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domingo, 18 de setembro de 2016
POEMEUS
ORGULHO NACIONAL
O militar orgulhoso
Os soldados orgulhosos
Os pais orgulhosos
As esposas orgulhosas
A Morte orgulhosa
GIRA-GIRA
O Mundo gira
O Mundo gira
Ele gira e gira
E gira tanto
Que fico tonto
BARREIRAS
A Evolução
É rápida como o vento
Mas nós criamos barreiras
Contra o vento
quarta-feira, 8 de junho de 2016
POEMEUS - Poesia
TASHI
A espada perfeita
O samurai perfeito
A técnica perfeita
Inimigos imperfeitos
REMINISCÊNCIAS
Quantos prazeres
Eu senti ao longo dos anos
Quantas dores
Eu senti ao longo das horas
CAPACETES
Eu estava em guerra
No campo, no campo
Capacetes rolavam
Sem as cabeças
Os capacetes sem as cabeças
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
BLOG CONVIDADO – ARQUITETO DAS SOMBRAS
Conheço Carlos Ferreira há 20 anos.
Um bom amigo, daqueles que se pode ficar sem falar um ano ou dois e retomar a conversa como se nosso último encontro tivesse sido ontem.
Talvez o Carlos tenha a mesma percepção fugaz do Tempo que eu, sei lá.
Mas o fato é que é sempre bom conversar com o Carlos, pois com ele é sempre divertido falar sobre coisas nerds, filosofices e até sobre o sobrenatural.
O sobrenatural, aliás, é algo sempre muito recorrente no Carlos. Coisas estranhas acontecem o tempo todo com ele. Ou ao redor dele. Algumas exageradas, outra nem tanto. De qualquer forma, acho que se toda a nossa turma fosse composta de magos, o Carlos seria o mais poderoso de todos.
Arquiteto das Sombras é apenas um dos blogs do Carlos (os outros você encontra no perfil do blog dele), mas é onde ele melhor expressa suas idéias sobre arte, cultura e sobre a vida em geral.
Um blog onde ele fala de Quadrinhos, de Cinema, onde se mostra mais do que deveria, onde fala bem e mal do trabalho dos amigos, enfim, onde ele fala o que pensa. Pois o Carlos sempre foi assim. E espero que continue.
Abaixo, uma crônica dele que gostei muito. E o link pro blog.
Alguém me perguntou onde está a guerra. Que guerra é essa? Eu posso fazer outra pergunta no lugar...Onde está a paz? Onde está a fraternidade, irmão? Onde está a igualdade?
Desde criança eu fui educado a acreditar no ser humano, na sociedade e seus meios, nos amigos e nos sonhos.
"Perante a Deus somos todos iguais."
Há felicidade espalhada em todas as janelas, cartazes, filmes. Em todas as imagens.
Lixo! Até aqui só vi jogos, mentiras e covardia. Salvo poucos exemplos de coragem, honestidade e inocência.
Essa semana parei para assistir um programa na Discovery Channel sobre a indústria dos games, a evolução dessa indústria e seu casamento com os militares norte-americanos. Sim, sei que não é novidade, mas os milicos norte-americanos estão cada vez mais recrutando bons jogadores de games. Já há uma indústria militar de games, e esses games são cada vez mais realistas e o perigo disso está em um dia o ser humano fuzilar outro humano na emoção mais DOOM da vida. A tecnologia dos games avança para um perfeccionismo de CGs não ao acaso. É para parecer verdade porque um dia o jogador vai jogar com a realidade, mas esse jogador saberá o que é realidade?
Também assisti outro programa, meses atrás, sobre a utilização da biotecnologia nas guerras. O conceito do super-soldado já é uma fato, mas não realidade. Estamos cada vez mais distante do conceito da realidade, talvez nunca soubéssemos bem o que é realidade.
"Realidade é o que você força fazer."
Lembro de um momento do CORTO MALTESE onde uma feiticeira diz para o Corto que a mão dele não tem a linha da vida. Corto pega a faca e corta a palma da mão criando a sua própria linha da vida. Queria eu ter feito a mesma coisa, mas estou preso a essa rede enroscada da realidade. Onde tudo é oculto.
