Se Shyamalan manter o mesmo nível de Corpo Fechado e Fragmentado, será uma pequena obra-prima do gênero.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018
VIDRO - Trailer
Se Shyamalan manter o mesmo nível de Corpo Fechado e Fragmentado, será uma pequena obra-prima do gênero.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
INVENCÍVEL - Comics
Ryan Ottley cria painéis dinâmicos como poucos.
Clique nas imagens para ampliar.
O personagem
Mark Grayson é filho de Nolan Grayson, secretamente Omni-Man, o maior super-herói da Terra. Ao desenvolver os poderes de seu pai no final da adolescência, Mark (Invencível), tentará seguir os passos do lendário Omni-Man.
Os autores
Robert Kirkman
A série The Walking Dead tornou Kirkman um dos roteiristas de quadrinhos mais ricos da atualidade.
Mais conhecido por ser o criador da série The Walking Dead, que ele mesmo adaptou para a TV, Kirkman escreveu diversas outras séries independentes assim como da Marvel, sendo essas Ultimate X-Men, Homem-Formiga e Zumbis Marvel. Além de ser um dos cinco sócios da Image Comics, Kirkman tem dividido seu tempo com produções e roteiros de séries e longas para o cinema.
Cory Walker
Cory Walker em seu melhor momento.
Co-criador de Invencível, seu traço estilo linha clara chamou a atenção de outras editoras e da Marvel. Para esta última ilustrou capas e histórias do Homem-Formiga, Justiceiro, Homem-Aranha e outros. Depois de ilustrar os primeiros números de Invencível, Walker retornou nos últimos números com um traço mais evoluído e interessante.
Ryan Ottley
Ei, eu também tenho uma parede com tijolos expostos e uma estátua do Darth Vader do meu lado.
Mas as semelhanças acabam por aí.
Reconhecido como o ilustrador que sedimentou Invencível aos olhos dos leitores, Ottley tinha sido despedido de uma loja de ferramentas quando decidiu que precisava divulgar intensamente seu trabalho. E deu certo. Kirkman viu seus trabalhos no site Penciljack.com e o chamou para ilustrar Invencível. Ottley entrou para substituir Walker, que não conseguia cumprir os prazos da editora à tempo. Ottley ilustrou quase todos, quando então revezou com Walker os últimos números, para fechar esteticamente a série. Com apenas 2 ilustradores durante 144 edições, esse foi um feito raro em um mercado editorial onde ilustradores de séries longas costumam ser trocados a cada ano. Depois do final da série, Ottley passou a ilustrar o Homem-Aranha para a Marvel.
Os quadrinhos
Atenção: contém alguns poucos spoilers, mas diante da enormidade de surpresas e reviravoltas na série, essa crítica contém no máximo 1% de spoilers.
Arte de Freddie Williams II.
Artistas convidados produziam miniposters internos para as edições.
Esse é uma clara homenagem ao poster de Superman II de Richard Donner.
Lançada em 2003 e encerrada em 2018, Kirkman e Walker esperavam que a série pudesse durar alguns poucos anos, mas graças ao excelente roteiro e traços elegantes e dinâmicos dos dois ilustradores, a série durou 15 anos distribuídos em 144 edições e mais alguns spin-offs em formatos de minisséries. E o melhor de tudo é que foram os próprios autores que decidiram que era melhor finalizar tudo do que viver para ler seus heróis em aventuras medíocres. Que é o que acontece com todos os heróis que tem séries sem data para acabar ou sequer dão pausa.
Toda a premissa e mesmo as aventuras de Invencível, de forma genérica, já foram vistas em diversas outras séries de heróis. Se assim é, onde está a novidade e porquê os próprios autores colocaram na capa, em certo ponto, a chamada "o melhor quadrinho de super-herói do universo"? Para começar a entender isso, comece a ler a revista e tente parar de ler depois da edição nº7.
No universo de Invencível, quando super batalhas acontecem, centenas, às vezes milhares de civis, costumam morrer.
O traço cartunesco de Cory Walker cria um belo contraponto com a violência.
