sexta-feira, 4 de setembro de 2009

KHWAJA MERE KHWAJA - A. R. Rahman – Clip de Filme



Essa bela canção do filme indiano JODHAA AKBAR (2008) é do excelente compositor A. R. Rahman, que por aqui é praticamente um desconhecido, mas do outro lado do mundo já vendeu mais de 300 milhões de CDs nos últimos 15 anos.

Mas se você assistiu o filme anglo-indiano QUEM QUER SER MILIONÁRIO, você certamente escutou as canções de Rahman, que inclusive acabaram premiadas com um Oscar na última edição do prêmio.

Filmada com sensibilidade e interpretada por um grupo de atores vestidos de dervishes que ao final realizam a típica dança dervish, esta bela canção, por algum estranho motivo, me levou às lágrimas.

O filme ainda conta com a belíssima presença de Aishwarya Rai, eleita a mais bela mulher do mundo alguns anos atrás. Infelizmente ela não dança nem canta nesta cena do filme.


ENQUANTO ISSO...


Contos de fadas nem sempre tem final feliz para todos. Descubra porque em Diário de Uma Princesa Debutante Destronada.

E pra variar, post novo com 100 vídeocassetadas lá no blog da CAPRICHO.

TOP BLOG

E meu muito obrigado a todos que votaram neste blog pra ganhar o selo Top Blog de Cultura.
Não fiquei entre os três finalistas, mas esse blog ficou entre os 100 blogs mais votados na categoria. O selo tá logo lá embaixo.
Novamente, obrigado!


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

CAPRICHO 973

Eu ainda estou na dúvida se meu papi é rico ou pobre...

Diga-me o que ganhou e te direi quem és: analise o presente que você deu para seu papi no dia dele e descubra se você tem um...

...PAPI RICO OU PAPI POBRE!

Papi rico

Ele é rico se você deu de presente...

1. ...um vinho francês que custou apenas U$ 50 mil – e depois chamou a segurança quando o coroa ficou bêbado.

2. ... um Rolex de ouro maciço de apenas U$ 66 mil para ele lembrar de te dar pelo menos um minuto de atenção por dia.

3. ... uma estada em um chalé nos Alpes suíços por apenas U$ 2 mil ao dia para ele relaxar (espero que você tenha pedido para ele não levar a amante junto).

4. ... um terno Armani de apenas U$ 7 mil para ele depor na CPI do Mensalão e explicar como todo esse dinheiro foi parar na conta da filha dele.

Papi pobre

Ele é pobre se você deu de presente...

1. ... uma cachaça por apenas R$ 5,40 – e saiu de perto quando o velho ficou bêbado.

2. ... aquele despertador com alarme irritante por apenas R$ 6,80 para lembrar seu pai vagabundo de acordar cedo e procurar emprego.

3. ... um vale-transporte de apenas R$ 2 para ele subir o morro e admirar o panorama lindo de São Paulo, com aquela camada de fuligem pairando sobre a cidade.

4. ... uma camisa “Eu votei no Lula” de apenas R$ 2,50 para quando ele prestar concurso para trabalhar de faxineiro no Congresso Nacional.

Jerri Dias é filho de paiaço.

sábado, 29 de agosto de 2009

MACHO É ISSO AÍ ! - HQ

No início dos anos 90, eu e meus grandes amigos Drégus e Rodinério costumávamos fazer (quase) tudo juntos e uma das coisas que mais curtíamos fazer era passar noitadas no bar Tutti Giorni escrevendo contos absurdos, engraçados e surreais à três mãos nos guardanapos do bar. Tenho muitas e muitas páginas de guardanapos aqui esperando pra serem postadas. E de vez em quando alguns textos até prestavam e eram transformados em Histórias em Quadrinhos ou contos mais elaborados.
Foi uma época de experimentação, de brincadeira, de diversão e de muita, muita criação.

Abaixo, um dos contos de guardanapo que virou HQ pelas espertas mãos de Pax e Jack!

