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domingo, 11 de dezembro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
REGINA JOSÉ GALINDO - Performance
Terra, 2013.
Nascida na Guatemala em 1974, Galindo tornou-se reconhecida por sua body art (arte corporal).
Criada em um lar de classe média baixa onde política e a Guerra Civil da Guatemala não eram objetos de discussão, Galindo conseguiu escapar da alienação familiar e em suas performances trata quase sempre de temas políticos e sobre a questão da mulher.
Assista o vídeo com entrevista legendada em inglês e que contém trechos de sete performances. Contém também a polêmica performance que ela fez no Brasil sobre as trabalhadoras nas carvoarias.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
DIAMANDA GALÁS - Performance
Artista performática, compositora, cantora, pianista, organista e pintora nascida nos EUA, Galás concentra seus trabalhos em tópicos como AIDS, doenças mentais, desespero, injustiça, danação e a perda da dignidade.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
MICHAEL GRAB - PERFORMANCE
Equilíbrio de Rochas é uma arte performática que também pode ser um hobby ou uma prática meditativa. Não há qualquer tipo de truque ou adesivo usado e seus praticantes apenas procuram o ponto exato de equilíbrio de quaisquer objetos, não necessariamente apenas rochas.
Bill Dan e Michael Grab são artistas reconhecidos deste tipo de arte.
terça-feira, 26 de maio de 2015
ELISA LUCAS - Entrevista
Uma das mais talentosas atrizes gaúchas de sua geração, Elisa Lucas (grafia correta) fala sobre sua trajetória pessoal e profissional.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
CASEY JENKINS - Performance
Antes de ler minha opinião sobre a performance, sugiro ler a notícia e alguns dos comentários dos leitores no link abaixo. Vale lembrar que a matéria foi escrita por alguém que não conhece performance e só quer demonstrar seu preconceito sobre algo que ela desconhece.
Performer tricota a partir da vagina.
Alguns performers tem motivações genuínas, outros querem apenas criar polêmicas. De acordo com Casey Jenkins, o conceito e o objetivo não é o tricô (ou qualquer coisa que ela invente), mas sim utilizar a vagina com algo banal e trivial para que as pessoas não a vejam como algo sagrado ou sujo, apenas mais uma parte do corpo humano. A reação que isso provocou nas pessoas (inclusive nas que nada viram além da notícia) mostra que a grande maioria ainda vê o orgão sexual feminino dessas duas formas, pois os comentários são quase todos reforçando uma visão machista e preconceituosa. O ideal é procurar pensar além da primeira reação instintiva ou ensinada pela sociedade para chegar a uma conclusão um pouco mais independente. Performers em geral criam trabalhos muitas vezes entediantes, vazios e sem repercussão alguma. Eu acredito que Arte tem que conter algum grau de beleza, poesia, transformação e reflexão (não necessariamente tudo junto). O fato dela estar criando uma discussão sobre o que é Arte ou sobre a reação diante de uma vagina em uma exposição acaba caracterizando o trabalho dela como arte. Vale lembrar também que toda obra envolvendo que dá ênfase ao orgão sexual feminino já foi vilipendiada na sociedade judaica-cristã, incluindo muitas obras hoje consagradas e que hoje são aceitas pela sociedade sem frescuras (menos por religiosos neuróticos).
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
CABARET VOLTAIRE - Performance
O alcance que a arte performática conseguiu, fora de um contexto teatral, vem da base central do movimento Dadaísta em Zurique, o lendário Cabaret Voltaire. Fundado nos fundos da taverna Holländische Meierei em 1916 por Hugo Ball e Emmy Hemmings, o Cabaret Voltaire era um espaço de experimentação artística crua que muitas vezes levou a indignação da platéia, levando a multidão a atacar o palco em protesto. As performances radicais e caóticas que lá aconteciam incluíam novos formatos de poesia, música vanguardista, mudanças de figurinos, pinturas e performances simultâneas. O Cabaret Voltaire ajudou a expandir internacionalmente uma nova cultura, já que refugiados europeus da 1ª Guerra Mundial encontraram uma saída criativa na Dada Haus, como também era conhecido.
