Caso você seja analfabeto funcional, essa aqui é uma declaração absurda de quem acha que professor não tem valor social algum.
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sábado, 6 de outubro de 2018
quinta-feira, 15 de março de 2018
terça-feira, 10 de outubro de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
RÍDICULO POLÍTICO - Livro
Por Leandro Fontoura para o site ZH.
Um espectro ronda a política – o espectro do ridículo político. Esse fenômeno, que se revela em elogios à tortura no Congresso brasileiro, no governo de Donald Trump nos Estados Unidos e em outras manifestações, ganha uma análise consistente no mais novo livro de Marcia Tiburi, que autografa a obra nesta segunda (3) em Porto Alegre.
A filósofa, que no ensaio anterior havia se dedicado ao fascismo, mostra-se agora preocupada com um contexto em que a regra é não tratar a política com seriedade. Ao longo das mais de 200 páginas de Ridículo Político, Marcia expõe uma cadeia de fenômenos que, na sua visão, tornam o cidadão um ser apático e submisso e colocam a democracia em risco. O argumento é construído a partir de conceitos simples, para que possam ser amplamente compreendidos.
O livro trata de vergonha alheia, elite brega, cidadão otário, madamismo (culto à vida de madame), filosofia do rolê, falação de merda, minotaura, Valesca Popozuda, ipanemismo (relativo ao bairro de classe média carioca) e esteticomania. As teses são apresentadas em cadeia, uma levando à outra, em capítulos curtos. Essa opção da autora por termos populares e tópicos enxutos talvez tenha como influência sua experiência na mídia. Acostumada com programas de TV, entrevistas e palestras disputadas, Marcia é muitas vezes reconhecida como pensadora pop, integrante de uma turma que inclui Leandro Karnal, Luiz Felipe Pondé e Mario Sergio Cortella.
Mas o livro mostra uma ensaísta extremamente dura em relação à mídia e à sua moldura, o capitalismo. A obra dialoga com Theodor Adorno e Max Horkheimer, expoentes da Escola de Frankfurt e primeiros críticos, ainda na década de 1930, da indústria cultural, máquina capaz de transformar a arte em uma linha de produção de mercadorias. O francês Guy Debord, estudioso da sociedade do espetáculo, completa o trio de teóricos que inspiram a autora.
A filósofa mais influente da mídia brasileira contemporânea.
No final dos anos 1960, Debord apontou que, na sociedade capitalista, as relações sociais passaram a ser mediadas pelas imagens. Para ele, a realidade, o cotidiano das pessoas, é influenciada pela lógica mercadológica, borrando as fronteiras entre essência e aparência. A partir daí, Marcia sugere que, se a questão central hoje é aparecer, torna-se necessário acabar com os constrangimentos humanos que prejudicam a realização dessa regra social.
O primeiro efeito é o fim da vergonha, resultado que permite ao ridículo sair do armário sem qualquer inibição. O ridículo, aquilo que inicialmente não deveria ser visto por causar embaraços e desprazer, torna-se, assim, normal e estratégia de sobrevivência no mundo das imagens, da exposição total e do chamar atenção a qualquer preço. "Criamos uma espécie de dialética perversa entre amar a própria imagem, sermos vistos e acreditarmos que isso assegura, de algum modo, nosso existir", descreve a filósofa. Essa dinâmica, continua a autora, perpassa, nas diferentes classes sociais, diversas situações da vida cotidiana, como a necessidade de ostentar o próprio gosto, ouvindo música alta em local público, por exemplo. Há ainda o narcisismo nas redes sociais, as selfies, a plastificação do corpo e o culto ao exercício físico no qual não é a saúde a principal preocupação, mas sim a "servidão à imagem".
Marcia mostra como o ridículo passou a ser instrumentalizado na política. A política, transformada pela racionalidade publicitária, deixa de ser vista como uma "construção universal". O espetáculo deturpa a política e os direitos de aparecer, de se expressar, de representar e de ser representado. Esse contexto abre espaço ao bufão, o político que, utilizando o ridículo como capital eleitoral, brinca nos momentos em que deveria haver seriedade e encanta quem já não vê a política como o diálogo que nos torna humanos. O bufão é um personagem quase de ficção, simpático e populista, que, por tanta ¿falação de merda¿, não parece estar dizendo a verdade. Idiotizados pela estetização da política e pelo sistema neoliberal, os eleitores não acreditariam que os líderes que apoiam sejam de fato fascistas, homofóbicos e machistas. Se não levam a sério quem se propõe a liderar, também lavam as mãos de qualquer responsabilidade nas escolhas. Para Marcia, há nisso um risco altíssimo: "Assim, sem ter para onde ir, desarvorados, apatetados, muitos preferem cancelar a política, tomando-a como aquilo que faz mal, quando, na verdade, a reinvenção da experiência política seria a única chance de produzir algo de bom, enquanto seres sociais, seres relacionados uns aos outros, que, necessariamente, terão de compartilhar o mesmo espaço. Ou consumir-se em guerra".