Cliquem nas imagens para ampliar e salvá-las.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CITY INTERVENTIONS - Performance





Esta performance foi realizada pela atriz e performer Alexandra Dias em Helsingor, Dinamarca no ano de 2005.

Gravamos estas imagens no meio da madrugada próximas ao castelo Kronborg, lar do famoso príncipe Hamlet. Sim, aquele da ainda mais famosa peça.

Editei o trabalho, mostrando alternativas de cores, ritmo, efeitos e trilhas para criar um trabalho interessante. Alexandra acabou optando por essa, que foi a mais onírica e poética de todas as alternativas.

E de todas as performances que gravamos, esta é a melhor.

A trilha sonora é do grupo Air.

sábado, 22 de agosto de 2009

CAPRICHO 972

Budapeste era muito legal, mas depois que incorporei Godzilla com esta miniatura da cidade, tive que voltar pra Dinamarca.

Cansada de ficar com inveja das aventuras do colunista Jerri Dias na Europa?
Descubra aqui...


... COMO ENCONTRAR O JERRI NA EUROPA SEM GASTAR NADA EM DEZ DIAS!

1. Vá até um porto e entre escondida em algum navio que tenha cara de europeu.

2. Depois de 20 dias comendo bolachas no meio da carga do navio, você percebe que ele parou. Então você se joga no mar com sua mala para evitar a Guarda Costeira, já que nem passaporte você tem.

3. Depois de perder toda a sua bagagem no mar, você finalmente chega em Portugal.

4. Em Portugal todo mundo é burro, assim fica muito fácil para você dormir, comer e viajar de graça. Você chega na Espanha.

5. Na Espanha tem muito batedor de carteira e um deles cruza por você e fica mais rico.

6. Você foi roubada quando já estava na fronteira com a França. Você tenta falar inglês, mas os franceses odeiam inglês e ninguém fala contigo. Você chega na Itália.

7. Na Itália, você pergunta as coisas e eles lhe respondem xingando. Você chora muito, mas para compensar as pizzas são legais.

8. Para encurtar o trajeto, você vai pela Croácia, mas estoura uma guerra e você tem que se esconder na floresta por dois meses comendo raízes e lacraias.

9. Você finalmente chega em Budapeste, mas o Jerri já voltou para a Dinamarca. Não seja tão pão-dura da próxima vez!

Jerri Dias achou Budapeste parecida com Porto Alegre (RS), mas muito mais bonita.


ENQUANTO ISSO...

O blog fake Vida de Garoto Feio e Pobre continua bombando lá no site da Capricho.

E sempre tem post novo rolando lá no meu blog da CAPRICHO.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

AUTHORITY – Comics

Apolo, Rapina, Doutor, Maquinista, Jenny Sparks, Jack Hawksmoor e Meia-Noite.
Eles sim, estão se lixando para o que pensam a opinião pública e os governos.
Clique para ampliar este e os demais quadros abaixo.

Eles não são famosos como os Vingadores ou a Liga da Justiça, mas se pudessem expressar sua opinião sobre esses dois grupos de super-heróis, os membros do Authority certamente os chamariam de bundões ou algo pior. Provavelmente algo pior.

Criados pela mente alucinante do escritor Warren Ellis e sendo continuado mais adiante pela rebeldia de Mark Millar e outros, o Authority é um grupo de super-heróis idealistas que se cansam de ficar salvando as pessoas e o mundo pra que tudo fique na mesma.


Quando eles entram em ação, o necrotério fica entupido de vilões.

Munidos de uma super-nave sensciente que viaja pelo espaço-tempo e tem armamento para destruir todo o sistema solar e mais um pouco, o Authority decide peitar o mundo inteiro e começa a exigir que os governos e as pessoas se comportem. Ou seja, que se acabem as ditaduras, que se resolvam os problemas básicos como fome, educação e saúde pra que o mundo realmente seja um mundo que valha a pena ser salvo das constantes ameaças internas e extraterrestres que o Authority tem que lidar o tempo todo.

