Mostrando postagens com marcador Top 5. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Top 5. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de janeiro de 2016

ARTE FANTÁSTICA: FANTASIA - TOP 5

Moebius


É claro que devem existir pelo menos 5.000 grandes ilustradores bons de fantasia por aí e qualquer lista sempre vai deixar a desejar. Mas por enquanto o objetivo é apresentar aos poucos, pelo menos 1% deles aqui.

Apreciem a vista.

Moebius (1938 - 2012)

Moebius, ou Jean Giraud, foi provavelmente o maior artista europeu de quadrinhos e arte fantástica do século XX. Inspiração e referência para milhares de artistas gráficos e até cineastas como Federico Fellini e Ridley Scott,  Moebius foi responsável pela criação dos mundos e universos mais fantásticos imagináveis a partir de 1975, quando juntou com outros grande ilustradores da época, fundou Les Humanoides Associe, responsáveis pela edição da revista Metal Hurlant, logo reeditada nos EUA com o título de Heavy Metal. 









Arantza Sestayo

Essa excepcional ilustradora espanhola ficou conhecida graças, segundo ela,  a sua arte que mistura "pura fantasia com um toque de erotismo".  Suas obras ilustram capas de livros, quadrinhos e livros infantis.









Arthur Suydam (1953 - )

Além de ilustrador, Suydam também é escritor e músico. Com clara influência de Frank Frazetta, já ilustrou trabalhos para Heavy Metal, Epic Illustrated e personagens como Batman, Conan e Tarzan. Ficou bastante popular com suas capas da série Marvel Zombies.









Wen-M

Seu verdadeiro nome é Wen You Li e sua página no site Deviant Art é bem conhecida do público. Já trabalhou para diversos estúdios e seu trabalho mais conhecido é para o RPG Anima: Beyond Fantasy.








Andrew Hibner

Não importa o gênero, se é Scifi, Fantasia ou meras pin-ups, as mulheres de Andrew Hibner são facilmente identificáveis pela sua voluptuosidade e cores vivas.







sábado, 16 de janeiro de 2016

DAVID BOWIE - TOP 5



"Se você está triste hoje, imagine que o mundo tem 4,5 bilhões de anos e de alguma forma você conseguiu viver na mesma época que David Bowie."
Autor desconhecido










quinta-feira, 29 de outubro de 2015

TOP 5 - LIVROS DE FICÇÃO CIENTÍFICA*



SHIKASTA, de Doris Lessing

Meu primeiro contato com Doris Lessing (Nobel de Literatura em 2007) foi com este livro que peguei aleatoriamente na prateleira de livros de  ficção científica em uma biblioteca. E a partir daí ela se tornou minha escritora favorita. Mais tarde descobri que também era a favorita de Caio Fernando Abreu e de muitos outros autores e intelectuais respeitados.

Já sobre o livro, Lessing o classifica como ficção espacial, pois ela trabalha os mesmos tópicos que em seus outros livros: política, filosofia, psicologia e feminismo. Ou seja, ciência não é o forte desse livro. Mas eu juro que você nem vai notar a falta disso no livro. Dotada de uma sensibilidade extraordinária para criar narrativas e personagens complexos e profundos, Lessing narra uma batalha épica entre três civilizações planetárias pela conquista de Shikasta, conhecida por nós como Terra. A conquista, entretanto, não se dá por uma invasão de naves espaciais, mas pelo recrutamento de humanos para suas respectivas causas e reencarnação de agentes alienígenas ao longo de milhares de anos para intervir na história.

A autora narra trechos bíblicos através da ótica extraterrestre, assim como grandes transformações geopolíticas aos longo dos últimos séculos e décadas até avançar para um mundo pós-apocalíptico onde os seres humanos finalmente despertam de sua confusão e letargia causada por uma dessas civilizações.

Shikasta é o primeiro livro da série de cinco de Canopus em Argos: Arquivos. Nenhum livro é uma continuação direta do outro ou possui os mesmos protagonistas, mas ocorrem  algumas referências a um personagem ou evento de outro livro da série.   


TIGER! TIGER!, de Alfred Bester



Nessa ficção divertida e emocionante, Alfred Bester, um dos grandes mestres do gênero,  imaginou um futuro onde as pessoas podem "jauntar" (teleportar-se) até 2.000 km apenas usando o pensamento, onde os ricos se refugiam em labirintos-bunkers protegidos por assassinos radioativos e onde um pária meio burrinho é o homem mais perigoso e valioso do sistema solar porque subitamente ele dá um salto evolucionário para a corrida espacial. Lançado mais tarde com o título Estrelas: O meu Destino, este livro escrito em 1956, previu parte de nossos avanços tecnológicos e pode finalmente virar uma superprodução hollywoodiana.