TRECHO:
"O termo ridículo é usado tanto para falar de algo insignificante, daquilo que não faria diferença, quanto para dar sinal de uma cena escandalosa. Neste livro, quer-se compreender seu potencial intimamente ligado, em nosso tempo, ao que podemos denominar o momento publicitário da política, que muito tem contribuído para a aniquilação de sua própria ideia como algo positivo. O problema é que a política não é algo que se destrói, mas algo que se transforma, e, nesse caso, podemos dizer que o ridículo político é sua deturpação. O que vem a ser política na era da racionalidade publicitária é a nossa questão. O ridículo político é um efeito da deturpação da política na era do espetáculo; é a deturpação do direto a aparecer, bem como do direito à expressão, do direito de representar e ser representado. Ridículo político seria, portanto, a forma visível da crise do político enquanto o poder o utiliza justamente para acobertar a crise."
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
CULTURA EM DECLÍNIO - EP. 1 - QUAL DEMOCRACIA?
Criada por Peter Joseph, diretor da trilogia ZEITGEIST, essa série em 6 episódios faz uma análise crítica de vários aspectos da sociedade contemporânea. Para quem acha que está tudo errado no mundo e gostaria de tentar entender como e porquê.
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
PODRES DE MIMADOS - Livro
Diferentemente de outras duas obras do autor, A vida na sarjeta e Nossa cultura... ou o que restou dela, que são coletâneas de artigos sobre temas diversos, Podres de mimados trata de um único tema: como o culto do sentimento “tem destruído nossa capacidade de pensar e até a consciência de que é necessário pensar”. Ou, em outras palavras, quais são as consequências sociais e políticas das ações de uma sociedade que se permite pautar predominantemente pelos sentimentos.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
DOMENICO DE MASI - Entrevista
Autor de livros como Desenvolvimento sem Trabalho, A emoção e a Regra e O Futuro do Trabalho, De Masi é um dos pensadores mais contemporâneos da era pós-industrial. É dele a máxima de que quanto mais o homem trabalha, mais tempo precioso ele perde.
domingo, 27 de abril de 2014
MÁRIO SÉRGIO CORTELLA - Filosofia
No programa "Mundo Melhor", Gabriel Chalita conversa com Mário Sérgio Cortella, um dos maiores pensadores do nosso país. Ele é professor, escritor, filósofo, foi aluno de Paulo Freire e fala, de uma maneira leve e divertida, sobre questões essenciais para todos nós.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
WINK! - Blog Convidado
Conheci o WINK!, blog da Mia Sodré depois de participar de um pequeno debate com ela e outras pessoas no Facebook e confesso que fiquei surpreso com o desenvoltura e o senso crítico dela em relação às coisas ao seu redor. Na sua descrição do blog ela diz que tem 17 anos, é gaúcha, evangélica, web designer, insegura, dramática e aspirante à escritora, entre diversas outras coisas.
Bom, para vocês terem uma palhinha do WINK!, selecionei o texto abaixo:

Se há algo que é certo nessa vida é a morte. É algo inevitável, prometido a nós desde o dia em que nascemos. Mas antes dessa promessa se cumprir, nós todos esperamos que algo de interessante aconteça a nós. Todos esperamos passar por algo que torne nossas vidas significativas. Mas o fato mais triste é que nem todas as vidas têm esse significado, alguns apenas vivem sem viver. Alguns apenas passam a vida esperando que algo aconteça a elas antes de irem embora definitivamente.
Nunca gostei da ideia de dizer adeus às coisas. Apenas o breve pensar em partir me deixava sempre muito confusa, muito impotente, muito bagunçada. Sempre quis ser imortal, fazer grandes coisas, ser lembrada pela eternidade. Sonhei com grandes esculturas, homenagens, lágrimas e um sentimento de perda por minha partida. Sempre fantasiei demais, é verdade. Mas quem nunca fantasiou na vida?
Vocês devem estar assustados, afinal nunca fui de escrever cartas ou demonstrar sentimentos em vida, mas há algo de extraordinário na morte: ela consegue fazer coisas que nunca pensamos enquanto tínhamos todo o vigor da juventude. Nela há reflexões, saudade, nostalgia. Há um certo tipo de mágica fatal que a envolve. Devo confessar que sempre pensei que me sentiria angustiada nessa hora, mas agora me sinto tão aliviada, como nunca estive antes. Sim, alívio, é tudo o que sinto. É indescritivelmente incrível o que acontece com você nessas horas: seu cérebro parece estar fora do corpo, você já parece estar em uma outra dimensão, apesar de este ser o mesmo ambiente em que passou parte da vida.