Alguém perguntou onde está a guerra... Mas preciso educar os meus filhos, criar uma redoma protetora em um país que divulga pedófilos a cada 30 minutos no Globo News, pais atiram crianças pelas janelas, a polícia confronta outro destacamento de polícia com armas de guerra. Avião explode com 176 pessoas...
Onde está a guerra?
Vai tudo pelos ares por que o ser humano é merda!
Hoje eu faço parte de uma geração que podia ter feito a diferença, mas não fez. Postergou todos os projetos, acumulou tudo em projetos inacabados, desperdiçou tempo com a vagabundice, desperdiçou o meu tempo. Sempre acreditei que podíamos ter feito a diferença, acreditei na Liga. Ainda acredito na parceria. Em um grupo consciente fazendo a mudança.
Vivo a época dos cínicos, e sou mais um desses. Mas hipócrita não, amigo. Mantenho as mesmas idéias e ideais há mais de 17 anos. Há 38 anos. Nunca me vendi para nenhum laboratório de desenho. Pagando ou não minhas contas eu ainda estou aqui expressando as minhas idéias e emprestando essas, esboçando essas idéias para ti, produzindo-as em eterno conflito contra essa guerra que poucos querem ver.
Ser humano é lixo e eu não varro para baixo do tapete. No fundo sou romântico e luto por uma mudança ou no mínimo um pouco lucidez. Aos que possam (ou sabem ) pensar e dizer: lucidez de quem? Tá falando de quem? Da tua falta de lucidez?
Sim, bebum, sim...
Afinal, que guerra é essa?
ARQUITETO DAS SOMBRAS
Um bom amigo, daqueles que se pode ficar sem falar um ano ou dois e retomar a conversa como se nosso último encontro tivesse sido ontem.
Talvez o Carlos tenha a mesma percepção fugaz do Tempo que eu, sei lá.
Mas o fato é que é sempre bom conversar com o Carlos, pois com ele é sempre divertido falar sobre coisas nerds, filosofices e até sobre o sobrenatural.
O sobrenatural, aliás, é algo sempre muito recorrente no Carlos. Coisas estranhas acontecem o tempo todo com ele. Ou ao redor dele. Algumas exageradas, outra nem tanto. De qualquer forma, acho que se toda a nossa turma fosse composta de magos, o Carlos seria o mais poderoso de todos.
Arquiteto das Sombras é apenas um dos blogs do Carlos (os outros você encontra no perfil do blog dele), mas é onde ele melhor expressa suas idéias sobre arte, cultura e sobre a vida em geral.
Um blog onde ele fala de Quadrinhos, de Cinema, onde se mostra mais do que deveria, onde fala bem e mal do trabalho dos amigos, enfim, onde ele fala o que pensa. Pois o Carlos sempre foi assim. E espero que continue.
Abaixo, uma crônica dele que gostei muito. E o link pro blog.
A GUERRA
Alguém me perguntou onde está a guerra. Que guerra é essa? Eu posso fazer outra pergunta no lugar...Onde está a paz? Onde está a fraternidade, irmão? Onde está a igualdade?
Desde criança eu fui educado a acreditar no ser humano, na sociedade e seus meios, nos amigos e nos sonhos.
"Perante a Deus somos todos iguais."
Há felicidade espalhada em todas as janelas, cartazes, filmes. Em todas as imagens.
Lixo! Até aqui só vi jogos, mentiras e covardia. Salvo poucos exemplos de coragem, honestidade e inocência.
Essa semana parei para assistir um programa na Discovery Channel sobre a indústria dos games, a evolução dessa indústria e seu casamento com os militares norte-americanos. Sim, sei que não é novidade, mas os milicos norte-americanos estão cada vez mais recrutando bons jogadores de games. Já há uma indústria militar de games, e esses games são cada vez mais realistas e o perigo disso está em um dia o ser humano fuzilar outro humano na emoção mais DOOM da vida. A tecnologia dos games avança para um perfeccionismo de CGs não ao acaso. É para parecer verdade porque um dia o jogador vai jogar com a realidade, mas esse jogador saberá o que é realidade?
