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quarta-feira, 28 de março de 2018
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
domingo, 14 de maio de 2017
Planeta próximo à Terra pode ter atmosfera com água e metano - Ciência
Representação artística de Gliese 132 b.
por Leticia Fuentes (revista Veja)
Link original aqui.
Com um peso semelhante ao da Terra e um diâmetro apenas 50% maior, o Gliese 1132 b é possivelmente um dos planetas mais parecidos ao nosso já encontrados. Depois de analisar atentamente sua atmosfera, um grupo de cientistas europeus acredita ter encontrado indícios da presença de água e metano. O estudo está passando por revisão e será publicado no The Astrophysical Journal.
“Nós mostramos que um planeta com a massa da Terra é capaz de sustentar uma atmosfera densa”, diz à Scientific American John Southworth, conferencista em astrofísica na Universidade de Keele, na Inglaterra, e líder da pesquisa.
Com descobertas cada vez mais frequentes de exoplanetas que apresentam condições favoráveis para abrigar uma atmosfera habitável, uma nova barreira está sendo ultrapassada pelos cientistas ao estudar um astro com um tamanho próximo ao da Terra. A maioria dos candidatos a esse título já descobertos são muito maiores e mais quentes do que o nosso planeta. O primeiro exoplaneta potencialmente habitável a apresentar um diâmetro semelhante à Terra foi o Kepler-186f.
O Gliese 1132 b, no entanto, é relativamente fácil de ser estudado, já que fica a apenas 39 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), uma distância próxima em termos cósmicos. Ele também apresenta a vantagem de orbitar uma estrela-anã do tipo M, que corresponde às menores e mais frias estrelas, sendo mais fácil para os astrônomos investigarem a atmosfera do planeta. O problema, no entanto, é que planetas do tamanho da Terra que orbitam esses astros geralmente não conseguem sustentar uma atmosfera por causa da atividade intensa de suas estrelas.
Como os cientistas acreditam que possa ser o pôr-do-sol em outros planetas supostamente habitáveis já descobertos em comparação com a Terra.
Parente próximo
Segundo a Scientific American, a equipe estudou a atmosfera do Gliese 1132 b usando uma variação de um método utilizado para identificar exoplanetas, baseado no trânsito do corpo celeste ao redor de sua estrela visto da Terra. Quando o planeta se movimenta, ele bloqueia uma porção da luz emitida pela estrela, lançando uma sombra em direção ao nosso sistema solar. A atmosfera do planeta absorve uma pequena parcela dessa luz perto dos limites da sombra, filtrando certos comprimentos de onda de acordo com sua composição – e é por meio da observação desse fenômeno que os cientistas conseguem descobrir os elementos presentes.
Usando o telescópio MPG/ESO, localizado no Observatório Europeu do Sul (ESO, sigla em inglês) no Chile, a equipe monitorou nove passagens do Gliese 1132 b por uma grande variação de comprimentos de onda, incluindo óticos e infravermelhos. Com as medições, os cientistas projetaram um espectro simples, que mostra a quantidade de luz a cada comprimento de onda. Em alguns deles, os resultados mostraram uma maior absorção, indicando a possibilidade de existir água, metano ou ambos na atmosfera do planeta, em quantidades semelhantes às presentes no ar da Terra.
Com os dados, os astrônomos também conseguem estimar a densidade do corpo celeste, assim como sua possível composição. Considerando que a atmosfera pode conter vapor d’água, um possível modelo sugere que o Gliese 1132 b se pareça a um oásis vaporoso, com uma quantidade considerável de água em volta de um núcleo rochoso. Os cientistas afirmam que outros modelos, com uma proporção maior de rochas, também sejam possíveis, embora não se possa confirmar a composição exata do interior do planeta.
sábado, 5 de dezembro de 2015
NERDOLOGIA - Canal
O Nerdologia é um canal que foca na ciência e outros campos pelo seu lado mais divertido: o da cultura pop e assuntos polêmicos. Com uma linguagem bem construída e um locutor carismático, Nerdologia é um dos meus canais preferidos.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
DINOSSAUROS - News
Alossauro
DINOSSAUROS CARNÍVOROS PODIAM ABRIR MANDÍBULAS EM ATÉ 90º
Um grupo de cientistas britânicos estudou o quanto diferentes tipos de dinossauros conseguiam abrir a boca e descobriu que o ângulo de abertura da mandíbula está diretamente relacionado à dieta dos répteis pré-históricos.
Em geral, carnívoros como o conhecido Tiranossauro rex escancaravam a mandíbula em até 90 graus, enquanto os dinossauros herbívoros só conseguiam abri-la até 45 graus. O estudo, liderada por Stephan Lautenschlager, da Universidade de Bristol (Reino Unido), foi publicado nesta quinta-feira, 5, na revista Royal Society Open Science.
Reconstrução de um crânio de Tiranossauro Rex mostrando a abertura da mandíbula com a abertura máxima.
Os cientistas estudaram a tensão muscular durante a abertura de mandíbula de três diferentes dinossauros terópodes que tinham hábitos alimentares distintos. Os terópodes - palavra composta dos termos gregos "therós" (fera) e "podós" (pés) - eram um grande grupo de dinossauros bípedes que inclui os maiores carnívoros que já viveram sobre a Terra.