Durante minha vida, sempre fui uma pessoa muito observadora, sempre me preocupei com detalhes. Tentei tanto ser lembrada depois da morte que acabei me frustrando em vida, procurando almejar a perfeição. Agora vejo que tudo isso não passa apenas de uma breve ilusão, e que viver com medo de algo não é viver. Quero que todos vocês saibam que não tenho arrependimentos, de forma alguma. Sempre fiz tudo o que quis fazer, sempre fui o centro das atenções e isso foi muito satisfatório por um tempo, apesar de todos os problemas que me trouxe também.
Se há algo que eu lhes peço é o seguinte: não falem de mim após minha morte como uma pessoa praticamente "santa", como muitos fazem com seus entes queridos. Não disfarcem meus defeitos; pelo contrário: exponha-os, juntamente com as qualidades, pois foi com toda essa mistura entre bem e mal que consegui chegar onde cheguei.
De repente, eu consigo ver claramente o mundo que estou deixando para trás. Apesar de meus sentidos já estarem bem enfraquecidos; sabores, toques, cheiros e sons já começam a se tornar uma memória distante. Claro que a maioria das coisas que são visíveis para os que já partiram são visíveis para os vivos também; se ao menos eles parassem para ver.
Agora as lembranças, apesar de distantes, estão se tornando cada vez mais claras. Sim, eu me lembro do mundo, de cada detalhe. E o que eu mais me lembro era de quão assustada eu era. Que bobagem! Viver com medo nunca é viver de verdade. Gostaria que as pessoas que deixo para trás soubessem disso, mas será que faria alguma diferença? Provavelmente não. Sempre vai ter quem encara seus medos e quem foge deles. Eu encarei os meus, e estou aqui agora. Será que esta é a alternativa correta? Não sei. Mas de qualquer forma quero que saibam que sentirei saudade de todos vocês, que fizeram parte da minha vida, e espero que de alguma forma eu possa ter feito diferença nas suas.
Até algum dia.
(Mia Sodré lembra a todos de que a morte é inevitável)
Esta é uma carta fictícia escrita especialmente para o Projeto Bloínques, 48° edição de cartas.
Quer ler mais?
WINK!
ENQUANTO ISSO...
Tuítes para causar no twitter! Lá na seção Diversão do site da CAPRICHO!
E como sempre, tem postagem nova no Blog do Jerri!
E a enquete sobre a OFICINA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PRA BLOG acabou e o resultado foi o seguinte:
23% topam pagar os olhos da cara pela oficina!
54% topam pagar contanto que sobre dinheiro para o McDonald's!
22% não pagam nada e se pudessem me roubariam!
Então, a OFICINA deve sair!
Aguarde informações em breve!
Bom, para vocês terem uma palhinha do WINK!, selecionei o texto abaixo:

FEAR NO MORE
Se há algo que é certo nessa vida é a morte. É algo inevitável, prometido a nós desde o dia em que nascemos. Mas antes dessa promessa se cumprir, nós todos esperamos que algo de interessante aconteça a nós. Todos esperamos passar por algo que torne nossas vidas significativas. Mas o fato mais triste é que nem todas as vidas têm esse significado, alguns apenas vivem sem viver. Alguns apenas passam a vida esperando que algo aconteça a elas antes de irem embora definitivamente.
Nunca gostei da ideia de dizer adeus às coisas. Apenas o breve pensar em partir me deixava sempre muito confusa, muito impotente, muito bagunçada. Sempre quis ser imortal, fazer grandes coisas, ser lembrada pela eternidade. Sonhei com grandes esculturas, homenagens, lágrimas e um sentimento de perda por minha partida. Sempre fantasiei demais, é verdade. Mas quem nunca fantasiou na vida?
Vocês devem estar assustados, afinal nunca fui de escrever cartas ou demonstrar sentimentos em vida, mas há algo de extraordinário na morte: ela consegue fazer coisas que nunca pensamos enquanto tínhamos todo o vigor da juventude. Nela há reflexões, saudade, nostalgia. Há um certo tipo de mágica fatal que a envolve. Devo confessar que sempre pensei que me sentiria angustiada nessa hora, mas agora me sinto tão aliviada, como nunca estive antes. Sim, alívio, é tudo o que sinto. É indescritivelmente incrível o que acontece com você nessas horas: seu cérebro parece estar fora do corpo, você já parece estar em uma outra dimensão, apesar de este ser o mesmo ambiente em que passou parte da vida.
Durante minha vida, sempre fui uma pessoa muito observadora, sempre me preocupei com detalhes. Tentei tanto ser lembrada depois da morte que acabei me frustrando em vida, procurando almejar a perfeição. Agora vejo que tudo isso não passa apenas de uma breve ilusão, e que viver com medo de algo não é viver. Quero que todos vocês saibam que não tenho arrependimentos, de forma alguma. Sempre fiz tudo o que quis fazer, sempre fui o centro das atenções e isso foi muito satisfatório por um tempo, apesar de todos os problemas que me trouxe também.
