sábado, 24 de outubro de 2009

JOAQUIN PHOENIX - Entrevista







Joaquin Phoenix, irmão do saudoso River Phoenix, é um dos grandes atores americanos de sua geração e nos brindou com grandes performances em filmes como GLADIADOR (2000) e JOHNNY & JUNE (2005). Ano passado ele declarou que iria parar de atuar e foi ao programa LATE SHOW (talk-show que teve praticamente tudo copiado pelo PROGRAMA DO JÔ, inclusive a banda e um assessor de assuntos aleatórios) de David Letterman para, supostamente, falar disso, seu último filme e seu novo projeto de vida.

Mas a entrevista não correu como o esperado...



SOBRE O JOTA QUEST



Eu geralmente não costumo me manifestar aqui sobre os comentários, já que normalmente visito os comentaristas em seus próprios blogs.

Mas como tive várias visitas anônimas e não-anônimas que aparentemente não conhecem meu trabalho ou que são simplesmente mentalmente incapacitadas de diferenciar uma crítica de verdade de uma piada, gostaria de lhes dizer que essa pegação de pé com o Jota Quest é uma mera brincadeira que faço com eles, pois não tenho nada contra os caras, apenas acho as músicas pobrinhas ;-)

E como o pessoal do Jota Quest não é como alguns dos seus fãs que passaram por aqui, até me convidaram (em uma entrevista pra CAPRICHO) pra ir nas festas que rolam depois de cada show pra eu ver como eles são boa gente.

Eu só ainda não fui porque fico desconfiado que pode ser uma armadilha ;-)



P.S. – Se a foto do JQ fosse do CD citado, eu teria escrito embaixo. Mas não escrevi, não é?! Quem não entendeu, nem tente, desista.

E quem quiser ter uma discussão racional e madura sobre qualquer coisa, pode usar meu e-mail ou deixar link pro blog, eu não mordo e nem hackeio ;-)



quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ATÉ ONDE VAI - Jota Quest - Crítica

Deve ter muito piolho debaixo disso tudo.

O DIA EM QUE MEU OUVIDO FOI PENICO

Como minha mãe sempre diz, “aqui se faz, aqui se paga”.

E chegou o dia em que, depois de tanto avacalhar o JQ, fui convidado/forçado pela CAPRICHO a escutar um CD inteiro das pobres criaturas!


Meu sofrimento começou com “Libere a mente”, onde minha mente quase saiu do corpo aos primeiros acordes da música.

A segunda, “Sushine in Ipanema”, é um rock dançante que certamente vai botar todo mundo para fora da balada.

“Além do Horizonte” é um alerta de que o rei Roberto devia prestar mais atenção para quem ele deixa fazer cover de suas canções.

“Até onde vai” só Deus sabe, mas eu acho é que eles vão é acabar indo é pra....

“O Sol” é mais uma baladinha chatinha com letra de auto-ajuda..

“Vou a pé” acaba com um “Cuidado com a Kryptonita!” Eles não são super-engraçados, gente?

“Lógica”, obviamente não tem lógica alguma.

Já “Absurdo” tem um verso que diz “Lei da Selva, Brucutú, apressado come cru”. Sem comentários.

“Palavras de um futuro bom” teria tudo a ver se na letra houvesse um prenúncio da dissolução do JQ.

“Já foi” tarde.

“Celebração de um Inútil Desejo” parece música de corno. Será que é auto-biográfica?

“Não dá” mais, tem sangue escorrendo das minhas orelhas!

“Rir para não chorar”, só assim para escutar o CD.

“Starman” é uma jóia riponga anacrônica. Procure um cabeludo piolhento e escute junto.

Jerri Dias recebeu adicional por insalubridade.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

LINHA DO TEMPO – crítica

Cartaz americano da adaptação cinematográfica dirigida por Richard Donner em 2003. Fique com o livro.

O Autor

Michael Crichton (1942 – 2008) deixou eu e milhões de fãs entristecidos com sua prematura morte por causa de um câncer na garganta ano passado. Autor de diversos best-sellers inteligentes como O ENIGMA DE ANDRÔMEDA, O GRANDE ROUBO DE TREM, O PARQUE DOS DINOSSAUROS e ESTADO DE MEDO, Crichton teve uma produtiva e milionária carreira na Literatura, TV e Cinema. Desiludido com a faculdade de Literatura e formando-se médico, Crichton passou a publicar em 1966 e nunca mais parou. Trabalhando com todas as mídias, foi o único escritor a ter três trabalhos simultaneamente listados em 1º lugar em três mídias diferentes: ASSÉDIO SEXUAL como o livro mais vendido, PLANTÃO MÉDICO (que ele criou) como a série mais vista e PARQUE DOS DINOSSAUROS, como a maior bilheteria do ano.
Preocupado com a ciência tanto quanto com a emoção, seus livros costumam ser montanhas russas emocionais repletas de informações sobre as últimas teorias científicas. Tudo escrito de forma interessante, descomplicada e sobretudo divertida. Não foi à toa que ele vendeu mais de 150 milhões de livros e teve várias de suas obras adaptadas para o cinema.

