Desconfiada se está com uns quilinhos a mais ou a menos?
Pois acabe com suas dúvidas com o ...
TESTE DA BALANÇA
Quando colocam uma Coca dois litros na roda, você...
a)Tem certeza que ninguém mais vai beber.
b)Pega a tampinha e só bebe o que couber nela.
c)Pergunta se não tinha Guaraná.
Você pega a maior fila na Perua da Moda da CAPRICHO e no final nada serve. Você...
a)Começa a chorar.
b)Força as roupas até elas entrarem ou rasgarem.
c)Não liga. Só tinha roupa anos 80 mesmo.
Você finalmente é apresentada para aquele gatinho. Ele...
a)Te olha de cima para baixo, da esquerda para a direita...
b)Não te enxerga.
c)Finge que não é com ele.
Mais A
Gordacha. Pois é, chegou aquele dia em que você vai ter que decidir entre ficar com a lata de leite condensado ou com a cream-cracker. Fica com os dois. Bolacha cream-cracker com leite condensado é uma delícia.
Mais B
Anoréxica. Chega um momento na vida em que viver de soro fisiológico não dá mais. Nesse momento, você morre.
Esses dias estava indo para casa e passei em frente ao Palácio do Piratini, casa atual da nossa governadora Yeda Crusius, que como alguns de vocês estão sabendo, está com sérios problemas envolvendo corrupção no DETRAN, conversas gravadas pelo seu vice Paulo Feijó onde se fala de partidos beneficiando-se de dinheiro de estatais e por aí vai. E já tem gente pedindo o impeachment da governadora. E diante de tudo isso, Yeda disse “''Mostrem que o povo gaúcho não confia no meu governo'' e poucos dias depois sai uma pesquisa mostrando que quase 70% dos gaúchos desaprova o governo. Parece até o Lula Lelé, que na época do mensalão e vários outros escândalos dizia não saber de nada.
Mas na verdade eu não quero falar disso, o que eu quero falar é uma coisa que acontece com quase todos os governos do mundo. Só que a coisa sempre parece pior quando as outras coisas não funcionam também. O que quero dizer é que ao passar em frente ao Palácio vejo uma pequena multidão de manifestantes, alguns membros de partidos de oposição, outros sem ligações partidárias, mas todo mundo lá para protestar contra a administração Yeda. Nada mais legítimo, nada mais democrático. Só que eu acho engraçado que num país desses, onde a criminalidade rola solta e raramente a gente vê um policial passar na nossa rua, seja dia ou seja noite, o governo rapidamente têm a disposição uns 100 policiais fortemente armados para vigiar uma multidão de cerca de 300 pessoas. Se você lembrar que a maioria daquelas pessoas são trabalhadoras que pagam impostos e estão ali porque se sentem enganadas pelo governo, vai perceber como governo vê o cidadão comum.
Imagine que você vai numa loja reclamar que não chegou a TV que você comprou e 2, 3 seguranças não te deixam entrar na loja, mas você pode ficar gritando na frente, talvez o gerente te ouça... Não seria o caso de chamar a polícia?! E porquê isso não vale quando é com o governo?!
Ou então, lembrando que quando tem qualquer passeata em oposição ao governo a polícia segue-a para ter certeza de que ela vai se comportar. Agora, quando a gente sai à noite e vê um outro bando suspeito rondado as ruas, aparece alguma viatura para ficar seguindo ou checar os caras?
Toda passeata que eu presenciei tinha muito policial atrás. Bandos suspeitos já vi dezenas e só umas 3 vezes vi a polícia por perto.
Nada contra os policias, que junto com os professores, são os funcionários púbicos mais maltratados pelos governos, mas o caso é que o governo não dá a mínima para gente como eu e você pois o que interessa a maioria daquela corja que diz nos representar é só amealhar poder e dinheiro. Eles parecem ter uma visão maniqueísta do povo: ou você é pagador de imposto ou criador de problema. E o governo não gosta de gente que reclama, que incomoda.
E falando nisso, vamos botar o CQC de volta no Congresso, que é para, pelo menos, aqueles vagabundos pagarem mico! Assinem lá no site:
Cansado de pagar aluguel, resolvi ir morar com minha namorada na casa da sogrona. Aqui vai o registro dos meus...