Se há algo que eu lhes peço é o seguinte: não falem de mim após minha morte como uma pessoa praticamente "santa", como muitos fazem com seus entes queridos. Não disfarcem meus defeitos; pelo contrário: exponha-os, juntamente com as qualidades, pois foi com toda essa mistura entre bem e mal que consegui chegar onde cheguei.
De repente, eu consigo ver claramente o mundo que estou deixando para trás. Apesar de meus sentidos já estarem bem enfraquecidos; sabores, toques, cheiros e sons já começam a se tornar uma memória distante. Claro que a maioria das coisas que são visíveis para os que já partiram são visíveis para os vivos também; se ao menos eles parassem para ver.
Agora as lembranças, apesar de distantes, estão se tornando cada vez mais claras. Sim, eu me lembro do mundo, de cada detalhe. E o que eu mais me lembro era de quão assustada eu era. Que bobagem! Viver com medo nunca é viver de verdade. Gostaria que as pessoas que deixo para trás soubessem disso, mas será que faria alguma diferença? Provavelmente não. Sempre vai ter quem encara seus medos e quem foge deles. Eu encarei os meus, e estou aqui agora. Será que esta é a alternativa correta? Não sei. Mas de qualquer forma quero que saibam que sentirei saudade de todos vocês, que fizeram parte da minha vida, e espero que de alguma forma eu possa ter feito diferença nas suas.
Até algum dia.
(Mia Sodré lembra a todos de que a morte é inevitável)
Esta é uma carta fictícia escrita especialmente para o Projeto Bloínques, 48° edição de cartas.
Quer ler mais?
WINK!
ENQUANTO ISSO...
Tuítes para causar no twitter! Lá na seção Diversão do site da CAPRICHO!
E como sempre, tem postagem nova no Blog do Jerri!
E a enquete sobre a OFICINA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PRA BLOG acabou e o resultado foi o seguinte:
23% topam pagar os olhos da cara pela oficina!
54% topam pagar contanto que sobre dinheiro para o McDonald's!
22% não pagam nada e se pudessem me roubariam!
Então, a OFICINA deve sair!
Aguarde informações em breve!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
OLAVO DE CARVALHO – Entrevista
Como assim, Bial? Você tem um lado intelectual que adora literatura e filosofia?! Você inclusive já dirigiu um competente filme baseado em contos de Guimarães Rosa?! Parabéns!
Já Olavo de Carvalho é um que parece que nunca se rebaixaria a apresentar um lixo como o BBB. Filósofo, jornalista e ensaísta, pode ser enquadrado como uma das maiores cabeças pensantes do país.
Nessa ótima entrevista em 3 partes, Olavo fala de filosofia, política, astrologia e até sobre o politicamente correto.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
BLOG CONVIDADO – ARQUITETO DAS SOMBRAS
Conheço Carlos Ferreira há 20 anos.
Um bom amigo, daqueles que se pode ficar sem falar um ano ou dois e retomar a conversa como se nosso último encontro tivesse sido ontem.
Talvez o Carlos tenha a mesma percepção fugaz do Tempo que eu, sei lá.
Mas o fato é que é sempre bom conversar com o Carlos, pois com ele é sempre divertido falar sobre coisas nerds, filosofices e até sobre o sobrenatural.
O sobrenatural, aliás, é algo sempre muito recorrente no Carlos. Coisas estranhas acontecem o tempo todo com ele. Ou ao redor dele. Algumas exageradas, outra nem tanto. De qualquer forma, acho que se toda a nossa turma fosse composta de magos, o Carlos seria o mais poderoso de todos.
Arquiteto das Sombras é apenas um dos blogs do Carlos (os outros você encontra no perfil do blog dele), mas é onde ele melhor expressa suas idéias sobre arte, cultura e sobre a vida em geral.
Um blog onde ele fala de Quadrinhos, de Cinema, onde se mostra mais do que deveria, onde fala bem e mal do trabalho dos amigos, enfim, onde ele fala o que pensa. Pois o Carlos sempre foi assim. E espero que continue.
Abaixo, uma crônica dele que gostei muito. E o link pro blog.
Alguém me perguntou onde está a guerra. Que guerra é essa? Eu posso fazer outra pergunta no lugar...Onde está a paz? Onde está a fraternidade, irmão? Onde está a igualdade?
Desde criança eu fui educado a acreditar no ser humano, na sociedade e seus meios, nos amigos e nos sonhos.
"Perante a Deus somos todos iguais."
Há felicidade espalhada em todas as janelas, cartazes, filmes. Em todas as imagens.
Lixo! Até aqui só vi jogos, mentiras e covardia. Salvo poucos exemplos de coragem, honestidade e inocência.
Essa semana parei para assistir um programa na Discovery Channel sobre a indústria dos games, a evolução dessa indústria e seu casamento com os militares norte-americanos. Sim, sei que não é novidade, mas os milicos norte-americanos estão cada vez mais recrutando bons jogadores de games. Já há uma indústria militar de games, e esses games são cada vez mais realistas e o perigo disso está em um dia o ser humano fuzilar outro humano na emoção mais DOOM da vida. A tecnologia dos games avança para um perfeccionismo de CGs não ao acaso. É para parecer verdade porque um dia o jogador vai jogar com a realidade, mas esse jogador saberá o que é realidade?