Também assisti outro programa, meses atrás, sobre a utilização da biotecnologia nas guerras. O conceito do super-soldado já é uma fato, mas não realidade. Estamos cada vez mais distante do conceito da realidade, talvez nunca soubéssemos bem o que é realidade.
"Realidade é o que você força fazer."
Lembro de um momento do CORTO MALTESE onde uma feiticeira diz para o Corto que a mão dele não tem a linha da vida. Corto pega a faca e corta a palma da mão criando a sua própria linha da vida. Queria eu ter feito a mesma coisa, mas estou preso a essa rede enroscada da realidade. Onde tudo é oculto.
Alguém perguntou onde está a guerra... Mas preciso educar os meus filhos, criar uma redoma protetora em um país que divulga pedófilos a cada 30 minutos no Globo News, pais atiram crianças pelas janelas, a polícia confronta outro destacamento de polícia com armas de guerra. Avião explode com 176 pessoas...
Onde está a guerra?
Vai tudo pelos ares por que o ser humano é merda!
Hoje eu faço parte de uma geração que podia ter feito a diferença, mas não fez. Postergou todos os projetos, acumulou tudo em projetos inacabados, desperdiçou tempo com a vagabundice, desperdiçou o meu tempo. Sempre acreditei que podíamos ter feito a diferença, acreditei na Liga. Ainda acredito na parceria. Em um grupo consciente fazendo a mudança.
Vivo a época dos cínicos, e sou mais um desses. Mas hipócrita não, amigo. Mantenho as mesmas idéias e ideais há mais de 17 anos. Há 38 anos. Nunca me vendi para nenhum laboratório de desenho. Pagando ou não minhas contas eu ainda estou aqui expressando as minhas idéias e emprestando essas, esboçando essas idéias para ti, produzindo-as em eterno conflito contra essa guerra que poucos querem ver.
Ser humano é lixo e eu não varro para baixo do tapete. No fundo sou romântico e luto por uma mudança ou no mínimo um pouco lucidez. Aos que possam (ou sabem ) pensar e dizer: lucidez de quem? Tá falando de quem? Da tua falta de lucidez?
Sim, bebum, sim...
Afinal, que guerra é essa?
ARQUITETO DAS SOMBRAS
domingo, 17 de maio de 2009
SOUVENIR IRAQUIANO - Crítica

O AUTOR
Robinson dos Santos é um escritor carioca residente em Florianópolis (SC).
Abandonou a carreira das forças armadas em Agulhas Negras para estudar comunicação social na Universidade Federal do Paraná. Passou então, a trabalhar com ficção em vídeo e cinema, escrevendo o argumento do curta-metragem ATRAÍDOS (Clique para assistir: Parte 1 / Parte 2). Também trabalhou com publicidade e jornalismo. Tem dezenas de crônicas publicadas em jornais e revistas.
SINOPSE
Um coronel iraquiano, um agente da CIA e três ex-militares brasileiros tentam se apoderar de um tesouro histórico descoberto nas fundações de uma usina nuclear no meio do deserto iraquiano na iminência da Guerra do Golfo de 1990. E eles não estão trabalhando juntos...
A OBRA
A literatura brasileira não costuma entrar no misterioso gênero da espionagem, assim como da ficção-científica, horror e fantasia. Claro que existem diversos autores brasileiros escrevendo nesses gêneros, mas a maioria desses autores permanecerá inédita nas grandes editoras. Muitos dirão que esses gêneros estão distantes da realidade brasileira, são gêneros menores ou mesmo alienados. Não poderiam estar mais enganados ou serem mais preconceituosos.
