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quinta-feira, 6 de março de 2014

MARVEL ONE SHOT - Curta



Para quem não sabe, a MARVEL está produzindo curtas com histórias independentes mas conectados aos longas do cinema.

Posto aqui os três primeiros.

O CONSULTOR se passa após HULK.

UMA COISA ENGRAÇADA ACONTECEU A CAMINHO DO MARTELO DE THOR após HOMEM DE FERRO 2.

ITEM 47 após OS VINGADORES.

Para versões com melhor qualidade, somente no original sem legendas.





Marvel One-Shot: Item 47 (2012) - [Avengers Extra] (legendado) por lusotrailer no Videolog.tv.



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O INVENCÍVEL HOMEM DE FERRO: EXTREMIS – Comics

 Capa da primeira edição.
Arte de Adi Granov.


Para começar, esta é a minissérie lançada em 2005 que muito provavelmente redefiniu o personagem para as próximas décadas. Está para a trilogia cinematográfica da MARVEL como A PIADA MORTAL, BATMAN: ANO UM e O CAVALEIRO DAS TREVAS estão para a trilogia de Nolan. 

Nesta mini, que é considerada uma das melhores histórias do personagem, Tony Stark está em crise com sua atividade como fabricante de armas enquanto tem que lidar com um superterrorista mais poderoso do que sua armadura. Warren Ellis, conhecido por inserir conteúdo político no universo dos super-heróis, cria personagens de esquerda como o documentarista John Dillinger (Michael Moore) e o cientista hippie Sal Kennedy para provocar / inspirar o cientista e empresário Tony Stark a sair de sua zona de conforto e poder voltar a se encarar no espelho novamente.


Visual cinematográfico.

A arte de Adi Granov foi um divisor de águas para o personagem, recriando sua armadura de forma mais realista e com um design muito mais arrojado e sofisticado (referências visuais que também foram parar nos filmes). O visual resultou em cenas espetaculares, mas em termos de arte seqüencial deixam a desejar em termos de dinamismo, já que a perfeição quase fotográfica de Granov sugere mais o congelamento das cenas do que o movimento que ilustradores como Bryan Hitch ou John Cassady conseguem imprimir.  

Embora não seja empolgante como aventura, a história traz um olhar inovador sobre o que é ser um bilionário dividido entre criar armas e ao mesmo tempo querer a paz mundial. Talvez se não fosse uma história do Homem de Ferro presa a um passado e um futuro cronológico complexo no universo Marvel, Ellis fizesse alterações mais profundas e radicais, mas por enquanto, foi o que deu para fazer.


 A origem atualizada do personagem também foi parar nas telas.


Compre aqui ou nos banners das livrarias ao lado.

Estante virtual


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

NAMOR – AS PROFUNDEZAS - Quadrinhos



Os autores


Peter Milligan é um escritor britânico que foi descoberto pelo Novo Mundo com a onda britânica dos anos 90 capitaneada por Alan Moore e Neil Gaiman. Autor das aclamadas HQs SKREEMER, SHADE, THE CHANGING MAN e ENIGMA, Milligan construiu uma sólida base da fãs publicando a maioria de seus trabalhos mais famoso pelo selo VERTIGO da DC Comics.


 Esad Ribic é ilustrador croata e desde o início dos anos 90 trabalha com Quadrinhos. A maioria de seus trabalhos realizados nos EUA foram para a MARVEL, sendo as mais relevantes LOKI e SURFISTA PRATEADO: REQUIEM.

Sinopse

Pesquisadores tentam descobrir a Atlântida e deparam-se com lendas e supostos ataques de uma entidade submarina conhecida como Namor.

A obra


Com uma premissa excelente de Milligan e contando com a fantasmagórica arte de Ribic criando uma atmosfera sobrenatural nos momentos certos, a obra ttinha tudo para ser uma espécie de MARVELS de Namor. Infelizmente, à medida que leitura progride, o roteiro vai se afundando em clichês e argumentos ad nauseam sobre misticismo x ciência que acabam por cansar o leitor com mais de 16 anos de idade. Fora as discussões superficiais e péssimos diálogos, aponto para o fato de um submarino nos supostos anos 50 ser comandado apenas por um cientista, um punhado de marujos e um médico, sem um oficial sequer. Também me indago porque chamam ele de Namor e não de homem-peixe ou coisa que o valha, já que todos que o viram de perto morreram.  Já Milligan cria uma grande expectativa sobre as aparições de Namor, para no final deixar o leitor bastante frustrado. Na mesma linha de produções classe A de Hollywood, AS PROFUNDEZAS engana pela boa produção, mas falha miseravelmente em entregar um roteiro bem escrito e personagens bem caracterizados.
Leitura recomendada apenas para quem tem até 16 anos.
Mas se você compra quadrinhos só pela arte, pode investir.

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