Claro que os governos da Terra não gostam nem um pouco dessa atitude de um bando de super-heróis que não são lá um exemplo de moral e bons costumes para um mundo preconceituoso e hipócrita. Afinal, dois deles, Meia-Noite e Apolo, são um casal gay e um outro, o Doutor, é viciado em drogas e volta e meia vai parar em clínicas de reabilitação para drogados.

Apolo é uma versão gay e com atitude do Superman, assim como Meia-Noite é do Batman.
Juntos, ele formam o casal homossexual mais poderoso do planeta.

O grande trunfo da série Authority é misturar política e super-heróis. Não que isso já não tenha sido feito antes por outros como Frank Miller e Alan Moore, mas nesta série você acompanha com mais detalhes o que aconteceria com um grupo de super-heróis ameaçando o governo americano e todo o G-7 (agora é G-8, mas na época do gibi era G-7). Personagens políticos reais e figuras pop do cinema e da música dão suas caras volta e meia, geralmente em situações humilhantes ou engraçadas.

A série fez um tremendo sucesso entre a crítica e os leitores por mostrar heróis que não tem a menor piedade em matar vilões assassinos (pra que deixar vivo um cara que pode voltar e matar mais?), jogar ditadores pro povo trucidar, promover mega-baladas orgiásticas e ir defender a Terra bêbados e drogados.

Nesta página, um exemplo da cara-de-pau do Authority.

Claro que isso tudo não passou impune pela censura da editora, e muitas vezes a violência gráfica extrema teve que ser atenuada, assim como as cenas de sexo entre os dois heróis gays. Assim como personalidades políticas tiveram que ser substituídas por outras fictícias, como numa cena em que mostrava o ex-presidente George Bush como um grande covarde. Á despeito disso, ainda assim Authority solta farpas sobre governos e pessoas reais do mundo inteiro, especialmente o governo americano, muitas vezes retratado como o maior vilão de todos.

Na verdade, chega um ponto em que o Authority toma controle dos EUA. Eu ainda não li esse arco, mas deve ser muito bom.

Ao contrário de Batman, que apenas assusta para interrogar, Meia-Noite sempre achou mais eficaz usar técnicas de tortura.
Mesmo que seja só pra se divertir com vilões genocidas.


Como muitas séries modernas, o Authority se desenvolve em arcos de histórias, como numa mini-série, mas com mais regularidade. Isso garantiu um maior grau de qualidade ao gibi e o fato de contar com ilustradores do calibre de Bryan Hitch e Frank Quitely, tornam o Authority um dos gibis ocidentais com visual mais cinematográfico da última década. O estilo narrativo desenvolvido por Hitch para os primeiros arcos era inspirado no cinema e nos mangás. Respectivamente, grandes planos widescreen e narrativa veloz, com muita ação espetacular e planos detalhes da mesma. Quitely procurou manter a linguagem quando substituiu Hitch. Mais adiante, outros roteiristas e desenhistas trabalharam na série, sempre mantendo a sátira política, a rebeldia e a violência da série.

Leitura obrigatória pra quem sempre achou que Superman, Batman e Capitão América deveriam tomar uma atitude na vida.


Nesta página eles capturam um ditador e em seguida lhe darão o castigo que todo ditador merece.

Se gostou, clique abaixo para comprar as edições encadernadas:

NOVO.


USADO.

Esta obra não é indicada para menores de 16 anos.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

BURACO NEGRO - curta

curta from Gustavo Nolasco on Vimeo.


Clique no asterisco para ver em tela cheia.

Excelente curta-metragem de ficção-científica de dois jovens diretores britânicos, Phil Sampson e Olly Willians.
Inspirados no desenho animado do Papa-Léguas, eles criaram esse curta onde acidentalmente, um funcionário noturno de uma empresa copia um Buraco Negro.
O filme foi selecionado num concurso da Virgin Media para ser exibido nos cinemas da Inglaterra.