Robinson dos Santos, exibindo a ousadia de um verdadeiro espião, decidiu escrever um livro de espionagem, algo raro e temeroso no mercado editorial brasileiro. Inspirado em fatos reais, a trama entrelaça os atos e os destinos de personagens perseguindo um mesmo objetivo, mas alheios à presença um do outro. Cada qual usando seus métodos; a trapaça, a autoridade e a espionagem; buscará a recompensa final, que de modo algum significa o melhor para o seu país. Pelo contrário, remando contra muitos livros do gênero, onde pelo menos um dos lados luta por uma ideologia ou por vidas inocentes, os personagens de Santos lutam somente por si ou por suas famílias, o que faz com que o leitor se identifique e sinta empatia pelos personagens muito mais rápida e eficientemente do que o faria com um super-agente secreto qualquer.
O estilo moderno, com sentenças curtas e diálogos coloquiais, aliado a mudanças alternadas de cenário e personagens que vão se interconectando aos poucos, lembra o roteiro de um filme e quase como tal ele se desenrola na mente do leitor. Espero que em algum futuro breve um produtor e um bom diretor se interessem por esse livro, que certamente tem tudo para ser um ótimo filme.
E como todo bom livro de espionagem, o autor relaciona fatos históricos e políticos da recente história brasileira: o bom relacionamento dos militares brasileiros com o governo do ditador Saddam Hussein, a hiper-inflação brasileira, a operação Tempestade no Deserto e até o infame ex-presidente Fernando Collor de Melo em uma cena que lhe serve de crítica.
E pra citar mais um dos motivos pelos quais livros de espionagem e ficção-científica são raros no Brasil é porque, um bom livro do gênero, demanda uma pesquisa em áreas as quais a maioria das pessoas não tem interesse e nesse ponto percebe-se o esforço e o trabalho de Santos em dar ao leitor o maior número de informações para situá-lo de volta ao Brasil e ao Iraque dos anos 90.
Para quem se diverte lendo autores como Tom Clancy, Robert Ludlum e outros, SOUVENIR IRAQUIANO é entretenimento garantido.
TRECHO
“Fahed e Luciano se assustam com um disparo. Um soldado terminara de matar um dos ladrões de relíquias, que ainda se movia. Fahed grita algo em farsi. Luciano entende a ladainha do soldado, desculpando-se por ter matado talvez a única pessoa que poderia ter sido interrogada. Como o oficial sabia que as chances do moribundo chegar com vida a algum hospital eram remotas, não estende a “mijada”. Quem se importaria?”
ONDE COMPRAR
Com o próprio autor, através do e-mail: souveniriraquiano@gmail.com

E LÁ NO SITE DA CAPRICHO...
O site está passando por modificações desde a última quarta-feira e todos os posts estão aguardando liberação da chefia. Assim que eu receber o sinal verde, volto a postar.
MISSION: IMPOSSIBLE – Limp Bizkit
A trilha desse post é a banda Limp Bizkit com sua versão do tema do filme MISSÃO: IMPOSSÍVEL 2. Uma banda que teve seus bons momentos na virada do século e que vale a pena escutar.
quarta-feira, 26 de março de 2008
CAPRICHO 910

Pois é, parece que a guerra vai rolar mesmo.
Então se liga nessa...
ESTRATÉGIA DE GUERRA
ESTRATÉGIA DE GUERRA
• Estoque sua coleção de CAPRICHO, batatinhas Chips, refrigerante e sorvete,
caso tenha que ficar trancada dentro do quarto.
• Se faltar comida, chame um telepizza.
Não é porque a cidade foi bombardeada que as pizzarias vão deixar de faturar.
• Convide um menino lindo do seu prédio (pode ser mais de um)
para se refugiar na sua casa.
• Se seus pais reclamarem que você chegou tarde em casa da balada,
diga que, para economizar gasolina, voltou a pé.
• Quando a guerra acabar, garanta uma bandeirinha dos Estados Unidos,
uma da Coréia do Norte e uma do Iraque para agitar.
Afinal, guerra é uma caixinha de surpresas.
• Aliste-se e viva cercada de soldados gatos.
• O look militar vai entrar em alta e você vai poder usar
aqueles coturnos pretos que tanto adora.
• Já que o dia de amanhã é incerto, pegue o cartão de crédito de seu pai
e garanta aquele vestido caríssimo antes que o mundo acabe.
Jerri Dias já passou na locadora e pegou 100 filmes.
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