Também assisti outro programa, meses atrás, sobre a utilização da biotecnologia nas guerras. O conceito do super-soldado já é uma fato, mas não realidade. Estamos cada vez mais distante do conceito da realidade, talvez nunca soubéssemos bem o que é realidade.
"Realidade é o que você força fazer."
Lembro de um momento do CORTO MALTESE onde uma feiticeira diz para o Corto que a mão dele não tem a linha da vida. Corto pega a faca e corta a palma da mão criando a sua própria linha da vida. Queria eu ter feito a mesma coisa, mas estou preso a essa rede enroscada da realidade. Onde tudo é oculto.
Alguém perguntou onde está a guerra... Mas preciso educar os meus filhos, criar uma redoma protetora em um país que divulga pedófilos a cada 30 minutos no Globo News, pais atiram crianças pelas janelas, a polícia confronta outro destacamento de polícia com armas de guerra. Avião explode com 176 pessoas...
Onde está a guerra?
Vai tudo pelos ares por que o ser humano é merda!
Hoje eu faço parte de uma geração que podia ter feito a diferença, mas não fez. Postergou todos os projetos, acumulou tudo em projetos inacabados, desperdiçou tempo com a vagabundice, desperdiçou o meu tempo. Sempre acreditei que podíamos ter feito a diferença, acreditei na Liga. Ainda acredito na parceria. Em um grupo consciente fazendo a mudança.
Vivo a época dos cínicos, e sou mais um desses. Mas hipócrita não, amigo. Mantenho as mesmas idéias e ideais há mais de 17 anos. Há 38 anos. Nunca me vendi para nenhum laboratório de desenho. Pagando ou não minhas contas eu ainda estou aqui expressando as minhas idéias e emprestando essas, esboçando essas idéias para ti, produzindo-as em eterno conflito contra essa guerra que poucos querem ver.
Ser humano é lixo e eu não varro para baixo do tapete. No fundo sou romântico e luto por uma mudança ou no mínimo um pouco lucidez. Aos que possam (ou sabem ) pensar e dizer: lucidez de quem? Tá falando de quem? Da tua falta de lucidez?
Sim, bebum, sim...
Afinal, que guerra é essa?
ARQUITETO DAS SOMBRAS
Um bom amigo, daqueles que se pode ficar sem falar um ano ou dois e retomar a conversa como se nosso último encontro tivesse sido ontem.
Talvez o Carlos tenha a mesma percepção fugaz do Tempo que eu, sei lá.
Mas o fato é que é sempre bom conversar com o Carlos, pois com ele é sempre divertido falar sobre coisas nerds, filosofices e até sobre o sobrenatural.
O sobrenatural, aliás, é algo sempre muito recorrente no Carlos. Coisas estranhas acontecem o tempo todo com ele. Ou ao redor dele. Algumas exageradas, outra nem tanto. De qualquer forma, acho que se toda a nossa turma fosse composta de magos, o Carlos seria o mais poderoso de todos.
Arquiteto das Sombras é apenas um dos blogs do Carlos (os outros você encontra no perfil do blog dele), mas é onde ele melhor expressa suas idéias sobre arte, cultura e sobre a vida em geral.
Um blog onde ele fala de Quadrinhos, de Cinema, onde se mostra mais do que deveria, onde fala bem e mal do trabalho dos amigos, enfim, onde ele fala o que pensa. Pois o Carlos sempre foi assim. E espero que continue.
Abaixo, uma crônica dele que gostei muito. E o link pro blog.
A GUERRA
Alguém me perguntou onde está a guerra. Que guerra é essa? Eu posso fazer outra pergunta no lugar...Onde está a paz? Onde está a fraternidade, irmão? Onde está a igualdade?
Desde criança eu fui educado a acreditar no ser humano, na sociedade e seus meios, nos amigos e nos sonhos.
"Perante a Deus somos todos iguais."
Há felicidade espalhada em todas as janelas, cartazes, filmes. Em todas as imagens.
Lixo! Até aqui só vi jogos, mentiras e covardia. Salvo poucos exemplos de coragem, honestidade e inocência.
Essa semana parei para assistir um programa na Discovery Channel sobre a indústria dos games, a evolução dessa indústria e seu casamento com os militares norte-americanos. Sim, sei que não é novidade, mas os milicos norte-americanos estão cada vez mais recrutando bons jogadores de games. Já há uma indústria militar de games, e esses games são cada vez mais realistas e o perigo disso está em um dia o ser humano fuzilar outro humano na emoção mais DOOM da vida. A tecnologia dos games avança para um perfeccionismo de CGs não ao acaso. É para parecer verdade porque um dia o jogador vai jogar com a realidade, mas esse jogador saberá o que é realidade?