Michael Crichton

Sinopse

Nos contos de fadas, os tempos medievais são românticos, com princesas a serem resgatadas de castelos por nobres cavaleiros e um vilão a ser enfrentado.
Então, não seria legal voltar no tempo e visitar a Idade Média?
Não é o que acham os historiadores Marek, Kate e Chris. Obrigados a resgatar seu amigo e professor que ficou preso no século XIV, eles sabem que vão entrar num ambiente hostil, onde contestar a religião é sentença de morte, as doenças não tem cura e a honra dos cavaleiros só existe em histórias infantis.

Os historiadores, apreensivos na máquina do tempo. E com razão.

O Livro

Pesquisador incansável, Crichton leu centenas de livros sobre História Medieval e entrevistou físicos para construir uma narrativa onde ele pudesse colocar homens modernos, acadêmicos de História, em um confronto direto com seu objeto de estudo. Mais ou menos a mesma premissa de O PARQUE DOS DINOSSAUROS, onde ele confrontava paleontólogos e cientistas com dinossauros vivos. A diferença aqui é que agora existe uma máquina do tempo e tudo é ainda mais perigoso e desconhecido.

Fascinado por viagens no tempo e o choque cultural que ela acarreta para ambos os lados da linha do tempo, li esse livro como há muito não lia um livro, sem pretensões e me divertindo muito . Mesmo tendo visto o filme não gostado, fiquei ansioso por saber o que iria acontecer, adorando as explicações e soluções científicas inteligentes sobre como poderia ser uma viagem no tempo de verdade segundo as teorias mais atuais. Como de hábito, o livro tem muito mais detalhes e é muito mais inteligente do que o filme, que demonstra claramente o que roteiristas burros conseguem fazer com uma boa história. A maior decepção foi constatar que o livro é tão maniqueísta quanto o filme e isso, sinceramente, eu ainda não tinha visto em um livro de Crichton. Ele não precisava disso.

Já fazia alguns anos que eu não lia um livro de Crichton e devo confessar que fiquei um pouco decpcionado, pois percebi que ele não era um escritor tão bom quanto eu me lembrava. Mas eu sei o que aconteceu: nesse tempo eu tive contato com autores melhores, me acostumei com eles e agora a literatura de Crichton me pareceu um pouco travada e ingênua em algumas partes.

Isso se deve talvez ao fato de Crichton já saber de antemão que seus livro seriam adaptados para o cinema e talvez por isso, ele já buscasse agradar o espectador do cinema mais do que fãs de boa literatura. De qualquer forma, pra quem não conhece a obra de Crichton, LINHA DO TEMPO é como os outros livros dele, você senta pra ler e parece que está no cinema, vendo um daqueles filmes super empolgantes, mas com quatro horas de duração!


Não demora muito para que os historiadores sejam capturados. Nem todos voltarão para o presente...

Trecho

Nesse capítulo, Marek, o único historiador que havia estudado lutas medievais, é forçado a lutar com um cavaleiro veterano em um duelo de morte.

“O golpe na cabeça era arriscado se ambos os cavaleiros não o tentassem ao mesmo tempo. Uma lança apontada diretamente para o peito atingia o seu alvo uma fração de segundo antes da lança apontada para a cabeça: era uma questão de angulação. O primeiro impacto deslocava ambos os cavaleiros, tornando o golpe de cabeça mais errático. Mas um cavaleiro habilidoso podia estender sua lança à frente, tirando-a da posição de apoio, a fim de ganhar quinze ou vinte centímetros de extensão e atingir o adversário antes. Você precisava ter uma enorme força no braço para absorver o instante do impacto e controlar o coice da lança, a fim de que o cavalo suportasse o baque; mas assim tinha mais chance de prejudicar a mira e o ritmo do adversário.
Quarenta metros.
Sir Charles ainda mantinha a lança elevada. Mas aí apoiou-a, inclinando-se à frente na sela. Tinha mais controle sobre a lança assim. Iria fintar novamente?
Trinta metros.
Ouviu o trovejar dos cascos e a gritaria da multidão. Os textos medievais advertiam: «Não feche os olhos no momento do impacto. Mantenha os olhos abertos para acertar o alvo.»
Vinte metros.
Seus olhos estavam abertos.
Dez.
O puto ergueu a lança.
Ia tentar a cabeça.
Impacto.”