DIAS DE CÃO
1ª SEMANA Como ninguém estava sabendo que eu estava me mudando, a mãe, o pai, o irmão, a irmã, o sobrinho e os cachorros estavam levando numa boa o fato de eu ficar por lá o dia inteiro.
2ª SEMANA Depois de descobrirem que eu havia me mudado para lá, a família dela jogou alguns dos meus móveis na garagem. Devia ter esperado um pouco mais antes de transformar a sala em meu estúdio...
3ª SEMANA Vieram me inquirir por quanto tempo eu pretendia ficar. Eu disse que a situação tava difícil lá fora, mas que estava jogando todo dia na loteria e que tinha me inscrito no próximo Big Brother Brasil.
4ª SEMANA O sobrinho pentelho da minha gatinha agora deu pra espancar a nossa porta todo dia às 6 da manhã. Eu aposto o aluguel que eu não pago como ele está seguindo ordens da sogrona.
5ª SEMANA O chato do irmão da minha bibuzinha agora deu pra mexer na minha coleção de gibis. E eles estavam trancados num baú com cadeado!
6ª SEMANA A irmã da minha fofolete trouxe o namorado dela pra morar com a gente. Será possível que essa gentinha não se toca?
7ª SEMANA O irmão da minha kitikiti também trouxe o namorado pra morar com a gente. Eu sabia que ele era gay!
8ª SEMANA Os pais da minha neguinha trouxeram os respectivos amantes pra morar na casa. Agora eu sei porquê a minha pichuquinha faz terapia.
9ª SEMANA Não deu. Tive que sair de lá. Tentei me mudar pra casa da minha mãe, mas descobri que os namorados (!) da galinha da minha irmã já tinham ocupado o meu quarto.
Jerri Dias está esperando ser chamado para morar na Casa dos Artistas.
Histórias Extraordinárias é uma série criada pelo diretor Gilberto Perin e que segue um formato pré-estabelecido onde lendas e casos estranhos do Rio Grande do Sul são recontadas através de entrevistas e reconstituições dramáticas. Mais ou menos como no Linha Direta da Rede Globo. Apesar de não contar com um grande orçamento, a série dá liberdade estética aos roteiristas e diretores para recontar essas lendas da forma que eles mais acharem interessante e dessa forma a maioria dos episódios apresenta uma enorme variedade de estilos e estéticas, sendo uma ótima escola para diretores praticarem e até mesmo, aprenderem com seu ofício.
Desde 2000 no ar, apresentando 8 a 9 episódios ao ano, a série já vai para sua 10ª temporada.
Claro que, como qualquer produção do tipo, nem todos os episódios são realmente bons. Tem sempre aquele chato ou ruim mesmo, mas tem também sempre aquele que é bom e o que é melhor: aquele que surpreende.
Esse curta que eu dirigi conta a história de uma garota que foi proibida de casar com seu primeiro amor e por isso decide fazer uma greve de fome para forçar seu pai a deixá-la casar com seu escolhido.
A história original, baseada em fato real, não tinha nada de sobrenatural, como deveria se esperar, o que fez com que eu e a roteirista Alexandra Dias, com o auxílio do diretor geral da série, Gilberto Perin,tomássemos diversas liberdades criativas com a história, inserindo pesadelos, Nossa Senhora e referências explicitas à Romeu e Julieta. Espero que curtam e comentem. Críticas também são bem-vindas.
Para conferir os episódios das últimas 3 temporadas, clique no link.
Sonhar que ficou só de calcinha na balada revela seu dom premonitório de que um mico se aproxima.
Chuva:
Sonhar que está chovendo homem quer dizer que alguém por perto está escutando It’s Raining Men e você está, tipo, inconscientemente escutando a música. Sério, isso já aconteceu comigo.
Cuca de banana
Sonhar que está comendo uma cuca de banana revela que você está com síndrome de FUS – Falta Urgente de Sexo.
Ex-namorado
Sonhar com o ex significa que algum de seus neurônios ainda estão apaixonados por ele.
Gordura
Sonhar que virou uma baleia quer dizer que não rola comer um MacTudo antes de dormir.
Limão
Sonhar que você virou um limão revela um desejo inconsciente de comer laranja verde.
Jota Quest
Primeiro que não é sonho, é pesadelo e simboliza todas as coisas ruins da vida que você tem que dar um jeito.