Também assisti outro programa, meses atrás, sobre a utilização da biotecnologia nas guerras. O conceito do super-soldado já é uma fato, mas não realidade. Estamos cada vez mais distante do conceito da realidade, talvez nunca soubéssemos bem o que é realidade.
"Realidade é o que você força fazer."
Lembro de um momento do CORTO MALTESE onde uma feiticeira diz para o Corto que a mão dele não tem a linha da vida. Corto pega a faca e corta a palma da mão criando a sua própria linha da vida. Queria eu ter feito a mesma coisa, mas estou preso a essa rede enroscada da realidade. Onde tudo é oculto.
Alguém perguntou onde está a guerra... Mas preciso educar os meus filhos, criar uma redoma protetora em um país que divulga pedófilos a cada 30 minutos no Globo News, pais atiram crianças pelas janelas, a polícia confronta outro destacamento de polícia com armas de guerra. Avião explode com 176 pessoas...
Onde está a guerra?
Vai tudo pelos ares por que o ser humano é merda!
Hoje eu faço parte de uma geração que podia ter feito a diferença, mas não fez. Postergou todos os projetos, acumulou tudo em projetos inacabados, desperdiçou tempo com a vagabundice, desperdiçou o meu tempo. Sempre acreditei que podíamos ter feito a diferença, acreditei na Liga. Ainda acredito na parceria. Em um grupo consciente fazendo a mudança.
Vivo a época dos cínicos, e sou mais um desses. Mas hipócrita não, amigo. Mantenho as mesmas idéias e ideais há mais de 17 anos. Há 38 anos. Nunca me vendi para nenhum laboratório de desenho. Pagando ou não minhas contas eu ainda estou aqui expressando as minhas idéias e emprestando essas, esboçando essas idéias para ti, produzindo-as em eterno conflito contra essa guerra que poucos querem ver.
Ser humano é lixo e eu não varro para baixo do tapete. No fundo sou romântico e luto por uma mudança ou no mínimo um pouco lucidez. Aos que possam (ou sabem ) pensar e dizer: lucidez de quem? Tá falando de quem? Da tua falta de lucidez?
Sim, bebum, sim...
Afinal, que guerra é essa?
ARQUITETO DAS SOMBRAS
sexta-feira, 8 de maio de 2009
AS INSANAS MELODIAS DA LINA – Blog convidado
O perfil da Lina diz assim: “Eu não sou nada. Mesmo. Mas por mais pequena e insignificante que eu seja, tenho muitas coisas a dizer.”
E como tem!
Essa garota de 17 anos produz textos existencialistas que seriam normais em uma escritora com o dobro da idade dela. Se ela continuar afiando sua pena desse jeito, quando ela for uma escritora, jornalista ou cronista conhecida e reconhecida, nós poderemos dizer de boca cheia que a conhecíamos desde quando ela era um “nada”.
Abaixo, texto e vídeo extraídos do blog.
A vida é curta demais. O que vem depois dela? Chamam de morte, mas ninguém sabe. Só o que se sabe da vida e que ela é frágil demais, delicada, bela demais. E que nenhum pôr-do-sol é igual a outro. Não digo que ela é curta demais para nós, que somos jovens. É curta para os velhos, também. Para eles o tempo parece passar mais rápido. Digo isso porque sei. Porque ouvi.
Uma vez me disseram que morrer jovem é permanecer belo. Eu discordo, como costumo discordar de quase tudo. A velhice tem sua beleza, seu charme. Às vezes me sinto estúpida. Passo noites em claro imaginando os tipos de morte que eu poderia ter. Os objetos que eu deixaria, para quem e por quê. A dor agonizante de um último suspirar. Ou o meu velório e as pessoas que estariam lá. As que chorariam e as que não. As que pegariam em minhas mãos, as que consolariam minha família, as que não iriam porque não gostariam de ter minha última lembrança naquele estado. (Não tentem isso em casa. É desesperador.) Eu sei. Estupidez demais para uma pessoa que deveria viver e agarrar para si cada momento que lhe aparecer pela frente e transformá-los em belos, memoráveis, intensos. Para que durante as noites em claro eu pense que, se de súbito eu morrer, tive um dia bom. Dei um beijo na face de cada um dos meus pais, um afago em meu cachorro, um 'durma bem' para meu irmão, uma risada com meu sobrinho e um 'eu te amo' para meu namorado. Se eu me lembrasse de fazer estes simples atos todos os dias, talvez morresse feliz.
O que mais me incomoda na morte não é o desconhecido, a dor ou a forma, mas sim a pendência. O ato não esclarecido. O perdão não concedido. A frase entalada na garganta que nunca mais vai sair. A morte não manda telegrama, aviso prévio ou dez dias para que você resolva seus problemas. Nada é certo nessa vida. Mas eu sei que me sinto muito mais em paz comigo mesma quando não tenho pendências com alguém que amo.