Quer comprar?




Boa leitura.

domingo, 18 de outubro de 2009

A MELHOR PIOR CENA DE LUTA DE TODOS OS TEMPOS – Filme Trash



Essa é uma cena do filme O DESAFIO FINAL (1993), um trash de artes marciais onde os atores parecem uns animais, pois só rosnam e gritam, incapazes de articular palavras. Reparem no teor homo-erótico que o diretor imprime no momento “tirando-a-camisa-gratuitamente-pra-mostrar-dois-machos-se-pegando-melecados-de-vaselina”.
E no final o espectador ainda se deleita ouvindo os trocadilhos dos protagonistas:
Ela: “Vou ficar de olho em você, Stingray.”
Ele: “É, te vejo por aí.”

Merecia um Oscar!

sábado, 17 de outubro de 2009

CAPRICHO 977

Eu fico irritado quando descubro que usaram photoshop nelas!
Clique para ampliar.

Ei, fizeram uma enquete com os meninos (ed. 974) e nem me perguntaram nada! Então, aqui vai...

O QUE MAIS ME IRRITA NAS MENINAS!

1. Ter cabelo comprido! Sempre que eu abraço, coça o meu nariz e se eu beijo o pescoço, acabo sempre comendo cabelo.

2. Ficar fofocando no celular. Elas vão para longe e eu não consigo escutar nada!


3. Calçar plataforma! Porquê eu sou baixinho e qualquer plataforma me faz olhar a garota de baixo.


4. Usar seio adesivo de silicone! Assim que inventarem peitorais e tanquinho de silicone eu vou comprar para dar o troco.


5. Ir de bando para o banheiro e me deixarem sozinho por meia hora na balada.


6. Mala pesada! Elas sempre levam mais coisas em viagens, mas quem acaba carregando sou eu!


7. Porquê elas nunca chegam em mim e eu, que sou tímido, tenho que chegar!


8. Quando ficam de TPM eu sempre acabo apanhando.


9. Ficar horas no shopping e nunca comprar nada para mim!


10. Comprar CAPRICHO e nunca ler a minha coluna!


Jerri Dias anda muito irritado.


80.000 VISITAS!

Valeu, gente! Contagem regressiva para as 100.000 visitas começando...

domingo, 11 de outubro de 2009

FERNANDA FURQUIM - Entrevista


Especialista em séries de TV, Fernanda transformou seu lazer preferido em trabalho.


Conheci a Fernanda Furquim quando tinha 15 anos. Naquela época ela fundou, junto comigo e muitas outras pessoas, o grupo GÊNESIS, dedicado ao gênero Fantástico em todas as suas ramificações. Isso incluía séries de TV, como JORNADA NAS ESTRELAS, da qual Fernanda era fã de carteirinha. Durante dois anos editamos um fanzine chamado MILLENNIUM, no qual Fernanda não participou muito, pelo que me lembro. Mas alguns anos depois, quando o grupo e o fanzine já haviam acabado, Fernanda apareceu com o fanzine TV LAND, que mais tarde se transformaria na revista TV SÉRIES e durante anos seria distribuída por todo o país em bancas e comics stores especializadas, além de ter muitos assinantes. Detalhe: a Fernanda fazia quase tudo sozinha! Infelizmente a revista acabou, mas ela continua no site TV SÉRIES , onde você encontra tudo sobre séries e desenhos animados do mundo todo de todas as épocas, curiosidades e novidades de tudo o que é e foi produzido nos últimos 60 anos de TV!

Claro que a Fernanda acabou se formando em Jornalismo e já publicou dois livros muito bacanas sobre séries de TV:



SITCOM: DEFINIÇÃO E HISTÓRIA é um estudo sobre esse famoso gênero cômico que abrange séries como FRIENDS, SIMPSONS, A GRANDE FAMÍLIA e centenas de outras.

Nas livrarias e aqui.



Já AS MARAVILHOSAS MULHERES DAS SÉRIES AMERICANAS traça um perfil evolutivo da personagem feminina além de curiosidades sobre produções estreladas por mulheres.

Nas livrarias e aqui.