Morte
Sonhar com morte quer dizer renascimento, uma nova vida. Pelo menos essa é a mentira que sempre aplicam. Na verdade você vai morrer mesmo.
Praia
A praia simboliza ter ódio da escola, das provas e sua vontade de se livrar disso o quanto antes. Já praia com chuva é o maior programa de índio!
Rodrigo Santoro
Ficar com o Rodrigo Santoro... Só em sonho mesmo!
Sexo
Ao contrário do que pensam as mentes sujas, sonhar com sexo revela um desejo singelo de comer cuca com banana.
Jerri Dias tem sonhos recorrentes com cuca de banana
Bom, não era essa a minha primeira opção para iniciar minha seção de crítica de filmes “antigos”, mas como revi recentemente essa fabulosa trilogia de Zemeckis, resolvi começar por ela após ter constatado que, enquanto Cinema com C maísculo, a trilogia não envelheceu e continua tão empolgante e dinâmica quanto na época em que foi produzida.
Pra quem não conhece ou não lembra, a trilogia conta a história de Marty McFly (Michael J. Fox), um adolescente americano de 17 anos que tem uma vida normal, pais um tanto fracassados, irmãos chatinhos e só quer namorar, ter um carrão e ser rock star. O que torna a vida de McFly diferente é que ele, não se sabe porquê motivo, é amigo do excêntrico cientista Emmet Brown (Christopher Lloyd), também conhecido por Doc. Chamado para auxiliá-lo em um experimento em plena madrugada, McFly descobre que Doc acaba de inventar a máquina do tempo e a colocou num maneiro DeLorean. A partir daí, McFly embarca em inúmeras aventuras no tempo ao longo dos três filmes que vão de 1885 à 2029, sempre topando com seus pais (nos anos 50), bisavôs (no velho Oeste) e filhos (no futuro) quando eles ainda estão com a mesma idade que a dele, incluindo aí até mesmo um edipiano e muito engraçado flerte entre ele e sua própria mãe.
Uma das boas sacadas dos roteiristas é não explicar como Marty e Doc se tornaram amigos. Já Rick e Morty, que usa a dupla como referência, fez questão disso.
Primeiro “tour-de-force” de Zemeckis, que antes desse havia feito dois bons filmes, mas de orçamentos bem mais modestos (a comédia de aventura Tudo Por Uma Esmeralda e a comédia A Febre da Juventude). Apesar de ser uma trilogia, De Volta Para o Futuro era para ser apenas um único filme, mas o sucesso do primeiro e o eletrizante gancho final convenceram o produtor Steven Spielberg (ele mesmo!), Zemeckis e o roteirista Bob Galé a retomar a aventura de McFly exatamente do ponto de onde havia acabado.
Em termos de roteiro, a série é um dos melhores exemplos de roteiros inteligentes de ficção-científica sem furos, com macro e micro-tramas muito bem costuradas e resolvidas. Tanto que apesar da ação transcorrer num período de 145 anos, apenas 24 horas se passam na vida presente de McFly. Entre as melhores sequências da trilogia eu destacaria a de quando McFly volta para os anos 50 na Parte II e tem que se esquivar do seu outro eu da Parte I. Parece confuso?! Não é se você realmente prestar atenção no filme. A outra grande sequência é a do seqüestro do trem na Parte III e que toma praticamente os últimos 30 minutos do filme, em uma edição empolgante. Não destaco nenhuma sequência da Parte I por quê simplesmente teria que listar todas.
Os personagens tem a capacidade de alterar realidades ou estão simplesmente viajando para Terras que se situam em linhas de tempo paralelas?