Bom, me parece que a grande sacada de Kirkman e parceiros foi pegar tudo o que de mais interessante a Marvel, DC e alguns autores como Moore, Millar e Ellis já haviam produzido e sintetizar isso em um número limitado de edições (124 números + minis), com foco no personagem Invencível. Assim, você tem a imaturidade e entusiasmo de um jovem Homem-Aranha, a mitologia de um Super-Homem, as excelentes conversas banais de quadrinhos independentes, a violência de um Authority em um traço que lembra animação, questões políticas que remetem à Miracleman, o amadurecimento de um Ken Parker e o principal, alegrias e tragédias marcantes. Para falar a verdade, esse foi o único quadrinho que me fez literalmente aplaudir algumas cenas.
Tudo isso, é claro, só acontece porquê os personagens vão se tornando cada vez mais tridimensionais, repletos de nuances e ambiguidades à medida que a trama se desenvolve e eles amadurecem ou são transformados pelos acontecimentos. Diferente da maioria das revistas do gênero, os personagens envelheceram mais ou menos no mesmo tempo que seus leitores. Vilões podem se tornar heróis e vice versa, pois mudanças de caráter e opinião é algo que acontece tanto na vida real quanto no universo criado por Kirkman, Walker e Ottley.
Apesar de ser da editora Image, Kirkman conseguiu um acordo com a Marvel e incorporou uma visita ao universo Marvel dentro da narrativa cronológica de Invencível.
E ele aproveita para se divertir.
Kirkman, sempre que pode, brinca, manipula e subverte com maestria todos os clichês do gênero e surpreende o leitor continuamente desconstruindo de forma inteligente tanto cenas de ação quanto diálogos. Assim, vilões controladores de mente que em histórias convencionais demoram dias ou horas para serem derrotados, são incapacitados com uma mera pedra jogada de uma distância segura.
Ou alguns crimes de vilões desesperados são resolvidos com conversa e sem violência alguma. Ou quando um personagem se revela gay e a reação dos amigos é completamente natural.
É óbvio que Invencível não é só conversa, sobra ação o tempo todo, mas a questão é que quase sempre a ação tem um fundo emocional ou perigo real, sendo muitas vezes inevitável de acordo com o antagonista. Assim, quando Invencível enfrenta um sociopata de outro planeta, a batalha dura 3 edições completas e é uma das mais sangrentas e catárticas lutas que já tive a oportunidade de ler. E já faz 45 anos que leio quadrinhos. Aliás, esse é dos grandes problemas de muitas histórias de super-heróis. Os leitores compram esperando grandes cenas de ação, mas no geral elas são curtas, duram entre 1 e 3 páginas, não são bem coreografadas/editadas e tem excesso de conversa. Isso não acontece em Invencível. As conversas são reduzidas nas cenas de ação, as cenas de lutas importantes são estendidas para garantir um impacto emocional e são bem planejadas e coreografadas. Ou seja, existe um cuidado para imergir o leitor dentro da batalha e não apenas fazê-lo folhear as páginas entediado com brigas pífias e previsíveis.
No filme Homem de Aço, de Zack Snyder, a inspiração para o uso da supervelocidade nas lutas parece ter sido tirada diretamente das ilustrações de Ottley.
Nesse arco chamado Conquista, a adrenalina provocada no leitor é equivalente à violência da batalha.
Além de subverter e brincar com os diversos heróis que fazem parte deste universo, Kirkman usa e abusa criativamente de conceitos como realidades paralelas, viagens no tempo, invasões alienígenas, origens de heróis, consequências realistas da existência de heróis no mundo e até mesmo cria um reboot dentro da própria série que afeta a cronologia da série regular. Coisa fina. E falando em reboots, o personagem de Grayson é fã de quadrinhos e volta e meia tem discussões sobre quadrinhos na sua comics store preferida e lá Kirkman aproveita para criticar e debochar da indústria dos quadrinhos e até mesmo de suas decisões narrativas com o personagem.
Sobre o planejamento geral da série, apesar do claro talento de Kirkman e companhia, as primeiras dezenas de números contém uma ou outra cena interessante ou que parecia importante que acabou sendo deixada de lado (ou convenientemente esquecida) devido a novas reviravoltas e acontecimentos na narrativa. Por um lado, isso é bastante perdoável, pois a série tem dez vezes mais acertos do que erros no que concerne a respeitar a ordem cronológica e consequências dos atos de cada personagem. Tamanha complexidade e entrelaçamento de personagens só lembro de ter visto em Watchmen, para ficar apenas no gênero.