Um conselho? Deixe seu legado. Sua ação boa para com a humanidade. Não precisa ser algo grandioso ou famoso. Mas deve ser notável e belo. Uma carta, uma música, uma filosofia de vida, um cheiro, uma sensação, um poema. Um pedido de desculpa move o mundo. Somos tantos, tão iguais e tão diferentes. Mas temos a mesma humanidade desde que o mundo é mundo. Quando fizer alguma coisa - qualquer coisa - realmente faça. Desfrute do momento. Abuse dos sabores, cores e sensações de cada ato que fizer, por menor que seja. Espontaneidade é liberdade. Não que eu faça tudo isso. Eu não faço. E dói muito em mim reconhecer isso. Mas vou me esforçar para fazer o melhor, sempre.
Não escreva que a vida é breve na parede de seu quarto ou no espelho como forma de lembrar-se disso todos os dias. Se for para escrever, escreva que a vida é bela. E que não deve, em hipótese alguma, ter seus segundos desperdiçados. Somos o que somos: e não há meios para mudar. E, já que estamos aqui, saibamos aproveitar da melhor maneira possível. E hoje? Já olhou o céu e reparou como é belo o movimentar lento das nuvens? Deu bom dia para alguém? Um sorriso a um estranho na rua? Sentiu o ar passar pelos seus pulmões? Pediu desculpas? Agradeceu? Sentiu, mesmo, o sabor da comida, o frescor da água? Cheirou uma flor? Viu o pôr-do-sol? Contou uma história? Porque a vida é curta demais. E o tempo não nos concede pausas.
Quer ler mais?
AS INSANAS MELODIAS DA LINA
Surpreenda-se!
E LÁ NO SITE DA CAPRICHO...
Descubra se você é tarada!
E frases absurdas do ENEM 2009 com comentários quase tão absurdos quanto.
30.000 VISITAS
Três semanas atrás o blog atingiu a marca de 30.000 visitas. Isso foi 7 semanas depois de ter atingido 20.000 visitas! Eu fico super contente que as pessoas estão curtindo tanto esse blog! Obrigado a todos e eu juro que quando chegar nas 100.000 visitas eu paro de incomodar com tanta celebração...
WOLFGANG AMADEUS MOZART
Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791) foi, talvez, o maior gênio musical que já existiu. Compositor aos 5 anos de idade, foi autor de mais de 600 obras musicais dos mais diversos gêneros. Eu não acredito mais em Deus, mas escutar a música de Mozart me deixa com dúvidas... E se quiser conhecer mais, assista ao brilhante filme AMADEUS de Milos Forman. E claro, escute a música.
E como tem!
Essa garota de 17 anos produz textos existencialistas que seriam normais em uma escritora com o dobro da idade dela. Se ela continuar afiando sua pena desse jeito, quando ela for uma escritora, jornalista ou cronista conhecida e reconhecida, nós poderemos dizer de boca cheia que a conhecíamos desde quando ela era um “nada”.
Abaixo, texto e vídeo extraídos do blog.
LA VIE EN ROSE
A vida é curta demais. O que vem depois dela? Chamam de morte, mas ninguém sabe. Só o que se sabe da vida e que ela é frágil demais, delicada, bela demais. E que nenhum pôr-do-sol é igual a outro. Não digo que ela é curta demais para nós, que somos jovens. É curta para os velhos, também. Para eles o tempo parece passar mais rápido. Digo isso porque sei. Porque ouvi.
Uma vez me disseram que morrer jovem é permanecer belo. Eu discordo, como costumo discordar de quase tudo. A velhice tem sua beleza, seu charme. Às vezes me sinto estúpida. Passo noites em claro imaginando os tipos de morte que eu poderia ter. Os objetos que eu deixaria, para quem e por quê. A dor agonizante de um último suspirar. Ou o meu velório e as pessoas que estariam lá. As que chorariam e as que não. As que pegariam em minhas mãos, as que consolariam minha família, as que não iriam porque não gostariam de ter minha última lembrança naquele estado. (Não tentem isso em casa. É desesperador.) Eu sei. Estupidez demais para uma pessoa que deveria viver e agarrar para si cada momento que lhe aparecer pela frente e transformá-los em belos, memoráveis, intensos. Para que durante as noites em claro eu pense que, se de súbito eu morrer, tive um dia bom. Dei um beijo na face de cada um dos meus pais, um afago em meu cachorro, um 'durma bem' para meu irmão, uma risada com meu sobrinho e um 'eu te amo' para meu namorado. Se eu me lembrasse de fazer estes simples atos todos os dias, talvez morresse feliz.
O que mais me incomoda na morte não é o desconhecido, a dor ou a forma, mas sim a pendência. O ato não esclarecido. O perdão não concedido. A frase entalada na garganta que nunca mais vai sair. A morte não manda telegrama, aviso prévio ou dez dias para que você resolva seus problemas. Nada é certo nessa vida. Mas eu sei que me sinto muito mais em paz comigo mesma quando não tenho pendências com alguém que amo.
