supergirl.

A Série

Atenção: contém spoilers.

Como Flash, Supergirl também se baseia no carisma e simpatia de sua protagonista, Melissa Benoist. Apesar de ter menos dramaticidade do que Flash, a intenção da série é justamente ser mais leve e ingênua do que as demais séries da DC produzidas pela Warner. Uma resposta dos produtores ao tom mais sombrio e tenso do Superman dos filmes da DC no cinema? Provavelmente.

O fato é que o público está gostando das aventuras de Garota de Aço e como a própria série faz questão de apontar, o empoderamento feminino também faz parte da narrativa. Um ótimo exemplo para o público jovem feminino.  E para os rapazes também.

Ótimo poster promocional emulando capa de quadrinhos e a famosa corrida entre Flash e Superman.

Na primeira temporada, Supergirl revela sua existência para a humanidade (embora suas ações acabem basicamente restritas à National City por conta do orçamento), enfrenta vilões kryptonianos que estão há muitos anos no planeta (e que por alguma razão não conseguiram derrotar Superman nem conquistar o planeta pela força), se associa a uma agência secreta responsável por monitorar e prender criminosos alienígenas (um MIB metido a sério), conhece O Caçador de Marte (que mesmo quando não precisa, faz questão de permanecer humano) e finalmente tem um crossover divertido com Flash (Grant Gustin) no episódio Melhores do Mundo (Aeeeeee).

Além de muitas referências aos filmes, séries passadas e quadrinhos, o elenco conta com participações pontuais de Helen Slater (a Supergirl cinematográfica de 1984) e Dean Cain (o Kael-El de Lois & Clark - As Aventuras de Superman, série dos anos 90). A primeira temporada também conta com a atriz Laura Vandervoort (a Supergirl de Smallville) como Indigo, uma versão feminina de Brainiac com um visual completamente Mystique (versão cinematográfica). E entre os muitos atores, duas curiosidades bizarras: uma atriz chamada Harley Quinn Smith e um ator chamado Justice Leak (de Justice League?).

 Boa parte do orçamento vai em efeitos especiais.
Embora alguns fiquem acima da média, sempre tem aquelas cenas em que você nota a falta de grana.

Apesar dos 3 milhões de orçamento por episódio serem um valor bem alto para uma série de TV, a série sempre deixa a desejar nas sequências de lutas, mesmo comparadas com o Superman II com Christopher Reeve. Golpes que deveriam mandar adversários dezenas de metros para trás ou afundá-los no asfalto, não são diferentes de nenhuma briga entre mortais comuns. Isso até acontece, mas com muita economia. Uma solução simples, rápida e barata para isso seria tremer a cena digitalmente para dar a impressão de onda de choque e adicionar um som impactante a cada golpe. Também colocar um flash branco (como faziam nos desenhos da Liga) no momento do impacto de um golpe não faria mal algum. Isso tem o custo zero de alguns frames em branco.

A primeira temporada ficou em 39º lugar entre as mais assistidas e manteve uma média de quase 10 milhões de espectadores.  Mas a renovação para a segunda temporada só foi possível porque os produtores conseguiram reduzir seus custos originais ao se mudar para Vancouver, no Canadá, local onde muitas séries americanas são gravadas por conta de mão de obra mais barata. Isso fez com que Calista Flochart (Cat Grant) deixasse a série porque ela estipulou em contrato que só  trabalharia nela se permanecesse em Los Angeles. Mas foi acordado que ela viajaria para o Canadá para participações especiais na segunda temporada.

Com participação do próprio Superman, Flash e outros heróis na segunda temporada, Supergirl tem potencial para voar mais alto se diminuir um pouco certos draminhas bobos dos personagens e se concentrar em diálogos mais divertidos (não necessariamente engraçados).  


O trailer foi criado para chamar o público feminino e dá a impressão de uma comédia romântica com música pop de mau gosto, mas o seriado consegue ir um pouco mais além disso.


