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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
SHAZAM - Trailer
quinta-feira, 19 de julho de 2018
JOVENS TITÃS - Trailer
Um Robin violento como você nunca esperava.
Finalmente saiu o trailer da nova série da DC.
E por incrível que pareça, a equipe que tem no currículo até uma série animada para crianças pequenas, ganhou um revisão adulta e violenta com direito a palavrões e violência explícita na linha de Watchmen e Demolidor.
Donna Troy e Jason Todd devem surgir no decorrer da temporada, mas ainda não estão no trailer.
Alguns fãs estão reclamando da ausência de Cyborg e a desculpa é que ele está no cinema e não querem afetar a continuidade, mas se existe um outro Superman em Supergirl e um Exterminador no cinema e na série do Arqueiro, esse argumento não faz o menor sentido.
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quinta-feira, 28 de junho de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
WOLVERINE VS. MULHER-MARAVILHA - Bat in the Sun
Bat in the Sun é um canal do You Tube especializado em produzir material audiovisual de qualidade baseado em quadrinhos, filmes e games.
E uma de suas séries mais populares são batalhas entre heróis e vilões da cultura pop.
Este é um dos melhores que eles já fizeram e com direito a final alternativo votado pelos espectadores do canal.
sábado, 14 de abril de 2018
BATMAN - Curtas animados
Duas caprichadas animações independentes de Batman.
A primeira tem alguns diálogos sem legenda mas o que importa são as ótimas cenas de ação.
A segunda não tem diálogos.
domingo, 20 de agosto de 2017
domingo, 30 de julho de 2017
LIGA DA JUSTIÇA - Trailer 3
Agora a porra ficou séria!
Notei muita gente conjecturando nas redes sociais se o Super iria aparecer ou não no filme, o que me fez concluir duas coisas:
1) Galera não presta atenção direito no final do trailer.
2) Galera assiste tudo em tela pequena no celular e não consegue ver a capa vermelha fora de foco do Homem de Aço.
domingo, 2 de julho de 2017
ALEX ROSS - Galeria
Clique para ampliar.
Quadrinhista americano, popular por suas HQs de realismo fotográfico. Embora seja mais conhecido do grande público por seu trabalho nas duas grandes editoras de “comics” (Marvel e a DC Comics), Alex Ross também realizou trabalhos para outras companhias e empresas. Ele é, por exemplo, co-criador da série “Astro City”, série de super-heróis publicada pela Image e Homage.
Entre os trabalhos de Ross destacam-se "Marvels" (Marvel, 1994, minissérie em quatro partes) e "O Reino do Amanhã" (DC, 1996). No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, Ross lançou em parceria com Paul Dini histórias em formato tablóide comemorando o aniversário de 60 anos dos ícones "Superman", "Batman", "Mulher-Maravilha" e "Capitão Marvel".
Outros trabalhos incluem os gibis de "O Exterminador do Futuro" (baseado no filme), "Miracleman" (o antigo "Marvelman"), "Tio Sam", "Terra X", "Space Ghost" e "Fantasma".
Texto do site Guia dos Quadrinhos.
Em colaboração com Bruce Timm.
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sábado, 17 de junho de 2017
SOCIEDADE DA VIRTUDE - Animação
O diretor e um dos idealizadores do PORTA DO FUNDOS, Ian SBF escreve e dirige essa série nacional tipo exportação (em inglês com legendas em português) sobre super-heróis.
Deixo aqui o trailer e os dois primeiros episódios dessa genial paródia sobre o universo super-heróico.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
SUPERGIRL (EUA, 2015 - ) - 1ª Temporada
Você vai acreditar que uma mulher pode voar.
A PersonagemNos quadrinhos, Supergirl fez parte da leva da família de kryptonianos que viviam surgindo na Era de Prata, incluindo até mesmo um Super-Cavalo. Criada em 1958, ela é certamente a melhor e mais duradoura personagem dessa fase um tanto sem noção. Embora ela tenha tido diversas variações e nomes diferentes ao longo das décadas, Kara Zor-El é o mais popular. Nos quadrinhos, sua melhor fase foi a escrita por Peter David e ilustrada por Gray Frank (foi publicada pela editora Abril).