Trecho da matéria "As 25 Melhores Performances de todos os tempos", deDale Eisinger
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Yuan Cai e Jian Jun Xi - Performance
Cai Yuan e Jian Jun Xi são dois artistas chineses morando na Inglaterra e trabalhando sob o nome de Mad for Real (Loucos de Verdade). Tornaram-se inicialmente famosos em 1999 como artistas performáticos especializando-se em intervenções artísticas, mas desde então tem diversificado, engajando-se em diversas obras n Ásia e Europa.
Inspirados pela pintura do mais famoso pintor norueguê, Cai Yuan e JJ Xi convidaram voluntários para fazer parte de uma performance de sua interpretação pessoal de "O Grito", filmado em 2005 na mesma ponte onde Edward Munch teve a ideia do quadro em 1893.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
ARTES PERFORMÁTICAS
Assassino (Porto Alegre, 2002)
Performance de Alexandra Dias
Direção de Irion Nolasco.
Assassino (Porto Alegre, 2002)
Performance de Alexandra Dias
Direção de Irion Nolasco.
Baby Jane (Porto Alegre)
Performance com Alexandra Dias
Direção João Bosco B.
Um Berro Gaúcho (Porto Alegre, 2010)
Direção de Eva Schul
Foto: Sofia Schul
Um Berro Gaúcho (Porto Alegre, 2010)
Direção de Eva Schul
Foto:Sofia Schul
Um Berro Gaúcho (Porto Alegre, 2010)
Direção de Eva Schul
Foto:Marina Camargo
Um Berro Gaúcho (Porto Alegre, 2010)
Direção de Eva Schul
Foto: Marina Camargo
Um Berro Gaúcho (Porto Alegre, 2010)
Direção de Eva Schul
Foto: Sofia Schul
Caixa de Ilusões (Porto Alegre, 2010)
Performance de Monica Dantas
Direção de Eva Schul
Foto: Licia Arosteguy
Catch ou Como Segurar um Instante (Porto Alegre, 2002)
Direção de Eva Schul
Clique para ampliar.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
SOPHIE CALLE - Performance
Nascida na França, Sophie Calle é escritora, fotógrafa, artista conceitual e produz instalações.
Em 2007 ela criou uma exposição na Bienal de Veneza chamada CUIDE DE VOCÊ, inspirada na última linha de um e-mail enviado por um ex-amante. Calle pediu para dezenas de mulheres, além de um papagaio e um fantoche de meia, para interpretar a mensagem de rompimento.
Em 2009, a exposição aconteceu no SESC Pompéia de São Paulo e os organizadores resolveram criar uma ótima performance para divulgar o evento.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
ANDY KAUFMAN - Performance
Nesse vídeo, Kaufman surpreende a todos ao misturar seu "estrangeiro" que mal sabe falar em inglês e tem sérias dificuldades em se expressar com uma excelente imitação de Elvis Presley.
Andy Kaufman (1949 - 1984) foi, talvez, o pruimeiro artista performático a virar uma celebridade nos EUA. Isso se deve em parte ao fato de suas performances terem um toque humorístico bizarro e que algumas vezes caíam no gosto do público médio, o que o transformava em comediante aos olhos da maioria. Classificação que ele sempre negou.
Milos Forman realizou em 1999 a ótima cinebiografia entitulada O MUNDO DE ANDY, no qual Jim Carrey entrega uma de suas melhores interpretações até o momento.
Kaufman morreu de câncer, mas de tanto enganar a todos com suas pegadinhas absurdas (que podiam durar meses, já que ele nunca saía do personagem na frente dos outros, não importa o que acontecesse) e alardear que um dia fingiria sua própria morte, até hoje existem pessoas que acreditam que ele voltará, como um Messias da perfomance.
Nesse vídeo, um de seus primeiros sucessos de público em apresentações em bares, ele canta apenas um trecho da música tema do desenho animado SUPER MOUSE.
Uma de suas maiores pegadinhas polêmicas foi conclamar a superioridade masculina sobre as mulheres e desafiá-las a lutar com ele em ringues profissionais e improvisados. Muitas de suas pegadinhas eram realizadas com atores, amigos e anônimos contratados, como é claramente o caso aqui.
domingo, 13 de janeiro de 2013
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
GÜNTER BRUS - Performance
Günter Brus (1938 - ), nascido na Áustria, é performer, pintor, artista gráfico e escritor.
Foi co-fundador do Acionismo Vienense em 1964. Seu acionismo agressivo apresentava um desprezo proposital pelas convenções e tabus com a intenção de chocar o espectador. Condenado à 6 meses de prisão após o evento “Kunst e Revolução” na Universidade de Viena em 1968, ele fugiu para Berlim com sua família e só retornou para a Áustria em 1976.