2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, de Arthur C. Clarke



Um misterioso objeto retangular preto, denominado monolito, é encontrado enterrado na Lua. O monolito envia um sinal para um outro monolito gigante na órbita de Júpiter e uma equipe é enviada em uma missão para descobrir as raízes extraterrestres do objeto.

O que o filme tem de hermético, o livro explica. Quase todas as suas dúvidas são sanadas com a leitura desse clássico da FC publicado logo após o lançamento do filme de Stanley Kubrick. Sim, o roteiro e o livro foram escritos ao mesmo tempo. Embora 2001 já seja passado em nossa realidade, esse épico continua surpreendendo e empolgando a todos seus leitores.

Anos depois, graças a influência de um conto escrito pelo brasileiro Jorge Luiz Calife, Clarke retomou a saga do monolito nos livros 2010, 2061 e 3001.


O DIÁRIO DE FRANKENSTEIN, de Hubert Venables




Praticamente um fanfiction sobre o original de Shelley, o livro de Venables, supostamente aqui um reverendo que encontrou os antigos diários de Viktor Frankenstein, é tão rico de detalhes que consegue aterrorizar seu leitor ainda mais do que a obra original.

Quase um resumo de Frankenstein, mas totalmente sob o ponto de vista do cientista que ousa "brincar de Deus", a narrativa em primeira pessoa e as ilustrações elaboradas e detalhadas para nos fazer crer de que tudo foi real, colaboram para que o leitor fique completamente imerso no terror que se torna a vida de Frankenstein após dar vida a sua criatura feita de restos de cadáveres.  

Um livro indispensável em qualquer estante de ficção científica ou terror.


SIMULACRON-3, de Daniel F. Galouye



Já imaginou se o mundo em que você vive não passasse de uma simulação virtual armazenada em um computador simplesmente para fins de pesquisa de opinião de produtos comerciais e entretenimento de pessoas reais?

Achou muito clichê e já viu isso em vários filmes? Pois em 1962, quando Simulacron-3 foi publicado, poucas pessoas no mundo tinham alguma noção do que significava realidade virtual e muito menos conseguiam prever seus usos e possibilidades.

Não bastasse Galouye escrever um livro 40 anos antes do termo realidade virtual se tornar uso comum para quem acessa a internet, a obra ainda guarda uma narrativa de suspense quando pessoas reais e seus simulacros virtuais começam a ser assassinados por conta de um segredo que não pode ser revelado.

Depois do sucesso de Matrix, o livro foi rapidamente adaptado para o cinema em um filme chamado 13º Andar. Infelizmente não empolga quem leu o livro.


Poster de 13º andar.


-------------

*O objetivo desta lista não é declarar que estes são os melhores livros de FC, mas apenas salientar que eles tem méritos suficientes para estar em qualquer lista de grandes obras deste gênero.

domingo, 25 de janeiro de 2015

TOP 5 - AS MELHORES SÉRIES FANTÁSTICAS

TWIN PEAKS


A produção foi considerada revolucionária para época, pois fugia das fórmulas de outras séries que geralmente buscavam algum senso de moral . Twin Peaks possuía uma história complexa nunca vista em uma série antes, personagens estranhos e excêntricos, tramas cheias de mistérios, sendo difícil categorizá-la, pois possuía momentos alternados entre suspense, surrealismo, drama, policial, humor, terror psicológico. A série influenciou outras séries como Arquivo-X . A misteriosa morte de Laura Palmer, a música tema de Angelo Badalamenti, assim como a forma como cada habitante de Twin Peaks estava envolvido com a morte de Laura Palmer ajudou a segurar o trama e a tensão e ter uma 1ª temporada aclamada pelo público e crítica até os dias atuais. Diretor de diversos filmes aclamados pela crítica, David Lynch trouxe para a TV sua obsessão pelo mal que se esconde no coração dos homens e de seres que vivem na fronteira entre o sonho e o pesadelo.

Texto adaptado do Wikipedia.


ALÉM DA IMAGINAÇÃO


"Há uma quinta dimensão além daquelas conhecidas pelo Homem. É uma dimensão tão vasta quanto o espaço e tão desprovida de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre a ciência e a superstição; e se encontra entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão da fantasia. Uma região Além da Imaginação."