Claro que com todo esse conhecimento, a Fernanda é frequentemente requisitada para escrever matérias e artigos para diversas revistas e até programas de TV. A Fernanda é uma ótima amiga e eu fico muito feliz de ver ela dedicando suas horas de trabalho fazendo coisas pelas quais ela é apaixonada desde a adolescência.

Ufa, me empolguei, falei horrores e não deixei a Fernanda falar. Vamos à entrevista.
Quando foi que você notou que seu interesse por seriados de TV ultrapassava o do espectador comum?

Quando comecei a ler a respeito das produções, entrevistas com roteiristas, diretores, produtores; a ler sobre o mercado televisivo, etc, para tentar entender melhor o universo das séries de TV.

ALÉM DA IMAGINAÇÃO (1958-1964), driblava a censura da época ao falar sobre questões sociais, políticas, religiosas e raciais usando narrativas fantásticas. A série foi tão marcante, que suas idéias já foram reaproveitadas em duas séries homônimas de 1985 e 2002. Até Steven Spielberg homenageou a série com um filme, batizado aqui de NO LIMITE DA REALIDADE (1983).


Hoje existem comunidades no orkut pra cada série de TV existente ou que existiu. Mas com quem você podia dividir essa paixão na adolescência, já que quando você tinha 15 anos, algo parecido com a internet só existia mesmo nos filmes e séries de Ficção-Científica?

Na verdade até mudar para Porto Alegre não dividia com ninguém. Não conhecia ninguém que gostasse de séries. Na época dependíamos de cartas de leitores publicadas em revistas e jornais especializados em cinema e televisão. Lá os fãs disso e daquilo, pediam que outros fãs escrevessem para se conhecerem. Foi assim que, nos anos 80, fui formando uma turminha com quem mantenho contato até hoje.

E como era para conseguir informações sobre suas séries e atores preferidos?

Tinha que importar tudo, não tinha material suficiente no Brasil. Mas naquela época era proibido. Não podíamos enviar dinheiro para fora do país sem enfrentar uma terrível burocracia. Tínhamos que importar via livrarias que cobravam o tal do dólar livro. Tínhamos correspondentes no exterior que às vezes mandavam alguma coisa. Para assinar uma revista era preciso enviar o dólar embrulhado em papel carbono dentro de um envelope, porque não tinha cartão de crédito internacional. Quando viajava trazia algumas coisas também. Era uma luta diária...

JORNADA NAS ESTRELAS (1966-1969) revolucionou a ficção-científica mostrando um futuro onde a humanidade vive a utopia de um mundo sem guerras e se dedica a explorar novos mundos. Exibiu o primeiro beijo interracial da TV, teve mais 5 séries abrangendo o universo criado por Gene Rodenberry e 11 filmes no cinema.


Você acha que sua participação no grupo GÊNESIS e no fanzine MILLENNIUM quando você era adolescente, podem ter te influenciado a fazer teu próprio fanzine?

Com certeza deu maior confiança de que este tipo de publicação era possível. Conviver com pessoas que faziam o fanzine Millennium me ensinou como as coisas funcionam nos bastidores. Mas só fui ter coragem de publicar um fanzine depois de ter passado pela experiência de colaborar com textos para E No Próximo Episódio - ENPE, porque até lá eu não acreditava que era capaz de escrever matérias.

Como foi produzir a TV LAND?

Começou mais como experiência, para saber se eu conseguia. Na época o ENPE estava acabando e eu recebia muitas cartas de pessoas perguntando informações sobre suas séries e atores favoritos. Então pensei em responder a todos ao mesmo tempo e ainda manter o prazer de falar sobre o assunto. Foi aí que surgiu o TV Land em 1995.


AS PANTERAS (1976-1981) foi uma série que ficou mundialmente conhecida mostrando lindas mulheres combatendo o crime. Até uma capa da revista TIME a série mereceu. A loira Farrah Fawcett foi um dos maiores ícones da beleza dos anos 70. E claro, tem dois filmes baseados no seriado.

E a revista TV SÉRIES?

