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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
BOLSONARO - Humor
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
CASEY JENKINS - Performance
Antes de ler minha opinião sobre a performance, sugiro ler a notícia e alguns dos comentários dos leitores no link abaixo. Vale lembrar que a matéria foi escrita por alguém que não conhece performance e só quer demonstrar seu preconceito sobre algo que ela desconhece.
Performer tricota a partir da vagina.
Alguns performers tem motivações genuínas, outros querem apenas criar polêmicas. De acordo com Casey Jenkins, o conceito e o objetivo não é o tricô (ou qualquer coisa que ela invente), mas sim utilizar a vagina com algo banal e trivial para que as pessoas não a vejam como algo sagrado ou sujo, apenas mais uma parte do corpo humano. A reação que isso provocou nas pessoas (inclusive nas que nada viram além da notícia) mostra que a grande maioria ainda vê o orgão sexual feminino dessas duas formas, pois os comentários são quase todos reforçando uma visão machista e preconceituosa. O ideal é procurar pensar além da primeira reação instintiva ou ensinada pela sociedade para chegar a uma conclusão um pouco mais independente. Performers em geral criam trabalhos muitas vezes entediantes, vazios e sem repercussão alguma. Eu acredito que Arte tem que conter algum grau de beleza, poesia, transformação e reflexão (não necessariamente tudo junto). O fato dela estar criando uma discussão sobre o que é Arte ou sobre a reação diante de uma vagina em uma exposição acaba caracterizando o trabalho dela como arte. Vale lembrar também que toda obra envolvendo que dá ênfase ao orgão sexual feminino já foi vilipendiada na sociedade judaica-cristã, incluindo muitas obras hoje consagradas e que hoje são aceitas pela sociedade sem frescuras (menos por religiosos neuróticos).
segunda-feira, 2 de junho de 2014
RELIGIÃO E VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES - Documentário
Bom documentário institucional feito por uma organização feminina católica com o intuito de romper com as amarras patriarcais machistas da Igreja.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
PELOS DIREITOS DOS MENINOS - Ensaio
por Sílvia Amélia de Araujo
Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!).
Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!).
Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina.
Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina.
Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também.
Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa.
Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas.
Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minissaia.
Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos.
Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria.
Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido.
Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.
O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.
Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso.
domingo, 14 de junho de 2009
CAPRICHO 961
É assim que devemos ser tratados no Dia Internacional do Homem.(Cartaz do filme "Com 007 só se Vive Duas Vezes")
O Dia Internacional da Mulher está chegando e notei que não existe um Dia do Homem. Então, taí minha proposta para o…
DIA INTERNACIONAL DO HOMEM
1. Para começar, a data para celebrar o Dia Internacional do Homem pode ser todo dia, menos dia 8 de Março, pois quem celebra nesse dia é mulherzinha.
2. Durante a celebração do Dia do Homem, que é todo dia, menos 8 de Março, as mulheres tem que cozinhar, limpar a casa, lavar e passar a roupa e cuidar das crianças. E trabalhar fora, que alguém tem que trazer comida para casa.
3. Em homenagem ao Homem, os canais de tv exibirão jogos de futebol 24 horas por dia.
4. À mulher, cabe obedecer ao Homem nesse dia (que são todos!) e fazer-lhe agrados e mimos.
5. No Dia do Homem, o homem não precisa respeitar a mulher, podendo assobiar e dizer gracinhas na rua sem remorso algum.
6. Caso o homem esteja procurando um emprego no Dia do Homem e concorrendo a vaga com uma mulher, o homem será contratado e a ele será dado um salário superior ao da mulher.
7. Nós homens, devemos lembrar e vangloriar-nos por termos 4 bilhões de neurônios a mais do que as mulheres, pois isso nos deixa mais espaço para pensar em coisas importantes como vídeo-games, futebol e sexo.
8. Ao homem será garantido que nunca a Ciência virá com a idéia de engravidá-los, pois não suportaríamos ter que conviver com estrias e varizes em nosso corpo.
9. Como as mulheres vivem mais do que os homens, os homens devem se aposentar 5 anos antes das mulheres e não o contrário.
10. Em vez do slogan “Pão e Rosas”, o slogan do Homem será “Joystick e Playboy”.
Jerri Dias é quem dá a última palavra em casa: “Sim, querida.”
sábado, 25 de abril de 2009
CAPRICHO 955
Nem o Hulk é tão machista...Depois do Novíssimo Feminismo (CAPRICHO 954), surgiu o Novíssimo Machismo. Leia a entrevista...
ELES NÃO USAM SUTIÃ... E NEM CUECA!
O que vocês acham dos homens posarem nus para revistas femininas e gays?
Sérgio: Tudo boiola.
Otávio: Os caras não se dão ao respeito…
Em que momento vocês se sentem mais poderosos?
S: Quando eu chego em casa e minha irmã arrumou o meu quarto.
O: Quando a minha namorada me pede permissão para sair com as amigas e eu não deixo...
Por que o Jiu-jitsu é tão associado à masculinidade?
S: Ora, porque ver aqueles caras suados se agarrando no chao é muito massa.
O: É, e o cheiro que fica no ar também é muito bom...
Hmm, então tá... E o que vocês acham do axé e do funk?
S : Ótimas músicas, letras de excelente qualidade…
O: Refletem os valores que a sociedade brasileira deveria seguir.
O que vocês acham da Tati Quebra-Barraco?
S: Meio gordinha pro meu gosto.
O: Manda ela vir falar comigo...
E sobre o Eminem?
S: Eu acho as letras meio rápidas, nao entendo metade do que ele fala.
O: Quem é esse M & M?
Vocês fazem academia ?
S : Jiu-jitsu. Mas não é porque quero ter um corpinho bonito e orelhas estouradas, é porque gosto do contato corpo-à-corpo.
O: Eu não tô nem aí…
Jerri Dias não sabe se ri ou se chora.
OMKARA - BEEDI
Adoro música indiana desde que estive no IPC em 1996 e gostei muito da trilha indiana da novela CAMINHO DAS INDÍAS, que acho um porcaria, mas vale por mostrar um pouco de uma cultura muito bacana. Essa música é do filme OMKARA, que como todo filme de Bollywood, tem sua músicas dubladas de forma que metade nem sincroniza com os lábios dos cantores. Esses filmes geralmente tem suas músicas e coreografias feitas antes mesmo de ter o roteiro pronto, que o pessoal lá gosta mesmo é de ver gente cantando e dançando. Outra coisa curiosa é que apesar de todo o erotismo das danças, os protagonistas nunca se beijam nos filmes, pois lá, beijar em público é considerado indecente pela maioria da população. Aliás, em termos de sensualidade, a dança indiana dá de 10 à 0 na vulgaridade do Funk.
OMKARA - BEEDI
Adoro música indiana desde que estive no IPC em 1996 e gostei muito da trilha indiana da novela CAMINHO DAS INDÍAS, que acho um porcaria, mas vale por mostrar um pouco de uma cultura muito bacana. Essa música é do filme OMKARA, que como todo filme de Bollywood, tem sua músicas dubladas de forma que metade nem sincroniza com os lábios dos cantores. Esses filmes geralmente tem suas músicas e coreografias feitas antes mesmo de ter o roteiro pronto, que o pessoal lá gosta mesmo é de ver gente cantando e dançando. Outra coisa curiosa é que apesar de todo o erotismo das danças, os protagonistas nunca se beijam nos filmes, pois lá, beijar em público é considerado indecente pela maioria da população. Aliás, em termos de sensualidade, a dança indiana dá de 10 à 0 na vulgaridade do Funk.
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