Essa era a narrativa inicial de todos os episódios de Além da Imaginação, série criada por Rod Serling entre 1959 e 1964 em preto e branco, para o canal CBS nos EUA.

Nos anos 60, havia uma ansiedade no ar, durante toda a semana, até a chegada do sábado, à espera de um novo episódio de Além da Imaginação. O público ficava maravilhado com aquele mundo paralelo, cheio de fantasia e absurdos com lógica e que poderia até passar por verdade na mente de algumas pessoas mais influenciáveis.

Além da Imaginação foi o maior sucesso de Rod Serling na TV e que o faz ser lembrado até hoje pelos enredos envolventes e a forma peculiar de tratar com o sobrenatural. Sem aberrações, sem efeitos especiais, apenas uma história bem contada e bem dirigida, nisso Serling era um mestre. Em 1985, a série ganhou uma nova versão que teve 3 temporadas e durou até 1989.

Fonte: Mofolândia


HEROES


Um mundo real como o nosso, mas com pessoas com habilidades extraordinárias vivendo entre nós. Algumas estão conscientes de seus poderes, outras apenas suspeitam e um número maior ainda não despertou para sua realidade fantástica.

Claramente baseado em um sem número de quadrinhos, para citar apenas WATCHMEN e X-MEN, HEROES foi lançado com um timing perfeito. Super-heróis estavam bombando no cinema (e ainda estão), então porque não lançar uma série de TV sobre eles?
Apesar das duas primeiras temporadas conseguirem trabalhar bastante bem os personagens e o universo criado ao redor deles, a greve dos roteiristas na terceira temporada e diferenças criativas com a equipe causaram uma queda abrupta na qualidade narrativa da história, fazendo com que a série fosse cancelada ao final da quarta temporada.


ARQUIVO-X


Na série, os agentes do FBI Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) são investigadores de arquivos-x: casos não solucionados envolvendo fenômenos paranormais. Mulder acredita na existência de extraterrestres e em paranormalidade, enquanto Scully, uma médica cética, é designada para fazer análises científicas das descobertas de Mulder. Ainda no começo da série ambos agentes tornam-se alvo de uma trama conspiratória (denominados "mitologia" pelos produtores), e passam a confiar apenas um no outro.

A série ganhou popularidade no meio da década de 1990, conduzindo a um filme em 1998, chamado (The X-Files: Fight The Future). Este foi seguido por um filme após o término da série, The X-Files: I Want to Believe, em 2008. Nas duas últimas temporadas, Gillian Anderson tornou-se a protagonista enquanto David Duchovny aparecia intermitentemente, e novos personagens foram introduzidas: os agentes John Doggett (Robert Patrick) e Monica Reyes (Annabeth Gish), enquanto o chefe de Mulder e Scully, o diretor assistente Walter Skinner (Mitch Pileggi), também tornou-se personagem central. Até o término da série, Arquivo-X era a série com maior tempo de duração na história da televisão americana, posto ocupado logo após por Stargate SG-1.

Fonte: Wikipedia


MISFITS


Um grupo de delinquentes juvenis são atingidos por um raio enquanto cumprem serviço comunitário e começam a desenvolver superpoderes.

Fosse uma série americana, romances bobinhos, piadinhas juvenis e atos heróicos de rendenção seriam a tônica do show. Mas como é uma série britânica, o que acontece são muitos assassinatos não-intencionais por parte dos protagonistas, sexo tão normal quanto pervertido, consumo exagerado de drogas e muita balada. Afinal, jovens com superpoderes tem que aproveitar a vida. 

sábado, 10 de janeiro de 2015

TOP 5 - Os Melhores Livros de Humor



O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS, de Douglas Adams

Primeiro de uma saga de 5 livros, a obra é uma sátira de todos os clichês da Ficção Científica e claro, do ser humano (e outras espécies) e sua pequenez, mesquinhez e burrice diante do universo. Adams foi roteirista do saudoso Monty Python e O GUIA DO MOCHILEIRO segue a mesma linha do indômito grupo inglês: diálogos afiados e situações absurdas.

Para quem ainda, não conhece esta obra genial, ela narra a saga de Arhtur Dent e seu amigo alien, Ford Prefect, que fogem da Terra, que está prestes a ser destruída para dar passagem a uma via espacial. Contrariando as expectativas esperançosas de alguns leitores, a Terra e a humanidade são destruídas logo nas primeiras páginas e a partir daí, Dent e Ford, procuram, junto com novos e bizarros amigos, um lugar no universo para chamar de seu. Humor britânico de primeira grandeza!