Capa original da primeira aparição de Supergirl.
A Série
Atenção: contém spoilers.
Como Flash, Supergirl também se baseia no carisma e simpatia de sua protagonista, Melissa Benoist. Apesar de ter menos dramaticidade do que Flash, a intenção da série é justamente ser mais leve e ingênua do que as demais séries da DC produzidas pela Warner. Uma resposta dos produtores ao tom mais sombrio e tenso do Superman dos filmes da DC no cinema? Provavelmente.
O fato é que o público está gostando das aventuras de Garota de Aço e como a própria série faz questão de apontar, o empoderamento feminino também faz parte da narrativa. Um ótimo exemplo para o público jovem feminino. E para os rapazes também.
Ótimo poster promocional emulando capa de quadrinhos e a famosa corrida entre Flash e Superman.
Na primeira temporada, Supergirl revela sua existência para a humanidade (embora suas ações acabem basicamente restritas à National City por conta do orçamento), enfrenta vilões kryptonianos que estão há muitos anos no planeta (e que por alguma razão não conseguiram derrotar Superman nem conquistar o planeta pela força), se associa a uma agência secreta responsável por monitorar e prender criminosos alienígenas (um MIB metido a sério), conhece O Caçador de Marte (que mesmo quando não precisa, faz questão de permanecer humano) e finalmente tem um crossover divertido com Flash (Grant Gustin) no episódio Melhores do Mundo (Aeeeeee).
Além de muitas referências aos filmes, séries passadas e quadrinhos, o elenco conta com participações pontuais de Helen Slater (a Supergirl cinematográfica de 1984) e Dean Cain (o Kael-El de Lois & Clark - As Aventuras de Superman, série dos anos 90). A primeira temporada também conta com a atriz Laura Vandervoort (a Supergirl de Smallville) como Indigo, uma versão feminina de Brainiac com um visual completamente Mystique (versão cinematográfica). E entre os muitos atores, duas curiosidades bizarras: uma atriz chamada Harley Quinn Smith e um ator chamado Justice Leak (de Justice League?).
Boa parte do orçamento vai em efeitos especiais.
Embora alguns fiquem acima da média, sempre tem aquelas cenas em que você nota a falta de grana.
Apesar dos 3 milhões de orçamento por episódio serem um valor bem alto para uma série de TV, a série sempre deixa a desejar nas sequências de lutas, mesmo comparadas com o Superman II com Christopher Reeve. Golpes que deveriam mandar adversários dezenas de metros para trás ou afundá-los no asfalto, não são diferentes de nenhuma briga entre mortais comuns. Isso até acontece, mas com muita economia. Uma solução simples, rápida e barata para isso seria tremer a cena digitalmente para dar a impressão de onda de choque e adicionar um som impactante a cada golpe. Também colocar um flash branco (como faziam nos desenhos da Liga) no momento do impacto de um golpe não faria mal algum. Isso tem o custo zero de alguns frames em branco.
A primeira temporada ficou em 39º lugar entre as mais assistidas e manteve uma média de quase 10 milhões de espectadores. Mas a renovação para a segunda temporada só foi possível porque os produtores conseguiram reduzir seus custos originais ao se mudar para Vancouver, no Canadá, local onde muitas séries americanas são gravadas por conta de mão de obra mais barata. Isso fez com que Calista Flochart (Cat Grant) deixasse a série porque ela estipulou em contrato que só trabalharia nela se permanecesse em Los Angeles. Mas foi acordado que ela viajaria para o Canadá para participações especiais na segunda temporada.
Com participação do próprio Superman, Flash e outros heróis na segunda temporada, Supergirl tem potencial para voar mais alto se diminuir um pouco certos draminhas bobos dos personagens e se concentrar em diálogos mais divertidos (não necessariamente engraçados).
O trailer foi criado para chamar o público feminino e dá a impressão de uma comédia romântica com música pop de mau gosto, mas o seriado consegue ir um pouco mais além disso.
Quando eu acabar de assistir a segunda temporada, tem mais.
quinta-feira, 11 de maio de 2017
MULHER-MARAVILHA - Trailer final
Saiu o último trailer do filme da super-heroína mais aguardada desde os anos 80. O hype em torno do filme só cresce e agora é torcer para que a diretora Patty Jenkins (Monstro) tenha conseguido fazer um bom trabalho sem interferência demasiada da Warner.