Um dos grandes trunfos de Invencível, é que personagens importantes podem morrer a qualquer momento. Invencível é o Game of Thrones dos super-heróis.
As consequências dos atos de vilões e heróis são fatos que nunca são esquecidos, sejam elas pequenas ou enormes e essa atenção a esse tipo de detalhe torna a leitura rica e são sempre um elogio de Kirkman à inteligência do leitor, mantendo sempre um ótimo nível tanto na escrita quanto evitando superexposição de fatos passados, recurso muito utilizado por quadrinhos voltados para adolescentes, onde personagens repetem a cada edição coisas que todo leitor já cansou de ler já na terceira edição.
Já o final de uma série tão longa deve ter sido algo que atormentou Kirkman e seus associados por muito tempo, pois como finalizar com chave de ouro uma série de super-heróis com contornos tão humanos quanto galácticos? Optando por se deixar influenciar por grandes obras como Superman:Identidade Secreta, a série de TV À 7 Palmos e ao filme de Spike Lee, A Última Noite.
Quem leu ou viu todas essas referências, deve ter uma ideia do que estou falando.
E Depois de 15 anos e mais de 170 edições no universo de Mark Grayson, Invencível me convenceu de que é o melhor quadrinho de super-herói (em série) do universo.
A obra, que começa em um tom juvenil e um tanto bem-humorada na maior parte, vai se tornando mais complexa e trágica à medida que o personagem cresce.
Depois de Invencível
Em 2005 a Paramount comprou os direitos da obra e Kirkman escreveu um roteiro. Mas ficou por isso. Para você ter uma ideia, mesmo uma trilogia longa como a do Senhor dos Anéis não daria conta da duração necessária para abarcar todos os personagens e cenas essenciais da série. O ideal mesmo seria 12 filmes de 3 horas casa. Mas como isso é impossível, talvez 6 filmes de 2 horas cada deixando apenas o essencial e cortando metade dos personagens. Mas como o personagem é praticamente desconhecido até mesmo entre fãs de super-heróis, as chances são bem pequenas. Então o quê?
Bem, a Amazon acaba de anunciar neste mês de junho, que fará 8 episódios em animação de Invencível, cada um com 1 hora de duração. Com possibilidade para uma segunda temporada caso a série tenha uma boa audiência. A questão é se vão manter o nível adulto e violento dos quadrinhos.
Contra oponentes sociopatas muito mais poderosos, Mark Grayson vai descobrir que não pode haver trégua nem clemência (repare na fratura exposta no cotovelo do herói).
Arte de Ryan Ottley
Por outro lado, desde o ano passado que Seth Rogen (Besouro Verde), ator, roteirista e produtor está tentando fazer um filme de Invencível e saiu uma grande matéria sobre isso em fevereiro deste ano sobre como ele e Evan Goldberg estão trabalhando o roteiro do filme com a benção de Kirkman. Provavelmente irão trabalhar o primeiro arco dos quadrinhos. Espero que sim, ou o filme pode ficar bastante confuso se introduzirem aventuras espaciais antes de fincarem o pé no chão. Mais ou menos como fez a Marvel, que começou em uns poucos lugares do planeta e com o tempo, expandiu para todo o universo.
Àqueles que acham que o gênero de super-herói está ficando repetitivo na tela grande, podem esperar grandes surpresas se o tom, dinâmica e complexidade de Invencível forem mantidos no cinema. Para mim, que passei a adolescência vendo apenas um filme decente baseado em quadrinhos a cada 2 ou 3 anos, a época cinematográfica atual são meus maiores sonhos nerds se tornando realidade.
Um filme de Invencível que chegasse ao ponto de abarcar os arcos cósmicos que se iniciam na metade da série, necessitaria do mesmo tipo de orçamento e qualidade de produção de um Star Wars ou Vingadores:Guerra Infinita.
sábado, 21 de outubro de 2017
SIDEKICK - Curta
Curta-metragem interessante que remete a série INVENCÍVEL e a história curta O GAROTO QUE COLECIONAVA HOMEM-ARANHA. Apesar de uma concepção um tanto machista de mundo, o curta comove pela simplicidade, pela boa produção e boas atuações. Destaque para as participações de Emily Bett Rickards (Arrow) e Tom Cavanagh (The Flash).
sábado, 17 de junho de 2017
PANTERA NEGRA - trailer
Mal saiu o trailer de Pantera Negra e alguns racistas andaram reclamando de que o filme tem negros demais. 90% dos filmes americanos é composto de elenco majoritariamente branco, mas basta aparecer um filme diferente que aí não pode.