"Os dinossauros terópodes, como o Tiranossauro rex e o Alossauro, são muitas vezes retratados com mandíbulas muito abertas, presumivelmente para enfatizar sua natureza carnívora. Mas até agora nenhum estudo havia realmente detalhado a relação entre a musculatura da mandíbula, sua abertura máxima e o estilo de alimentação", disse Lautenschlager.
Estudo comparativo.
"Todos os músculos, incluindo os que são utilizados para abrir e fechar a mandíbula, só podem esticar até certo ponto antes de arrebentarem. Isso limita consideravelmente o quanto um animal consegue abrir a boca e, portanto, como e de que ele pode se alimentar", explicou Lautenschlager.
A fim de entender em detalhes a relação entre tensão muscular e abertura da mandíbula, minuciosos modelos computacionais foram criados para simular a abertura e fechamento da boca, enquanto eram medidas as alterações no comprimento dos "músculos digitais". As espécies de dinossauros estudadas também foram comparadas aos seus parentes vivos, como crocodilos e aves, cuja tensão muscular e abertura máxima da mandíbula são conhecidas.
O estudo mostrou que o Tiranossauro e o Alossauro eram capazes de abrir a mandíbula em até 90 graus, enquanto o Erlikossauro abria a boca só até 45 graus.
Esqueleto de Tiranossauro.
Entre os dois carnívoros, os resultados mostraram que o Tiranossauro podia, com sua mordida, produzir uma força muscular persistente com diversos ângulos de abertura das mandíbulas - o que seria necessário para romper a pele, despedaçar a carne e esmagar os ossos das presas.
"Sabemos, por meio dos animais modernos, que os carnívoros são frequentemente capazes de abrir as mandíbulas mais que os herbívoros. É interessante ver que isso acontece também no caso dos dinossauros terópodes", afirmou Lautenschla.
Fonte: UOL
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
ATEÍSMO - Debate
Crente: Porque as pessoas não acreditam em DEUS?
Pessoa racional: Porque as pessoas não acreditam em unicórnios?
C: Bem, porque pra começar eles não são reais.
PR: E você diz isso baseado em quê, meu caro?
C: Ninguém jamais viu um!
PR: Então você está dizendo que você tem que VER alguma coisa para acreditar nela?
C: Eu não estou dizendo isso! E se você quer continuar no assunto, como é que nunca encontraram ossos de unicórnio?
PR: Hm. Ok. Agora você está dizendo que precisa ter EVIDÊNCIA FÍSICA para você acreditar em algo? E que tal fé?
C: Não existe esse negócio de fé em se tratando de unicórnios! Eles vem de livros infantis, pelo amor de Deus!
PR: Então você está sugerindo que não devemos acreditar em coisas que existem apenas em livros de fábulas?
C: SIM! E além disso, se unicórnios tivessem REALMENTE existido, alguns biólogos já teriam publicado algo sobre eles.
PR: Tá, me deixa recapitular isso mais uma vez.
Você está dizendo que para alguém acreditar que algo realmente existe nós devemos ter:
1) Evidência factual;
2) Evidência física;
3) Evidência científica;
4) Todas essas evidências devem vir de uma outra fonte que não seja um livro.
Eu acho que agora você já entende porque algumas pessoas não acreditam em deus.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL - Dica de site
Para quem curte saber tudo sobre Ciência, mas por algum motivo não pode ser cientista, o site da revista SCIENTIFIC AMERICAN ajuda a matar a curiosidade sobre a vida, o universo e um pouco mais.
Clique em SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL e ilumine-se.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
ÉMILIE DU CHATELÊT - Biografia
Uma das poucas e raras mulheres que tiveram a oportunidade de correr atrás de suas paixões séculos antes do Movimento Sufragete e do Feminismo.
quarta-feira, 12 de março de 2014
UM CÂNTICO PARA LEIBOWITZ - Literatura
Capa da edição americana
Seiscentos anos após uma guerra nuclear que acabou com boa parte da humanidade e gerou ódio e perseguição contra a Ciência e cientistas, uma ordem de monges tenta reunir o que sobrou do conhecimento científico, esperando que algum dia alguém compreenda o que são tais teorias e fórmulas.
Em uma clara referência aos monges católicos que buscavam manter o conhecimento científico e filosófico dos gregos pós-queima da biblioteca de Alexandria, a obra de Walter M. Miller Jr,. escrita em 1960, confronta Religião X Estado e Conhecimento X Ignorância naquela que é considerada uma das grandes obras de Ficção Científica do século XX.
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sexta-feira, 13 de maio de 2011
CARL SAGAN (1934 – 1996) – Entrevista
Em 1983, a Rede Globo tinha uma programação muito superior a de hoje e naquele ano a série COSMOS era exibida em horário nobre. Apresentada por Carl Sagan, a série falava sobre a Terra, o Sistema Solar, o Universo, sobre a sede de saber e dos mistérios e desafios que aguardavam a espécie humana no futuro.
Eu, que na época já me interessava por astronomia, fiquei ainda mais entusiasmado graças a esse astrônomo que foi um dos maiores divulgadores da ciência do século XX.
Infelizmente esse cientista carismático nos deixou cedo demais, mas deixou um maravilhoso legado para milhares de jovens e adultos que devem à ele o fato de há décadas olharem a vida e o universo com outros olhos.
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