Agora, eu talvez nem devesse falar isso aqui, mas como o blog é meu e dificilmente vou ter uma oportunidade dessas, dane-se. Mas já vou avisando que esse parágrafo é para nerds absolutos e contém fatos importantes da história. Se você não for nerd nem quiser saber o fim do filme, pule já para o último. Bom, já que você ficou, vamos falar sobre viagens no tempo e mundos paralelos. De acordo com o filme, cada ato no passado realizado por viajantes temporais ao passado traz conseqüências para o futuro, sejam elas benéficas ou maléficas, como pode-se ver ao longo da trilogia. Modificar o passado altera a linha temporal, que resulta num novo presente ou futuro. Dessa forma, o filme mostra a realidade presente de McFly ser alterada 3 vezes. Na original, o pai dele é um fracassado, ele muda o passado e o pai dele vira um bem sucedido escritor no futuro. Biff, o inimigo de McFly, muda o passado e o pai de McFly acaba assassinado. McFly volta ao passado, conserta o estrago e volta a ter um pai bem sucedido. Se aceitarmos essa teoria de Doc e que o filme tenta impor como real, a partir do momento que a máquina do tempo fosse invariavelmente recriada por alguém qualquer no futuro, as linhas temporais viriam a ser alteradas o tempo inteiro e seria o caos. Cientificamente, tal proposição não se sustenta porque o próprio McFly acaba por conseguir sustentar a sua nova e melhorada realidade ao final do filme – onde tem um pai bem sucedido e um carrão. Num universo onde linha temporais pudessem ser alteradas dessa forma, a realidade estariam em constante mudança e isso sim, muito provavelmente causaria uma quebra no contínuo espaço-temporal e destruiria o universo conhecido, como Doc vive apregoando no filme. Então, a minha teoria de nerd é de que, na verdade, a viagem no tempo no caso do filme, é impossível e eles, McFly e Doc, na verdade, viajam para realidades alternativas. Nesse caso, realidade alternativa deve-se entender como mundos paralelos, outras Terras. Embora isso não explique como a realidade alternativa para onde viajem sempre seja uma conseqüência da última, eu consigo aceitar melhor essa teoria do que acreditar que todo um universo desaparece por que um adolescente faz alguma bobagem no passado. Tipo, para onde foram os pais fracassados e os irmãos chatinhos? E o mundo horrível de Biff? Eles nunca existiram? Não eram reais? Esse papo não cola, só em filme com roteiro vagabundo, o que não é o caso. E o que dizer do suposto McFly que havia sido criado pela família bem-sucedida e que agora tem na sua casa esse McFly que durante 17 anos foi criado por uma família fracassada?
Quero dizer, ele não tem sequer as lembranças de ser criado nessa nova família completamente diferente da anterior e que ele descartou completamente. Ou desconstruiu, se considerarmos com verdadeira a premissa que ele realmente consegue construir e desconstruir universos pelo mero fato de dar um soco em alguém. Bom, era isso. ;-)
O relógio da prefeitura, item sempre presente em todas as épocas.
Ficção-científica, comédia e aventura de primeira linha fazem da trilogia De Volta Para o Futuro um clássico para ser visto e revisto para muito além de 2015.
Depois que a Galera CAPRICHO falou do que cada um mais gostava em si mesmo fisicamente (921, 24/8), fui atrás do outro lado. Os nomes foram trocados, claro...
O QUE TEMOS DE FEIO
• O Jonas disse que odeia seus pés pequenos, totalmente desproporcionais. Seu pé é tamanho 37, mas ele entope o tênis com páginas de jornal para poder calçar uns 42.
• A Nicole tem verrugas nos dedos e vive tratando delas, mas elas sempre reaparecem. Ela vive com as mãos nos bolsos. “E ainda por cima são ásperas”, reclama.
• “Tenho muitas estrias na barriga, já fui gordinha e depois que emagreci fiquei cheia delas”, diz Anita. Ela nunca usa tops...
• A Giulia confessou que tem um furúnculo permanente. Ela acha tão horrível que não diz pra ninguém onde fica. A propósito, ela não quis se sentar durante a entrevista.
• A Rita contou que usa dentadura, porque comia tanto chocolate na infância que seus dentes caíram. Ela só odeia quando a dentadura escapa toda vez que ela ri demais.
• “Tenho um chulé terrível e frieiras”, confessa Gabriel, mostrando os pés. O resto da Galera sai correndo da sala e diz que ele está proibido de tirar o tênis outra vez. “Isso já acabou até com uma transa minha”, desabafou.
• Janaína tem os peitos caídos. Ela diz que, assim que der, vai colocar silicone.
• Já a Kátia tem pêlos demais no corpo e vive se depilando e passando água oxigenada. “Uma vez um menino me chamou de Tony Ramos”, diz ela, debulhando-se em lágrimas.
• Elaine começa a rir do drama da Kátia, mas tapa a boca quando ri. Elaine corre e se tranca no banheiro.
Jerri Dias tem pele sebosa, cravos, espinhas e furúnculos espalhados pelo corpo todo.