SOCIEDADE DA VIRTUDE - Animação
O diretor e um dos idealizadores do PORTA DO FUNDOS, Ian SBF escreve e dirige essa série nacional tipo exportação (em inglês com legendas em português) sobre super-heróis.
Deixo aqui o trailer e os dois primeiros episódios dessa genial paródia sobre o universo super-heróico.
segunda-feira, 8 de maio de 2017
AQUAMAN - Série
O público feminino e gay masculino encheu os olhos d'água quando souberam que a série não iria ao ar.
Para quem não sabe, Aquaman teve um piloto feito para a TV em 2006 por conta do sucesso de Smallville. O personagem já havia aparecido na 5ª temporada da série do Superman interpretado pelo ator Alan Ritchson. O episódio foi muito bem recebido pelos fãs, o que fez com que os criadores de Smallville, Alfred Gough e Miles Millar, desenvolvessem uma série do personagem para a TV. Eles também tinham a ideia de trabalhar em uma série solo para Lois Lane, mas acharam que Aquaman tinha mais futuro. O projeto, no entanto, acabou fazendo água.
Justin Hartley não foi o ator original escolhido para a série, substituindo Wiil Toale. Sorte de Hartley, pois apesar da série não ter sido aprovada pela emissora CW, os criadores da série o chamaram para fazer o Arqueiro Verde em Smallville, personagem que entrou para o elenco principal da série a partir da 6ª temporada.
Apesar de algumas cenas necessitarem serem filmadas em tanques especiais, muitas delas foram gravadas no mar. Justin dependia dos mergulhares ao seu redor para respirar em tanques extras.
O piloto em si, que pode ser baixado no Pirate Bay e similares, segue a fórmula de seriados adolescentes, mas com um roteiro mais dinâmico do que os primeiros episódios de Smallville, com uma trama mais grandiloquente. Infelizmente, apesar da ação, o roteiro é fraco e não empolga, mas quando foi lançado no ITunes para download, ficou mais de uma semana em 1º lugar entre os mais baixados. Algumas críticas foram positivas, mas o site IGN declarou o filme "morto na água" e "brega como o seriado Shazam". Não achei tanto assim, mas está no mesmo nível dos piores episódios de Smallville.
Trailer
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
GUARDIÕES - Trailer
O cinema russo também quer entrar na onde de super-heróis e lança sua primeira super-produção do gênero.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
iBOY - Trailer
Misto dos gêneros de ficção científca e super-herói, iBOY tem uma premissa estilo LUCY. Inclusive, seria coincidência que uma das personagens se chama Lucy?
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
COSPLAY - SAN DIEGO COMIC CON
A galera do cosplay está costurando e fabricando fantasias tão sofisticadas que dentro em breve vão aparecer uniformes com propulsores de voo reais.
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THE FLASH - Série
A série THE FLASH está avançando rápido no Universo DC e até as Terras paralelas já estão na pauta do dia.
Ainda não viu?
Confere aí os trailers da primeira e segunda temporada, que vem com tudo!
domingo, 20 de abril de 2014
TOM HIDDLESTON - Ator
Tom Hiddleston faz uma aparição surpresa na COMIC CON para apresentar o trailer de THOR: O MUNDO SOMBRIO e...
Depois de Robert Jr. com seu Homem de Ferro, o maior acerto da MARVEL (e do diretor Kenneth Brannagh) foi chamar Tom Hiddleston para interpretar Loki. Junto com Hugh Jakman (Wolverine), ele parece realmente se divertir com seu personagem a todo momento, até mesmo quando não está sendo pago para isso. E você sabia que ele fez teste para o papel de Thor?
Nessa série de comerciais com crianças, Tom mostra como pode ser mau de verdade ;-) E repare que o menino de camisa xadrez diz "Loki".