Será que teremos participação de algum herói da DC Comics da época em que se passa o filme?
segunda-feira, 8 de maio de 2017
AQUAMAN - Série
O público feminino e gay masculino encheu os olhos d'água quando souberam que a série não iria ao ar.
Para quem não sabe, Aquaman teve um piloto feito para a TV em 2006 por conta do sucesso de Smallville. O personagem já havia aparecido na 5ª temporada da série do Superman interpretado pelo ator Alan Ritchson. O episódio foi muito bem recebido pelos fãs, o que fez com que os criadores de Smallville, Alfred Gough e Miles Millar, desenvolvessem uma série do personagem para a TV. Eles também tinham a ideia de trabalhar em uma série solo para Lois Lane, mas acharam que Aquaman tinha mais futuro. O projeto, no entanto, acabou fazendo água.
Justin Hartley não foi o ator original escolhido para a série, substituindo Wiil Toale. Sorte de Hartley, pois apesar da série não ter sido aprovada pela emissora CW, os criadores da série o chamaram para fazer o Arqueiro Verde em Smallville, personagem que entrou para o elenco principal da série a partir da 6ª temporada.
Apesar de algumas cenas necessitarem serem filmadas em tanques especiais, muitas delas foram gravadas no mar. Justin dependia dos mergulhares ao seu redor para respirar em tanques extras.
O piloto em si, que pode ser baixado no Pirate Bay e similares, segue a fórmula de seriados adolescentes, mas com um roteiro mais dinâmico do que os primeiros episódios de Smallville, com uma trama mais grandiloquente. Infelizmente, apesar da ação, o roteiro é fraco e não empolga, mas quando foi lançado no ITunes para download, ficou mais de uma semana em 1º lugar entre os mais baixados. Algumas críticas foram positivas, mas o site IGN declarou o filme "morto na água" e "brega como o seriado Shazam". Não achei tanto assim, mas está no mesmo nível dos piores episódios de Smallville.
Trailer
domingo, 9 de abril de 2017
FLASH - Série
CONTÉM SPOILERS.
Flash
Criado na chamada Era de Ouro dos Quadrinhos, em 1940, Flash era um super-velocista conhecido como Jay Garrick e após o cancelamento de sua revista, a DC Comics o ressuscitou em 1959, na Era de Prata, com uma nova identidade e uniforme. A reciclagem funcionou tão bem que esse é o Flash que perdura até hoje em praticamente todas as versões televisivas e cinematográficas. O Flash original acabou sendo reutilizado em uma Terra paralela e tem participação frequente nas revistas que contam aventuras da Terra-2.
O Flash dos quadrinhos sempre foi um adulto de 30 anos.
Por motivos de público-alvo e possível longevidade da série, os produtores preferem começar com os personagens numa faixa etária de 25 anos ou menos.
Arte de Alex Ross.
Barry Allen é um jovem cientista forense que após ser vítima de um acidente quântico com um acelerador de partículas, torna-se um meta-humano capaz de atingir velocidades incríveis.
A série
O que a DC Comics não conseguiu fazer ainda com seu universo cinematográfico, conseguiu realizar na TV. Após duas bem sucedidas temporadas de Arqueiro (Arrow), uma das melhores opções de heróis urbanos sem super-poderes na impossibilidade de uma série de Batman, Arqueiro utiliza vários dos inimigos, roteiros e até diálogos dos quadrinhos e filmes do Cavaleiro das Trevas. Apesar do excessivo tom dramático para uma série adolescente, o que a torna caricata, já na segunda temporada de Arqueiro, são introduzidos três personagens de Flash: Caitlin Snow (Danielle Panabaker ), uma jovem e linda bioengenheira genética; Cisco Ramon ( Carlos Valdes ), um jovem cientista pau pra toda obra que está ali representando todos os nerds e para servir de alívio cômico na maior parte dos episódios; e o próprio Flash (Grant Gustin), mas ainda apenas como Barry Allen, pois os episódios em que ele aparece são antes do acidente, que só ocorrerá no primeiro episódio de Flash.
