sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

CAPRICHO 1111 - Humor

 
 
O Natal é legal, mas pode ser um fracasso quando você corre o risco de receber...

15 PRESENTES FAIL!


1)  Ganhar conjuntos de calcinha e sutiã é legal, mas não na frente de toda a parentada e daquele primo gatinho!

2)  Ganhar aquela calça mega colorida e linda que você queria 2 números menor e ouvir sua mãe dizer que “é pra te incentivar a emagrecer”!

3)  Ganhar uma poupança de R$ 1.000,00 que você só vai poder mexer daqui a 1 ano, para aprender o valor de poupar dinheiro!

4)  Ganhar um anel de compromisso de seu namorado, que você sabe que é o maior galinha e provavelmente deu anéis iguais para mais duas ou três!

5)  Ganhar um celular que faz tudo, só falta ter teletransporte, mas saber que a conta dele vai ser descontada se sua mesada de 50 reais!

6)  Ganhar uma viagem pro Nordeste, mas para o sertão, onde não tem praia.

7)  Ganhar muitas fraldas descartáveis e roupinhas de bebê, afinal você e seu namorado vacilaram no uso da camisinha!

8)  Ganhar um super estojo de maquiagem da tia que esqueceu que você é alérgica e fica empipocada com quase todo tipo de cosméticos!

9)  Ganhar ingressos VIP para sua banda internacional favorita e descobrir que a data do show é um dia antes do vestibular!

10)  Ganhar um netbook que você insiste em carregar para todo lugar e ter ele roubado quatro dias depois que o ganhou!

11)  Finalmente ganhar a coleção completa de livros do Harry Potter... depois que a saga já terminou no cinema e você já sabe como acaba tudo!

12)  Ganhar um fora do namorado, que nem sequer teve a sensibilidade de comprar um presente de consolação!

13)  Ganhar o livro Assunto de Inimiga do colunista Jerri Dias, que você odeia!

14)  Ganhar só um abraço e um beijo da sua tia Nova Era com a desculpa furada de que “o Natal é uma época de amor e confraternização e não de consumo capitalista”! 

15)  Ganhar meias, o presente fail mais clássico de todos!



Jerri Dias adora dar presentes Fail.
 
 

OS VINGADORES - Galeria

 









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ATEÍSMO - Debate



Crente: Porque as pessoas não acreditam em DEUS?

Pessoa racional: Porque as pessoas não acreditam em unicórnios?

C: Bem, porque pra começar eles não são reais.

PR: E você diz isso baseado em quê, meu caro?

C: Ninguém jamais viu um!

PR: Então você está dizendo que você tem que VER alguma coisa para acreditar nela?

C: Eu não estou dizendo isso! E se você quer continuar no assunto, como é que nunca encontraram ossos de unicórnio?

PR: Hm. Ok. Agora você está dizendo que precisa ter EVIDÊNCIA FÍSICA para você acreditar em algo? E que tal fé?

C: Não existe esse negócio de fé em se tratando de unicórnios! Eles vem de livros infantis, pelo amor de Deus!

PR: Então você está sugerindo que não devemos acreditar em coisas que existem apenas em livros de fábulas?

C: SIM! E além disso, se unicórnios tivessem REALMENTE existido, alguns biólogos já teriam publicado algo sobre eles.

PR: Tá, me deixa recapitular isso mais uma vez.
Você está dizendo que para alguém acreditar que algo realmente existe nós devemos ter:

1)  Evidência factual;
2)  Evidência física;
3)  Evidência científica;
4)  Todas essas evidências devem vir de uma outra fonte que não seja um livro.

Eu acho que agora você já entende porque algumas pessoas não acreditam em deus.



OLGA KURAEVA - Dança


Bailarina: Olga Kuraeva

Música: Heinali - Sway, Sway


CABARET VOLTAIRE - Performance


O alcance que a arte performática conseguiu, fora de um contexto teatral, vem da base central do movimento Dadaísta em Zurique, o lendário Cabaret Voltaire. Fundado nos fundos da taverna  Holländische Meierei em 1916 por Hugo Ball e Emmy Hemmings, o Cabaret Voltaire era um espaço de experimentação artística crua que muitas vezes levou a indignação da platéia, levando a multidão a atacar o palco em protesto. As performances radicais e caóticas que lá aconteciam incluíam novos formatos de poesia, música vanguardista, mudanças de figurinos, pinturas e performances simultâneas. O Cabaret Voltaire ajudou a expandir internacionalmente uma nova cultura, já que refugiados europeus da 1ª Guerra Mundial encontraram uma saída criativa na Dada Haus, como também era conhecido. 


Trecho da matéria "As 25 Melhores Performances de todos os tempos", deDale Eisinger


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

IMPOSTOS - Como funciona



Porque nos chamam de contribuintes quando nos é imposto pagar algo que achamos injusto?

JERRI DIAS de A – Z - A Autobiografia

Foto de comercial de margarina (ou de Nescau).
Meu irmão Jacques rezando pela alma da despudorada da minha irmã Jacqueline, eu brincado de Ultraman e usando o pão de cápsula Beta e minha avó Maria não fala nada, só observa. 
Foto tirada entre 1975 e 1977.


H de HERÓI

Desde pequeno sempre fui ousado e destemido quando se tratava de arriscar minha integridade física. Machucados, cicatrizes, torções, ossos quebrados, nada me impedia de escalar uma árvore pra brincar de Tarzan, pular um muro e roubar os doces da vizinha pra brincar de ladrão, provocar um rotweiller pra sair correndo... Ah, a adrenalina daqueles dias... E minhas façanhas não passavam despercebidas pela vizinhança e nem pelos meus pais, que volta e meia me colocavam de castigo ou me davam chineladas mesmo.

Mas eis que os dias de glória vieram quando uma vizinha esqueceu a chave do lado de fora da casa dela. Nossas casas tinham dois andares, eram grudadas uma na outra e dividiam a mesma sacada, separadas por um muro impossível de atravessar... a não ser pendurado por uma grade. Vendo o desespero da vizinha, eu me ofereci para atravessar a grade de um lado para o outro a uma altura de 5 metros, o que, para uma criança de 11 anos era bastante alto. Até hoje fico imaginando como meus pais deixaram eu me arriscar desse jeito. Fico meio desconfiado...

Depois desse bem sucedido feito heróico, outros vizinhos começaram a me chamar para subir escadas pelo lado de fora do prédio até o 3° andar para entrar pela janela, subir árvores para pular pro outro lado do muro... Vou te contar, meus vizinhos economizaram uma fortuna em chaveiros e nunca me pagaram um sorvete sequer. Bando de mão-de-vaca! 

A seguir... I de IDIOTA