Nascido em Londres no ano de1981, Hiddleston graduou-se na Academia Real de Artes Dramáticas em 2005, mas desde 2001 já trabalhava em produções britânicas para a TV, além de diversos espetáculos teatrais. Em 2008 recebeu o prêmio Lawrence Olivier de "ator revelação" no teatro britânico. Suas interpretação como o Deus da Trapaça também já lhe garantiu diversos prêmios e indicações em festivais dedicados ao cinema fantástico.
Por trás de um grande vilão sempre existe um grande ator.
Hiddleston tem poucos longas na carreira ainda, mas já trabalhou com grandes diretores como Woody Allen em MEIA-NOITE EM PARIS (2011), Steven Spielberg em CAVALO DE GUERRA (2011) e Jim Jarmusch no inédito ONLY LOVERS LEFT ALIVE(2013), onde interpreta um vampiro junto com Tilda Swinton.
Imperdível!
Com sua popularidade em alta e garantida por pelo menos mais um filme de Thor, embora suspeite que a MARVEL vai dar um jeito de inseri-lo em mais filmes, Hiddleston pode se considerar imortalizado nos corações e mentes de fãs de quadrinhos e cinema do mundo inteiro.
Comercial da Jaguar.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
DARNA – Série de TV
Criada para os quadrinhos em 1950 por Mars Ravelo e Nestor Redondo, ela é uma mistura de Mulher-Maravilha com Capitão Marvel. A personagem é tão popular que teve, além de longas metragens de produção modesta, teve algumas séries de TV um tanto trash, todas voltadas para o público infanto-juvenil. Em 2009/2010, uma nova série foi lançada, com outra atriz no papel de Darna. É essa que vocês conferem uma cena aqui: um episódio onde Darna enfrenta uma feiticeira que se transforma em uma cópia malvada dela.
Está em filipino, claro, mas o que interessa é a ação ;-)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
OS SUPER-HUMANOS – EM BUSCA DO FUTURO FANTÁSTICO – Documentário
Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6 – Parte 7 – Parte 8 – Parte 9
Esse fascinante documentário do DISCOVERY CHANNEL, feito usando uma estética de quadrinhos e um tom meio sensacionalista, que diminui um pouco de sua seriedade, mostra pessoas reais com habilidades incríveis. Algumas nasceram assim, outras treinaram sua mente para serem diferentes e no futuro não tão distante, de acordo com o documentário, implantes tecnológicos e modificações genéticas poderão estar disponíveis ao público comum.
Mais rápido? Mais forte? Mais resistente? Mais inteligente? Imortal?
Quem tiver dinheiro para pagar, verá!
E tem gente que acha que não dá para virar super-herói...
sábado, 5 de dezembro de 2009
BATMAN – DEAD END (EUA, 2003) - curta
Este curta foi feito pelo diretor Sandy Collora em uma tentativa de mostrar seu talento na direção e tentar reativar a franquia de Batman no cinema com ele no comando, claro.
Infelizmente Collora não foi chamado pela Warner para dirigir o novo Batman, acabaram optando por Christopher Nolan....
Mas esse curta surtiu o efeito desejado em reativar a franquia, pois com ele, finalmente Batman tinha um filme que realmente reproduzia fielmente e com competência o personagem que todos os fãs queriam ver nas telas.
E todos viram que isso era possível, bastava um pouco de vontade e coragem.
Graças ao interesse que esse curta despertou em todo lugar onde era exibido e no You Tube, com 2.500.000 acessos fez a Warner repensar a franquia e trazer um Batman mais próximo da sua versão bidimensional e do próprio curta.
Até o lançamento de BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS, em 2008, este era o melhor filme do Batman jamais feito.
Se você curte quadrinhos, preste atenção na fotografia,que evoca a todo momento a arte de Alex Ross.
E caso ache estranho a inclusão de personagens de filmes nesse curta, fica a informação de que nos quadrinhos, Batman já enfrentou eles anos atrás e o diretor Sandy Collora trabalhava como técnico de efeitos especiais no estúdio que produziu estes personagens e aí ficou fácil pra ele utilizar eles.
O curta custou apenas U$ 70,000.00, pois muitos trabalharam de graça ou por cachês simbólicos, senão teria custado facilmente dez vezes mais.
Apague as luzes, coloque em tela cheia e divirta-se.
ENQUANTO ISSO...