Quando eu acabar de assistir a segunda temporada, tem mais.  
   

domingo, 26 de março de 2017

LIGA DA JUSTIÇA - Trailer 1


Este novo trailer foca bastante na ação sem apresentar detalhes da história ou qualquer conflito dos personagens. Zack Snyder gosta de utilizar canções de rock/pop em seus filmes, mas como a bomba Esquadrão Suicida usou o mesmo artifício estético e musical em seu trailer, ficou uma sensação ruim de déjà-vu.




domingo, 19 de março de 2017

BERNIE WRIGHTSON (1948 - 2017) - Ilustrador



Bernie Wrightson se foi e deixou sua marca nos quadrinhos de horror, fantasia e ficção científica. Dono de um traço original como poucos e um mestre na arte da ilustração em preto e branco, Wrightson influenciou e continuará influenciando novas gerações de artistas que sempre lhe prestarão a devida homenagem.

Adeus e obrigado por dar vida aos nossos pesadelos mais aterrorizantes de uma forma que todos nós pudéssemos nos maravilhar com eles.











Clique para ampliar.


sexta-feira, 10 de março de 2017

GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL 2 - Trailer


O primeiro Guardiões da Galáxia foi o filme mais colorido e infanto-juvenil da Marvel, ou seja, não me agradou muito, mas entendo o sucesso do filme entre o público entre os 9 e 25 anos. Mas se Capitão América conseguiu evoluir de um primeiro filme morno para o melhor filme da Marvel com o Soldado Invernal, quem sabe?...

Jmes Gunn fez um ótimo filme de heróis com Super, estou torcendo para que ele recupere o deboche e ironia desse filme.


QUARTETO FANTÁSTICO E O SURFISTA PARTEADO - Clip 2

Fantastic Four - Rise of the Silver Surfer - Clip 2 from Jerri Dias on Vimeo.


Mais um clip em cima do filme de Tim Story, mas este ficou mais uma espécie de trailer com final alternativo para o filme ;-)


DEADPOOL 2 - Teaser


O melhor teaser-trailer do ano. Sim, ninguém vai fazer um melhor do que esse. Top top!


QUARTETO FANTÁSTICO E O SURFISTA PRATEADO - Clip 1

Fantastic Four - The Rise of the Silver Surfer - Clip 1 from Jerri Dias on Vimeo.


Como já fiz com outros filmes, esse é mais um clip que editei com a trilha épica do Two Steps From Hell.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

PUNHO DE FERRO - Trailer


Torcendo pra Netflix manter o mesmo nível de Demolidor e Jessica Jones, porquê em Luke Cage eles pisaram na bola.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

LUKE CAGE (Marvel's Luke Cage, EUA, 2016) - Série

Herói a prova de balas. Já a série...


Atenção: esta crítica contém SPOILERS.

Sinopse

Luke Cage é um presidiário inocente, que após sofrer um experimento químico ilegal na prisão, desenvolve força sobre-humana e pele impenetrável. Após fugir da prisão, tenta viver incógnito no Harlem. Mas com amigos sendo mortos pela quadrilha que domina o bairro, Cage decide fazer justiça.


Até certo ponto é divertido ver Cage derrotando bandidos comuns, mas um herói sem desafios reais não é um herói.


O personagem

Luke Cage, junto com Pantera Negra e o Falcão, é um dos primeiros super-heróis negros da Marvel. Criado em 1972 por Archie Goodwin, John Romita e George Tuska, Cage teve uma carreira irregular ao longo de mais de 40 anos, mas teve grandes momentos como a série CAGE de Brian Azzarello e Richard Corben (leia a crítica aqui).



A versão de 1972 e a versão 2016 dos quadrinhos.


A série  

LUKE CAGE é uma série do Netflix criada por Cheo Hodari Coker baseada nas histórias em quadrinhos do super-herói homônimo da Marvel. O personagem interpretado por Mike Colkter já havia feito ótimas aparições na série JESSICA JONES, o que garantiu uma boa expectativa do público quando a série foi anunciada.

Infelizmente, a série não atingiu o mesmo patamar narrativo de DEMOLIDOR e JESSICA JONES. Com sérios problemas no que tange ao desenvolvimento do personagem e das situações em que se envolve, o roteiro padece de um ritmo lento, desencontrado e com diálogos fracos.