Sua performance consistiu em urinar em um copo, cobrir seu corpo com seus excrementos e eber a própria urina. Durante a performance, Brus também cantou o hino nacional austríaco enquanto se masturbava. Ao final, ele vomitou e então foi preso.
Através dessa obra e outras performances, Brus esperava revelar a continuidade da essência fascista do país.
Brus recebeu em 1997 o Grande Prêmio do Estado Austríaco. A maior parte de seus trabalhos são chocantes e polêmicos. Existe uma galeria permanente no Joanneum, chamada de Bruseum, que expõe o trabalho de Brus e seus colegas acionistas vienenses.
Adaptado do Wikipedia.
domingo, 8 de abril de 2012
ALEXANDER BRENER - Performance
Alexander Brener grita para cada obra: “Porque não me colocaram nesta exposição?”
Performance na exposição “O artista ao invés da obra”.
Moscou, 1994
Alexander Brener é um performer radical. Nascido na Rússia, suas performances mais famosas incluem vandalismo em galerias de arte. Perturbar exibições, quebrar, destruir e alterar obras de arte acabaram por levá-lo a prisão. Ele também realiza performances onde busca criticar a arte e a sociedade sem necessariamente vandalizar nada, o que mais ou menos prova que ele não é um artista frustrado com inveja dos outros.
Ação na exposição de outono do 5º aniversário da galeria M. Guelman.
Moscou, 1995
“Bem me quer, mal me quer”
XL Gallery.
Moscou, 1994.
domingo, 29 de janeiro de 2012
UM DIA, VOCÊ VAI MORRER – Vídeo arte
Escrito por Timothy Furstnau. Interpretado pelo performer Vito Acconci.
O vídeo está em inglês, mas leia a tradução desse excelente texto abaixo.
Um dia, você vai morrer
De Timothy Furstnau
E então sua vida vai simplesmente acabar, logo ali. Você não existirá mais.
Provavelmente não será bonito como nos filmes ou conto de fada. Talvez algo extraordinário aconteça, mas provavelmente não. Algumas vezes as pessoas ainte tem força suficiente para dizer ou fazer algo significativo momentos antes de morrer. E isso é bonito. Mas é muito incomum. Geralmente, as pessoas simplesmente morrem.
E você também vai morrer.
Algumas pessoas dirão coisas agradáveis para lhe deixar confortável antes de morrer. Outros irão lhe contar histórias malucas de que você não vai morrer de verdade. Mas essas pessoas são apenas legais, não honestas. Porque você vai realmente morrer.
Existem muitas maneiras de pensar sobre morrer, histórias diferentes para contar e coisas diferentes para pensar em como deve ser morrer.
Mas a morte acontece para as pessoas do mesmo jeito, não importa o modo como elas pensam sobre ela.
Todos morrem e cessam de ser.
Porque nós somos tão bons em inventar histórias e acreditar nelas, que você até pode começar a sentir que está morrendo de uma forma que se encaixe em uma de suas histórias.
E isso é normal.
Mas então você morrerá e a história que você tem não vai importar. Quando você morrer, você não conseguir saber se sua história estava certa ou não, porque não haverá nenhuma história ou pessoa para acreditar ou comparar histórias.
Você estará morto.
Você não irá a lugar algum e você não ficará no mesmo lugar, porque não haverá um “você”.
Não vai existir alguma coisa e muito menos existirá nada, porque você não estará lá para sentir o nada.
Não existirá a eternidade porque você não estará lá para sentir a eternidade..
Você estará morto.
E você não será capaz de pensar; “Jesus, eu morri”. Porque você não pode pensar ou sentir ou ser nada além de morto quando você está morto.
A morte pode acontecer a qualquer momento.
Às vezes bebezinhos morrem. Às vezes mamães e papais morrem. E quando as pessoas ficam muito velhas, depois que viveram muito, elas morrem.
E você também vai morrer.
Às vezes dói quando você more, e em outras ocasiões as pessoas não sentem nada. Nós só sabemos o que as pessoas dizem e fazem um pouco antes de morrer.
Depois que você morrer, você não sentirá nada. Nem mesmo dor.