Se você gosta de escrever humor, participe do concurso de colunas do meu blog da CAPRICHO.
segunda-feira, 2 de março de 2009
SUPERMAN: IDENTIDADE SECRETA - Quadrinhos
Capa do primeiro volume.
Clique para ampliar.
Hmm, você não gosta de super-heróis e muito menos do Superman?
Tudo bem, a maioria dos super-heróis é meio trouxa mesmo e Superman muitas vezes não passa de um garoto propaganda da América que veste a cueca por cima da calça, mas acredite, este gibi é para você.
Lembrando que o objetivo desta coluna não é falar sobre as novidades de quadrinhos, mas sim incentivar novos leitores(as) a lerem boas obras da área, a dica de hoje é esta obra-prima escrita por Kurt Busiek e ilustrada por Stuart Immonen.
Bom, primeiro eu juro que vou tentar não entrar em detalhes muito nerds, a não ser que seja absolutamente necessário para a compreensão do leitor(a).
A descoberta.
SINOPSE
Imagine que você vive no mundo real e que seus pais te resolveram batizar de Clark Kent.
Por mais engraçadinho que seus pais achem te batizar com um nome de super-herói, eles não tem a menor idéia de que isso pode até ser legal quando você é criança, mas que vai ser um inferno na adolescência e se você não der sorte, até na vida adulta.
Mas agora você tem 15 anos, é o alvo preferencial dos valentões que vivem querendo testar seus “super-poderes” e ainda por cima gosta da namorada do cretino que mais te zoa no colégio.
E agora imagine que certo dia, sem mais nem menos, você acorda com todos os poderes de seu alter-ego.
O que você vai fazer da sua vida?
A paternidade.
A OBRA
Imaginada há mais de 20 anos por Busiek e dividida em 4 capítulos, esta bela, emocionante e melancólica graphic novel narra a juventude, a vida adulta e a velhice do maior ícone dos quadrinhos de todos os tempos. Situada num mundo onde Superman é apenas um personagem de quadrinhos (já vi esse mundo em algum lugar...), o personagem principal se vê numa encruzilhada quando tem que decidir o que fazer com poderes irreais em um mundo real.
Muitos gibis buscam retratar super-heróis colocados num contexto realista, e alguns são bem sucedidos (WATCHMEN é um exemplo), mas em praticamente todos, o lado super-heróico do personagem é sempre o mais importante e as decisões que ele(a) toma, afetam a todos. E estou falando a nível global.
Já em SUPERMAN – IDENTIDADE SECRETA, Clark faz sua escolha de vida depois de uma grande decepção e percebe que ao contrário de seu alter-ego dos quadrinhos, ele é Clark Kent antes de ser Superman e não o contrário. Então, assim ele decide viver sua vida, da forma mais humana possível.
Claro que não faltam aventura, super-façanhas e conspirações na narrativa de Busiek, mas a humanidade do personagem está sempre lá. Seja na capacidade de maravilhamento do personagem ao voar (sensação banalizada e subestimada em 99% dos gibis e filmes), seja diante do primeiro amor.
E a grande qualidade desta obra, fora os méritos de ser escrita com um frescor raro nos quadrinhos de hoje e ter ilustrações realistas como um filme, mas que deixam perceber toda a suavidade do lápis do artista (a obra foi colorida direto sobre o lápis), é tratar a jornada de um homem, e não de um herói. E é justamente por desnudar o humano por trás do super-herói, que o homem surge ainda mais heróico.
Preste uma atenção particular quando a arte de Immonen flui solta pelos magníficos painéis duplos onde somos colocados diversas vezes ao lado de Clark, a contemplar o pôr-do-sol do espaço. Quem viu SUPERMAN RETURNS, irá perceber de onde o filme tirou inspiração para as belas cenas de vôo.
E ao final de sua odisséia (super)humana, Busiek e Immonen acabam criando a melhor história de Superman de todos os tempos.
E que, surpreendentemente, é a história de todos nós.
A velhice.
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Blade Runner – Vangelis
Você está escutando trechos da inspirada e belíssima trilha do filme BLADE RUNNER, o melhor filme de ficção-científica da década de 80. Este filme, dirigido por Ridley Scott, inspira até hoje o visual futurista de muitos outros filmes. Ali no rodapé do blog você assiste um ótimo clip desta obra-prima do cinema.
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