O personagem Pops (sentado) é outro erro do filme. Mentor típico desse tipo de narrativa, participa pouco, morre logo e o espectador não se importa, por mais que o roteiro tente dar importância para ele.


Claro, a série consegue prender atenção nas sequências de ação, nas apresentações musicais (apesar do excesso delas) e para quem é fã e acompanha o universo cinematográfico da Marvel, toda referência é divertida. Os personagens também poderiam ser mais interessantes, se, como disse, houvesse maior tridimensionalidade neles e menos diálogos ruins saindo de suas bocas.

Mike Colter (Luke Cage), por exemplo, teve um grande impacto em JESSICA JONES, mas aqui, tendo que carregar o filme nas costas, revela uma certa limitação para aprofundar nuances do personagem.
Durante a série, por culpa da enrolação dos roteiristas, seu personagem está sempre migrando da indecisão para a ação e vice-versa, o que acaba irritando um pouco o espectador. César Soto, do G1, disse que o motivo da procrastinação para que Cage não acabasse logo com seus inimigos no filme é porque ele era poderoso demais e isso poderia ser feito logo no primeiro episódio. Assim, ficam arranjando motivos nada convincentes para que Cage não dê conta do recado rapidamente.


O personagem Shades (Theo Rossi), de óculos, é um capanga interessante, mas não chega a ser ameaçador e interessante como o assessor do Rei em Demolidor.


Com Cage brincando de Hamlet negro comendo pelas beiradas sem resolver as coisas, o mesmo tem que fazer os outros personagens, prejudicando todo o andamento do que poderia ser uma ótima série.

A série só começa a ficar boa lá pelo 6º episódio, quando Cage finalmente sofre um atentando que coloca sua vida em perigo. Mas para uma série que só tem 13 episódios, isso é bem chato. Com um novo elemento, as balas Judas, inseridas no contexto, Cage já não é mais tão invencível assim e isso é o que se espera de filmes de heróis, que eles enfrentem vilões que podem realmente matá-los. Se o herói não sofre perigo algum e não é uma comédia, qual é a graça?


Quando a pessoa não vai tratar de traumas infantis na terapia, acaba virando um vilão ressentido.


A segunda grande falha do roteiro é a motivação do vilão Diamondback ((Erik Laray Harvey), que se revela meio-irmão de Cage e que, aparentemente se tornou um gangster apenas para se vingar do irmão super-herói. Não tenho certeza se é bem isso pois não fica claro, mas quando Diamondback finalmente surge, todo o interesse dele em traficar armas se esvai pela sua sede de vingança pelo irmão, motivada porquê?
Por Cage ser o preferido do papai! A intenção dos roteiristas em dar uma motivação infantil dessas para um vilão adulto ameaçador saiu pela culatra. Ao invés de dar profundidade ao personagem, só o fez parecer ridículo. "Meu, vai fazer um ano de terapia que passa!" Mas enfim, o mesmo aconteceu com Loki em THOR e ele conseguiu superar isso em OS VINGADORES e também porque era Tom Hiddleston. Não sei se Diamondback terá essa sorte.

O melhor da série em termos de atuações acabam ficando por conta das mulheres com a presença recorrente da belíssima Rosario Dawson (como Claire Temple) e de Simone Missick (como a policial Misty Knight). Quando Misty leva aquele tiro no braço em um dos episódios finais, tenho certeza que todos os leitores torceram para que ele perdesse o membro. Ah, e também temos Sonia Braga interpetando a mãe mexicana de Claire, mas isso é apenas um mimo para nós, brasileiros. A série tenta falar um pouco de racismo, mas sem muito sucesso, pois ele é mais citado do que visto, já que 90% dos personagens principais são negros, incluindo políticos, policias e gangsters, sobram poucos representantes brancos para demonstrar o racismo do sistema.


Apesar do roteiro mais furado do que a camisa de Cage, Rosario Dawson e Simone Messick ajudam o espectador a manter o interesse em seus personagens.


Bem, agora é torcer para que a série PUNHO DE FERRO não cometa os erros de LUKE CAGE e se mantenha no nível de DEMOLIDOR e JESSICA JONES, criando vilões à altura do personagem e situações que realmente empurrem a trama para a frente e não para trás.