Flash e Arqueiro (Stephen Amell).
Cross-overs e team ups entre as séries e os heróis são o que torna as séries da DC ainda mais divertidas.
Além dos heróis-títulos, diversos outros personagens superpoderosos como Eléktron, Nuclear, Gavião Negro e Mulher-Gavião vão sendo introduzidos no chamado Arrowverso (Universo televisivo de Arrow).
Ao contrário de Arqueiro, que por ser caricato demais em sua seriedade, falha em tornar o drama mais humano, Flash é uma série mais luminosa, leve e engraçada e justamente por não se levar a sério demais como Arqueiro, consegue ser mais convincente quando os desafios humanos e meta-humanos precisam ser enfrentados. E assim o personagem consegue engajar o espectador em sua aventura de lidar com seus dramas e tragédias pessoais de tal forma que arrisco dizer encontra paralelo em outro grande personagem dos quadrinhos: Peter Parker/Homem-Aranha.
Em parte isso se deve em grande parte ao carismático ator Grant Gustin, que dá ao seu Barry Allen/Flash uma grande dose de simpatia e vulnerabilidade com a qual o espectador pode se identificar, junto com a vontade de transcender seus limites e medos pelos que ama. A sequência em que viaja no tempo para tentar salvar sua mãe é verdadeiramente comovente.
A crítica e profissionais também tem se rendido a série, que já recebeu diversos prêmios pela performance de Grant Gustin e seus efeitos especiais bem acima da média para produções do gênero.
Mas além do arco central da série, que é Barry libertar seu pai da prisão, resolver o mistério da morte de sua mãe quando criança e enfrentar Harrison Wells/Flash Reverso, a série mantém a mesma estrutura dos quadrinhos e seriados de super-heróis: a cada revista/episódio, um super-vilão diferente. Aí reside o ponto fraco de Flash. Por ele ser um super-herói poderoso demais, mesmo limitado a velocidades supersônicas, a maioria dos vilões que ele enfrenta poderiam ser fácil e rapidamente derrotados. Especialmente vilões armados como Capitão Frio, um vilão com uma personalidade interessante, mas cuja ameaça direta vem apenas de uma arma congelante que Flash poderia tirar de sua mão em um piscar de olhos, mas nunca o faz por conta de artimanhas preguiçosas e infantis dos roteiristas.
Flash Reverso/Harrison Welles na interpretação de Tom Cavanagh é o grande trunfo da primeira temporada.
Mas enfim, apesar de algumas bobagens adolescentes típicas deste tipo de série e exagerar um pouquinho no drama às vezes, a direção geral é boa e os diretores se revezam tentando enquadramentos interessantes numa tentativa de deixar sua assinatura na série que se tornou a mais popular e divertida do universo DC na TV.
E para quem não sabe, o Arrowverse compreende as séries Arqueiro, Flash, Constantine, Supergirl e Lendas do Amanhã. E todos os heróis fazem aparições pontuais e importantes nos seriados uns dos outros, mostrando que quando quer, a DC consegue fazer um universo integrado e que funciona.
Trailer
domingo, 26 de março de 2017
LIGA DA JUSTIÇA - Trailer 1
Este novo trailer foca bastante na ação sem apresentar detalhes da história ou qualquer conflito dos personagens. Zack Snyder gosta de utilizar canções de rock/pop em seus filmes, mas como a bomba Esquadrão Suicida usou o mesmo artifício estético e musical em seu trailer, ficou uma sensação ruim de déjà-vu.
domingo, 19 de março de 2017
BERNIE WRIGHTSON (1948 - 2017) - Ilustrador
Bernie Wrightson se foi e deixou sua marca nos quadrinhos de horror, fantasia e ficção científica. Dono de um traço original como poucos e um mestre na arte da ilustração em preto e branco, Wrightson influenciou e continuará influenciando novas gerações de artistas que sempre lhe prestarão a devida homenagem.
Adeus e obrigado por dar vida aos nossos pesadelos mais aterrorizantes de uma forma que todos nós pudéssemos nos maravilhar com eles.
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quarta-feira, 15 de março de 2017
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
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