GARGÂNTUA E PANTAGRUEL, de François Rabelais

 



A história dos gigantes Gargântua e Pantagruel, pai e filho, amantes da mesa e dos prazeres da carne, foi publicada originalmente em 2 volumes. Pantagruel, o segundo na ordem cronológica da narrativa, foi o primeiro a ser escrito, em 1532. Dois anos depois aparece Gargântua. Os livros se tornaram populares na França, mas foram proibidos pela Sorbonne por seu conteúdo obsceno.

Contra a estagnação e rigidez de pensamento, contra a Igreja Católica, a cavalaria e as convenções medievais, Rabelais ergueu seus 2 geniais gigantes de apetites vorazes e hábitos grotescos. Anticristão, para Rabelais não há mais Pecado Original ou Juízo Final. Sua fé está na vida natural, e seus toscos gigantes simbolizam a nova dimensão do homem renascentista.

Fonte: Superinteressante

O COMPLETO DE PORTNOY, de Philip Roth




Quando foi lançado, em 1969, "O Complexo de Portnoy" causou polêmica. Nem poderia ser diferente. Em plena época da liberação sexual, o autor Philip Roth apareceu com um livro em que a masturbação é a válvula de escape da sexualidade do personagem e deixa transparecer em suas páginas temas como o complexo de Édipo e até um incesto virtual.

Philip Roth imprime um tom bem-humorado que eventualmente provoca gargalhadas, mesmo que o sabor final seja amargo. Mas é na discussão das relações opressivas, representadas pela claustrofóbica presença materna, que reside a força do livro. As conseqüências que a formação sexual confusa e o complexo de Édipo irão ter na vida adulta de Alex são perturbadoras. É o que torna esse livro mais atual do que nunca. O inimigo é a mãe.

Fonte: Companhia das Letras

TRAINSPOTTING, de Irvine Welsh




Trainspotting, na gíria escocesa, é uma atividade sem sentido, algo que é uma total perda de tempo. Essa expressão resume as vidas de Rents, Sick Boy, Tommy, Matty, Spud e Begbie, jovens moradores de Edimburgo que passam a maior parte de seu tempo se embebedando em pubs, arrumando confusão, assistindo a jogos de futebol pela televisão e, principalmente, se drogando. A heroína é a droga preferida, um barato que dura tempo suficiente para aplacar a banalidade da existência. Pelo menos até o próximo pico.

Explicitando toda a dor e a banalidade de ser jovem em um mundo de portas fechadas, onde a maior oportunidade que se pode esperar é conseguir um emprego reles em uma grande empresa, ter filhos e desfrutar de uma velhice obesa, Irvine Welsh narra, com ironia e sem meias palavras, o cotidiano de jovens que renunciaram a tudo isso, que preferem se perder em um mundo de contravenções, vagar pelas ruas sem rumo, a ceder a uma vida adulta que não faz o mínimo sentido.

Fonte: Wikipédia

ED MORT, de Luis Fernando Veríssimo




Criado pelo maior autor nacional de contos humorísticos, Ed Mort é um Sam Spade sem o glamour, a coragem ou a elegância de sua contraparte americana. Fã de literatura noir, Veríssimo brinca e se diverte detonando os clichês e personagens desse gênero literário.

O personagem já virou sketche de programa humorístico, quadrinhos, e teve sua própria série de TV e longa para o cinema. 


sábado, 3 de janeiro de 2015

TOP 5 - As Melhores comédias de Will Ferrel

O Âncora: A Lenda de Ron Burgundy (Anchorman: The Legend of Ron Burgundy, EUA, 2004)


Will Ferrell (1967 - ) é um comediante, imitador, ator e diretor americano. Ferrell se tornou conhecido em meados dos ano 1990 como parte do elenco principal do programa Saturday Night Live, conhecido por catapultar a maior parte dos seus membros para estrelar filmes em Hollywood. Foi o que aconteceu com Ferrrel, que junto com Adam Mckay, amigo e colaborador, realizou 4 das 5 comédias desta lista. Ferrell faz parte do chamado "Frat Pack", uma geração de atores de comédias que surgiram entre 1995 e 2005, entre eles, Jack Black, Steve Carell, Vince Vaughn e os irmão Luke e Owen Wilson.


 Ricky Bobby - A Toda Velocidade (Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby, EUA, 2006)


O Elo Perdido (Land of the Lost, EUA, 2009)


Os Outros Caras (The Other Guys, EUA, 2010)


Tudo Por um Furo (Anchorman 2: The Legend Continues, EUA, 2013)