Um conselho? Deixe seu legado. Sua ação boa para com a humanidade. Não precisa ser algo grandioso ou famoso. Mas deve ser notável e belo. Uma carta, uma música, uma filosofia de vida, um cheiro, uma sensação, um poema. Um pedido de desculpa move o mundo. Somos tantos, tão iguais e tão diferentes. Mas temos a mesma humanidade desde que o mundo é mundo. Quando fizer alguma coisa - qualquer coisa - realmente faça. Desfrute do momento. Abuse dos sabores, cores e sensações de cada ato que fizer, por menor que seja. Espontaneidade é liberdade. Não que eu faça tudo isso. Eu não faço. E dói muito em mim reconhecer isso. Mas vou me esforçar para fazer o melhor, sempre.
Não escreva que a vida é breve na parede de seu quarto ou no espelho como forma de lembrar-se disso todos os dias. Se for para escrever, escreva que a vida é bela. E que não deve, em hipótese alguma, ter seus segundos desperdiçados. Somos o que somos: e não há meios para mudar. E, já que estamos aqui, saibamos aproveitar da melhor maneira possível. E hoje? Já olhou o céu e reparou como é belo o movimentar lento das nuvens? Deu bom dia para alguém? Um sorriso a um estranho na rua? Sentiu o ar passar pelos seus pulmões? Pediu desculpas? Agradeceu? Sentiu, mesmo, o sabor da comida, o frescor da água? Cheirou uma flor? Viu o pôr-do-sol? Contou uma história? Porque a vida é curta demais. E o tempo não nos concede pausas.
Quer ler mais?
AS INSANAS MELODIAS DA LINA
Surpreenda-se!
E LÁ NO SITE DA CAPRICHO...
E frases absurdas do ENEM 2009 com comentários quase tão absurdos quanto.
30.000 VISITAS
200 SEGUIDORES
Bom, além das milhares de visitas, o blog também atingiu a marca de 200 leitoras e leitores fiéis que fazem questão de saber tudo o que rola por aqui. Um obrigado especial a todos! WOLFGANG AMADEUS MOZART
Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791) foi, talvez, o maior gênio musical que já existiu. Compositor aos 5 anos de idade, foi autor de mais de 600 obras musicais dos mais diversos gêneros. Eu não acredito mais em Deus, mas escutar a música de Mozart me deixa com dúvidas... E se quiser conhecer mais, assista ao brilhante filme AMADEUS de Milos Forman. E claro, escute a música.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
CAPRICHO 948
Cartum do The New Yorker.Greve de Filósofos
Cartaz 1: Apoie Epistemologistas. 191 local. Federação Unida de Filósofos.
Cartaz 2: Sem mais buscas pela Verdade até que nossas exigências sejam atendidas.
Cartaz 3: Nós estamos certos e eu posso provar isso usando a lógica.
Você já parou para pensar no sentido da vida? Não?! Nem eu! Isso nem dá dinheiro. Mas só para não passar por superficial, que tal descobrir se...
VOCÊ É UMA FILÓSOFA?
1. Quando dois meninos da sua escola estão brigando, você...
a. Pensa que, qualquer que seja a desavença, eles poderiam ter sentado e discutido sobre os motivos que os levaram até aquela situação extrema e desagradável.
b. Grita “Brigaaaaa!” e chama todo mundo para ver.
c. Não olha, pois tem pavor de sangue.
2. Quando sua melhor amiga chega e diz que vai ficar um ano fora fazendo intercâmbio na Índia, você...
a. Fica com inveja, pois ela vai ter acesso direto aos textos dos filósofos indianos que viveram lá 1 500 anos a.C.
b. Pergunta se tem Disneylândia lá.
c. Acha que é programa de índia.
3. Quando seu namorado tem uma crise de ciúme, você...
a. Faz um longo discurso sobre a dialética dos gêneros, conceitualizando as idéias de Nietzsche sobre o feminino como sendo ultrapassadas.
b. Manda o cara se tratar e dá um pé na bunda dele.
c. Baixa a cabeça e não olha para mais ninguém na rua.
Respostas
Mais A • Pedante
Todo mundo acha você a maior chata. O melhor que você tem a fazer é largar esse monte de livros e começar a ler Paulo Coelho.
Mais B • Pragmática
Você é uma superfilósofa, pois sabe aproveitar a vida e as coisas que ela oferece. Go, girl!
Mais C • Mal-do-século
Você só vê as coisas pelo lado negativo. Para você, o mundo acabou quando Kurt Cobain morreu.
Jeri Dias pensou muito sobre o sentido da vida e depois deu a descarga
Você enfia o dedo no nariz e limpa a meleca na tela do PC? Tenha uma tela de PC sempre limpa e brilhante com DOGCLEANER.
Você enfia o dedo no nariz e limpa a meleca na tela do PC? Tenha uma tela de PC sempre limpa e brilhante com DOGCLEANER.
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