A TV Séries surgiu em 1997 porque o TV Land cresceu tanto que se transformou em revista. Na época o Fernando Henrique Cardoso era o Presidente e ele equiparou o dólar ao real. Então foi possível investir na publicação em gráfica, porque antes era xerox. A capa ficou colorida, o interior ficou P&B. A revista ganhou um maior número de páginas e consegui uma pequena distribuidora para colocá-la em bancas especializadas de todo o Brasil. Os assinantes aumentaram e a venda avulsa também, além, é claro, do trabalho. Na época ninguém queria trabalhar na faixa, como é hoje, ou por pouco dinheiro, então fiquei sozinha, com a Marta Machado me ajudando (hoje ela me ajuda no Blog). Na hora de registrar o nome, tive que mudar de TV Land para TV Séries, porque nesse meio tempo surgiu o canal TV Land americano que registrou o nome a nível internacional para todos os veículos de comunicação. TV Séries era o título que eu tinha pensado primeiro e depois mudei para TV Land; então foi só mudar de volta.

Você tem dois livros sobre séries de TV publicados. Algum projeto para um próximo livro?

Estou tentando publicar um terceiro, mas como não é um texto de entretenimento, é um texto de levantamento histórico, está meio difícil encontrar uma editora. Apesar da fama das séries, elas ainda são vistas apenas como entretenimento, não são vistas como estudo ou como forma de análise de uma cultura. O texto que tento publicar é sobre a evolução histórica da televisão (com base nas séries) americana em relação ao cinema.
 
A GATA E O RATO (1985-1989) foi disparado a melhor série cômica policial dos anos 80. Seus diálogos espertos e a divertida tensão sexual entre Bruce Willis e Cybill Shepperd continuam servindo de referência para qualquer série do gênero até hoje.


Por experiência própria, sei que aqui no Brasil, muitos profissionais que desenvolvem trabalhos relacionados à área cultural acabam se desdobrando em várias atividades, seja por necessidade financeira como por pura paixão mesmo. Então, fora seus trabalhos free lancer como jornalista especializada em séries de TV, você também realiza outras atividades profissionais?

Durante cinco anos estive no meio teatral, atuando e ajudando a produzir peças. Também trabalhei em administração por um curto período de tempo, além de organizações de eventos. Tenho três diplomas universitários e um de curso técnico.

Sei que você é colecionadora de séries, entre outras coisas Poderia nos dar alguma idéia de quantas séries de TV você tem na sua coleção?

Perdi a conta. Guardo material de séries desde 1978 e gravo desde 1986, sendo que procuro guardar material e video por amostragem, ao menos um episódio de cada série produzida e exibida. Daquelas que gosto mais, gravo tudo.

FRIENDS (1994-2004) começou como apenas mais uma sitcom qualquer e terminou sendo um dos maiores sucessos da TV americana, com cada um dos 6 protagonistas recebendo um milhão de dólares por episódio na última temporada. Imperdível!


Pra finalizar, quais são suas 10 séries favoritas de todos os tempos?

Nossa, é o mesmo que perguntar à mãe qual seu filho favorito!!!!

E não deixe de conhecer o ultra informativo site TV SÉRIES!



domingo, 4 de outubro de 2009

OS IDIOTAS MESMO (Brasil, 2000) - Animação

Quer fazer Publicidade? Conheça seu futuro local de trabalho.

Como não achei um link pra incorporar, vai o link da página onde o filme está hospedado.

OS IDOTAS MESMO – o curta

Este filme é desaconselhável para menores de 16 anos.

Uma fábrica de cigarros decide lançar uma nova marca de cigarro no mercado, o Relax 3000. Entra em ação uma equipe de publicitários. Milhares de dólares envolvidos, milhares de reuniões, milhares de esporros e um cheiro de merda no ar.

Direção de Allan Sieber
Elenco Allan Sieber, Berna Ceppas, Denise Garcia, Edu K, Maria Ribeiro, Paulo Betti, Paulo César Pereio

O diretor Allan Sieber é meu conterrâneo de Porto Alegre e é autor de quadrinhos, cartunista e diretor de animação.

Em julho de 1999 dirigiu e animou seu primeiro curta-metragem em 35 mm, "Deus É Pai", premiado em importantes festivais como Gramado e o Animamundi.

Em junho de 2000, finalizou seu segundo curta-metragem em animação, "Os Idiotas Mesmo" e, em 2001, dirige seu terceiro curta em animação , " Onde Andará Petrucio Felker?, ambos sendo premiados e muito elogiados pela crítica.

Em 2003 lançou seu primeiro curta-metragem em imagem real, "Jonas", premiado no Festival de Gramado e no Curta Santos. "Santa de Casa", animação baseada em um conto de Aldir Blanc e com música do próprio, foi lançada no Animamundi 2006.

E finalizou o documentário "Pereio Eu Te Odeio", sobre o ator Paulo César Pereio.

Conheça todos os trabalhos do Allan no site dele.

ALLAN SIEBER