Mas as pessoas que estiverem vivas quando você morrer podem ficar tristes quando você se for. E isso é normal.
As pessoas amam outras pessoas e geralmente dói quando uma pessoa que amamos morre. Nós até mesmo nos confortamos com histórias de que a pessoa não está realmente morta. E isso também é normal.
Mas claro, todo mundo morre.
E você também irá morrer.
Quando você diz “Eu quero isso” ou “Eu sinto isso”, você está falando sobre si mesmo... Você pode pensar que é diferente do resto do mundo ou pode pensar que você é apenas uma pequena parte do mundo. Mas quando você morrer, você morre e assim morre sua visão do mundo. E então você não terá um mundo ou um Eu ou quaisquer pensamentos sobre quaisquer dessas coisas porque você não existirá.
Quando você morrer, você não se sentirá mais triste, não se preocupará mais, você não se importará com mais nada, não vai querer nada. Você nem mesmo poderá apreciar estar morto, porque você não será nada, apenas morto.
É por isso que você deveria amar a vida.
Existem muitas coisas na vida que parecem ruins, mas desde que a vida é algo que acontece apenas uma vez, e existe apenas um “você”, ame a vida enquanto pode. Não importa o que aconteça.
Se você se sente triste, pelo menos você pode se sentir triste. Se você está precoupado, pelo menos você pode ficar preocupado. Você existe. Você está vivo.
Se você amar a vida dessa forma, quando chegar a hora de morrer, você ficará feliz porque a morte é o final perfeito para a vida. A vida só é boa porque a morte dá fim à ela.
Então viva e ame a vida…
Porque você não tem como saber quando, como ou porque, mas desde que você está vivo...
Você vai morrer.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
LEIGH BOWERY (1961 – 1994) – Performance
Antes de Lady Gaga, existiu Leigh Bowery.
Na sua ambição de se tornar o Andy Warhol britânico, Bowery foi artista, club promoter, ator, pop star, model e fashion designer.
E durante os anos 80 e 90 foi uma das figuras pop mais influentes da cena fashion londrina, clubes noturnos e bandas Nu-Rave.
Em seu leito de morte, vitimado pela AIDS, pediu aos amigos mais próximos que informassem a imprensa e conhecidos que ele teria “ido criar porcos na Bolívia”.
Clique para ampliar.
terça-feira, 29 de março de 2011
BAKTRUPPEN - performance
Neste vídeo, o grupo Baktuppen detona um Mitsubishi na frente do Conselho Norueguês de Assuntos Culturais enquanto rola uma conferência dentro do prédio sob arte e qualidade.
Eles podiam vir aqui para o Brasil e realizar essa performance com todos os carros dos motoristas que dirigem bêbados, atropelam ciclistas, etc...
Sobre o grupo (tradução parcial do wikipédia)
O grupo Baktruppen é um coletivo de artistas em atividade desde 1986. Fundado em Bergen, Noruega, o grupo tem tido um impacto substancial na Live Art européia.
O historiador teatral Knut Ove Arntzen em seu livro A Arte da Performance de Baktruppen, explica: “Baktruppen é conhecido por sua ironia e jogos com aproximações vanguardísticas com o teatro e a performance. Eles até podem ser considerados como tendo transgredido a vanguarda! O nome da companhia indica o oposto de vanguarda, algo como “tropa da retaguarda” ou alguém andando atrás de um comboio militar. Claro que isso tem um significa irônico. A intenção do Baktruppen era reciclar aspectos da vanguarda clássica sob uma perspectiva pós-moderna, o que foi de fato, seu ponto de partida.
domingo, 12 de dezembro de 2010
FRANKO B - Performance
Franko B é um performer multimídia quer ficou famoso por auto-mutilar-se em várias de suas performances. Não é o tipo de performance que acho das mais criativas ou geniais, mas mostra até que ponto alguns artistas vão para apresentar algo diferente ou original para o público.
O primeiro vídeo é um clip de sua exposição em um museu, onde ele felizmente revela seus outros talentos para escultura, pintura, instalações e música. Razoavelmente comportado.
Já o segundo vídeo é uma performance radical chamada “I Miss You” (Sinto Falta de Você) onde o artista representa a dor do amor e da morte desse amor atravessando nú uma passarela, enquanto sangra por cortes auto-inflingidos. A música de Diamanda Galas é de arrepiar.
Não recomendável para menores de 18 anos.
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